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DESEMBARGADOR DERRUBA BLOQUEIO DO WHATSAPP E APLICATIVO DEVE VOLTAR


Resultado de imagem para whatsapp voltou



03/05/2016 14h23 - Atualizado em 03/05/2016 18h


A Justiça de Sergipe atendeu pedido dos advogados da empresa. Serviço de mensagem foi bloqueado nesta segunda-feira dia 02 de maio de 2016.
O WhatsApp conseguiu obter uma decisão favorável da Justiça de Sergipe e derrubou, nesta terça-feira dia 03 de maio de 2016, o bloqueio do aplicativo de mensagens no Brasil, imposto desde a tarde de segunda.
Mais cedo, o desembargador do Tribunal de Justiça de Sergipe (TJ-SE) Cezário Siqueira Neto havia negado recurso apresentado pelo aplicativo para voltar a funcionar.
Os advogados do WhatsApp entraram então com um pedido de reconsideração, que foi analisado e aceito por outro desembargador do TJ-SE, Ricardo Múcio Santana de Abreu Lima, liberando assim o uso do aplicativo no Brasil. 
Com isso, o serviço deve ser restabelecido assim que as operadoras forem notificadas e fizerem ajustes em sua rede de telefonia. TIM, Oi e Vivo haviam informado que já foram notificadas e que liberaram o acesso ao aplicativo.
Bloqueio
O bloqueio havia sido determinado pelo juiz Marcel Maia Montalvão, da Vara Criminal de Lagarto, em Sergipe. Ele havia determinado que as operadoras TIM, Oi, Claro, Vivo e Nextel suspendessem o acesso ao WhatsApp por 72 horas, a partir das 14h desta segunda-feira.
Na decisão, os juiz argumentou que o Facebook, dono do WhatsApp, não cumpriu uma ordem judicial anterior de compartilhar informações que subsidiariam uma investigação criminal sobre tráfico de drogas em Lagarto, que fica a 75 km de Aracaju.
A recusa já havia resultado na prisão do presidente do Facebook para América Latina em março deste ano, também determinada pelo juiz Marcel Montalvão.
Ao determinar o bloqueio do aplicativo, o magistrado atendeu a um pedido de medida cautelar da Polícia Federal, que foi endossado por parecer do Ministério Público. As empresas que descumprissem a determinação seriam multadas em R$ 500 mil por dia.
Aplicativo diz não ter dados
Logo após a determinação do bloqueio, o WhatsApp emitiu comunicado no qual lamentou a decisão e disse não ter a informação exigida pelo juiz.
Nesta terça, Jan Koum, um dos criadores do WhatsApp, afirmou que o app não guarda histórico de mensagem de seus usuários e sugeriu que atender aos pedidos da Justiça brasileira colocaria em risco a segurança não só dos usuários brasileiros, mas de todos os usuários no mundo.
Não é a primeira vez que um tribunal decide pela suspensão do acesso ao serviço de mensagens no Brasil. O bloqueio anterior ocorreu em dezembro de 2015, quando a Justiça de São Paulo ordenou que as operadoras impedissem a conexão por 48 horas em represália ao WhatsApp ter se recusado a colaborar com uma investigação criminal.
O aplicativo ficou inacessível por 12 horas e voltou a funcionar por decisão do Tribunal de Justiça de SP.

Saiba mais



Do G1, em São Paulo
Edmilson Moura.

A PGR PEDE AUTORIZAÇÃO PARA INVESTIGAR AÉCIO E CÚPULA DO PMDB



A Procuradoria-Geral da República (PGR) enviou ao Supremo Tribunal Federal (STF) uma série de pedidos de abertura de inquéritos com base na delação premiada do senador Delcídio do Amaral.
Entre os alvos dos pedidos de investigação estão o presidente nacional do PSDB, senador Aécio Neves, o presidente da Câmara dos Deputados, Eduardo Cunha, e o presidente do Senado, Renan Calheiros, sendo os dois últimos do PMDB.
Cabe agora ao ministro Teori Zavascki, relator da Operação Lava Jato no STF, decidir se autoriza ou não a abertura dos inquéritos, solicitada pelo procurador-geral da República, Rodrigo Janot.
Em março, Zavascki homologou o acordo de delação premiada de Delcídio firmado com a PGR, de modo a colaborar com as investigações da operação. Na ocasião, o ministro retirou o sigilo do processo e divulgou a íntegra dos depoimentos.
Aécio Neves
De acordo com a delação do senador, Aécio era um dos políticos beneficiados de um esquema de corrupção na estatal Furnas, semelhante ao descoberto na Petrobras. Delcídio também citou uma fundação no paraíso fiscal de Liechtenstein da qual Aécio seria o beneficiário.
A assessoria de imprensa de Aécio negou a acusação nesta segunda-feira, por meio de nota oficial, mas disse que o senador considera as investigações "necessárias", pois vão demonstrar "a correção da sua conduta".
Eduardo Cunha
Sobre Cunha, Delcídio relatou que o deputado também tinha pessoas indicadas em Furnas. "Este procedimento de fazer requerimentos e usar expedientes parlamentares é muito comum de Eduardo Cunha", diz um trecho do depoimento.
O pedido de inquérito aponta que Cunha alterou a legislação do setor energético, em 2007 e 2008, em benefício próprio. Segundo Janot, o presidente da Câmara "vem utilizando seu cargo para interesse próprio e fins ilícitos", diz nota da PGR.
Cúpula do PMDB
Outra investigação solicitada por Janot diz respeito aos senadores do PMDB Romero Jucá (RR), Jader Barbalho (PA), Valdir Raupp (RO) e Renan Calheiros (AL), presidente do Senado. A suspeita é de que eles tenham recebido propina em contratos da hidrelétrica de Belo Monte.
Por meio de sua assessoria, Renan declarou que as acusações de Delcídio "não passam de delírio".
Marco Maia e Vital do Rêgo
A delação também afirmou que o deputado federal Marco Maia, ex-colega de Delcídio no PT, e o ex-deputado do PMDB Vital do Rêgo cobravam propina para barrar investigações contra empreiteiros envolvidos na Lava Jato.
Maia declarou, em nota nesta segunda-feira, que a investigação irá mostrar que ele é "vítima de uma mentira deslavada e descabida". O petista considerou as acusações como "ilações". Vital do Rêgo repudiou, também em nota, o que chamou de "ilações desprovidas de qualquer verossimilhança".
A prisão de Delcídio
Delcídio, ex-líder do governo no Senado, foi preso em novembro do ano passado acusado de tentar obstruir os trabalhos da Lava Jato. Ele foi flagrado em uma gravação oferecendo dinheiro, influência junto ao Judiciário e até uma rota de fuga para favorecer o ex-diretor da Petrobras Nestor Cerveró em troca do silêncio nas investigações.
O parlamentar foi solto em fevereiro e fechou acordo de delação premiada com os procuradores da Lava Jato, em que fez acusações a vários políticos, entre eles a presidente Dilma Rousseff e o ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva.

Edmilson Moura.

SÃO LUÍS GONZAGA DO MA: Responsável pelo Rancho Bonfim é conduzido pela polícia suspeito de tráfico de drogas e posse ilegal de arma de fogo



Suamy da Silva Maciel Júnior, de 36 anos, conhecido como Júnior Matrix, responsável pelo Rancho Bonfim, localizado no povoado Vale Verde, em São Luís Gonzaga do Maranhão, foi detido pela Polícia Civil, por volta das 7 horas da manhã desta segunda-feira (2).

No interior da churrascaria os policiais encontraram 30 pedras de crack e um revólver calibre 32, além de capsulas de munição calibres 12 e 44.





Júnior Matrix foi trazido para a Delegacia Regional de Bacabal onde foi autuado por tráfico de drogas e por posse ilegal de arma de fogo.

O que motivou a ação na propriedade foi em função do verdadeiro dono, um policial federal aposentado identificado como Josa Bonfim, ter solicitado a ajuda da Polícia Civil para ter acesso ao rancho que o mesmo teria alugado para Júnior Matrix que já estava a aproximadamente 6 meses sem pagar o  valor do aluguel.

A polícia também tem recebido denúncias dando conta que em dias de eventos são registrados casos de prostituição e venda de drogas no local.

Fonte: Sergio Matias 

O WHATSAPP SERÁ BLOQUEADO NOVAMENTE EM 02.05.2016



São Paulo – O WhatsApp será bloqueado novamente no Brasil, devido a uma decisão da Justiça de Sergipe. Às 14h de hoje, o aplicativo irá parar de funcionar por um período de 72 horas. Esta é a terceira vez que um juiz determina a suspensão temporária do app no país, afetando seus quase 100 milhões de usuários. 
As operadoras TIM, Vivo, Claro, Nextel e Oi serão as responsáveis pelo bloqueio do aplicativo. O descumprimento da ordem judicial acarretará em multa de 500 mil reais por dia às operadoras.  
E as empresas acabaram de receber a notificação. A determinação é do juiz Marcel Maia Montalvão, da Comarca do Lagarto, em Sergipe. No começo do mês de março, ele decidiu que o vice-presidente do Facebook Brasil fosse preso. O motivo, à época, o "reiterado descumprimento de ordens judiciais, de requerimento de informações contidas na página do site Facebook". 
Com o bloqueio, os usuários não poderão se comunicar por meio do app, seja por mensagens. Mídias, documentos ou voz, telegran. 
A Justiça entende o Facebook como o responsável judicialmente pelo WhatsApp. O WhatsApp argumenta ser uma empresa independente. 
O WhatsApp ainda não se pronunciou oficialmente sobre o caso. 
Quando o WhatsApp foi bloqueado, em dezembro do ano passado, o CEO do FacebookMark Zuckerberg afirmou que estava chocado com a decisão da Justiça brasileira. 


Edmilson Moura.

NO DIA DO TRABALHO 1º DE MAIO DE 2016, TÊM ATOS EM TODOS OS ESTADOS E NO DF



Na imagem a Passeata pela democracia chega à Avenida Rio Branco, no Recife Antigo e as Manifestações a favor da presidente da República, Dilma Rousseff (PT), e contra o processo de impeachment aconteceram em todos os estados e no Distrito Federal domingo 1º de maio de 2016 e houve também atos em Lisboa e em Londres.

Ao menos 75 cidades registraram atos. No total, foram 824 mil manifestantes, segundo organizadores, e 159 mil, segundo a polícia.
No exterior, houve um ato em Lisboa, com cerca de 50 manifestantes, em frente à Faculdade de Direito da Universidade da cidade, onde acontece o Seminário Luso-Brasileiro com autoridades e políticos brasileiros, como os senadores José Serra (PSDB-SP) e Aécio Neves (PSDB-MG). Também houve manifestação em Londres.
Veja como foram os atos em cada estado:
ACRE
– Rio Branco
PARTICIPANTES: 1 mil, segundo a organização. A PM ainda não deu estimativa. 
COMO FOI: Manifestantes se reúnem na Praça da Revolução, no Centro da cidade. O ato começou por volta das 17h30 (19h30 no horário de Brasília) com apresentações de poesia, capoeira e de grupos de hip hop, forró e heavy metal.

ALAGOAS
– Maceió
PARTICIPANTES: 5 mil, segundo  organizadores, e 450, segundo a PM.
COMO FOI: Manifestantes se concentraram na Praça Monte Pio, no Centro, a partir das 15h. Depois, saíram em passeata pelas ruas do Centro de Maceió e a marcha terminou por volta das 18 horas.

AMAPÁ
- Macapá
PARTICIPANTES: 300, segundo organizadores. A PM não acompanhou o ato.
COMO FOI: Apresentações culturais marcaram o ato em favor da presidente, realizado no Centro de Convenções Azevedo Picanço, no Centro de Macapá.

AMAZONAS
– Manaus
PARTICIPANTES: 6 mil, segundo  organizadores, e 500, segundo a PM.
COMO FOI: O grupo afirma ser a favor da presidente Dilma e do ex-presidente Lula e contra o impeachment. A concentração ocorreu no Largo São Sebastião, no Centro de Manaus, a partir das 16h.
Foram  realizadas manifestações artísticas no local, e os manifestantes começaram a se dispersar por volta das 22h.

CEARÁ
– Fortaleza
PARTICIPANTES: 50 mil, segundo organizadores, e 10 mil, segundo a PM.
COMO FOI: Manifestantes se concentraram na Praça da Bandeira, no Centro, e seguiram em caminhada até a Praça Almirante Jaceguai, no entorno do Centro Dragão do Mar de Arte e Cultura, na Praia de Iracema.
O governador do estado, Camilo Santana (PT), a vice-governadora Izolda Cela (PT), o ex-governador do estado Cid Gomes (PDT) e o deputado federal José Guimarães (PT) participam do ato em Fortaleza e discursam em um palco montado no local.
Também houve protesto em Sobral.

 BAHIA
– Salvador
PARTICIPANTES: 20 mil, segundo organizadores, e 12 mil, segundo a PM.
COMO FOI: O grupo de manifestantes fez uma caminhada no Centro de Salvador a favor da democracia e contra o impeachment da presidente Dilma.
Antes da concentração, na Praça da Piedade, manifestantes fizeram uma vigília na Praça do Campo Grande. O ato acabou por volta das 19h30.
Também houve protestos em: Araci, Feira de Santana, Ilhéus, Jequié, Juazeiro e Valença.

DISTRITO FEDERAL
– Brasília
PARTICIPANTES: 200 mil, segundo organizadores, e 40 mil, segundo a PM.
COMO FOI: Manifestantes contrários ao impeachment da presidente Dilma Rousseff ocupavam quatro pontos na área central de Brasília desde o início do dia: Estádio Nacional Mané Garrincha, Banco Central, Teatro Nacional e gramado do Congresso Nacional.
A partir das 16h, os grupos que estavam em outros pontos da cidade iniciaram uma marcha até o Congresso. Eles ocuparam as faixas do Eixo Monumental – que já tinha o trânsito bloqueado – com gritos de "o povo unido jamais será vencido" e "não vai ter golpe, vai ter luta".
O grupo estendeu uma longa faixa com a mensagem "não vai ter golpe" e também carregou uma bandeira do Brasil. Por causa da manifestação, todos os retornos da Esplanada dos Ministérios – à exceção da passagem da Alameda dos Estados – foram bloqueados desde o início da manhã.
No edifício do Congresso, os manifestantes projetaram as frases "não vai ter golpe" e "Fora Cunha".

ESPÍRITO SANTO
– Vitória
PARTICIPANTES: 7 mil, segundo organizadores, e 2 mil, segundo a PM.
COMO FOI: Um grupo de manifestantes saiu da Universidade Federal do Espírito Santo (Ufes) à tarde e seguiu para a Assembleia Legislativa do Estado (Ales), onde outro grupo já aguardava.
Segundo a Polícia Militar, um total de 2 mil pessoas, aproximadamente, participaram dos dois atos. Já para os organizadores, entre 5 mil e 7 mil participaram.

GOIÁS
– Goiânia
PARTICIPANTES: 10 mil, segundo organizadores, e 300, segundo a PM.
COMO FOI: Manifestantes se concentraram na Praça Cívica, no Centro, a partir das 17h. A maioria vestia coletes da CUT e alguns levavam bandeiras com o nome da presidente Dilma Rousseff. Muitos usam adesivos nas roupas com o lema "não vai ter golpe".
O grupo saiu em caminhada e, por volta de 20h, chegou à Praça Universitária. Após as 21h começaram apresentações musicais no local, e os manifestantes se dispersaram.


MARANHÃO
– São Luís
PARTICIPANTES: 600, segundo os organizadores. A PM não divulgou estimativa.
COMO FOI: O ato começou por volta das 16h. Os manifestantes se concentraram na Praça João Lisboa, no Centro da capital.
Às 17h30, eles saíram em passeata segurando faixas e bandeiras com mensagens como "Não vai ter golpe", "Lula vale a luta" e "Pela democracia". O grupo percorreu a Rua Magalhães de Almeida e a Rua Grande, dispersando por volta de 18h30, na Praça Deodoro.
Também houve protestos em: São João dos Patos, Balsas, Imperatriz, Caxias e Bacabal.

MINAS GERAIS
– Belo Horizonte
PARTICIPANTES: 40 mil, segundo organização, e 5 mil, segundo a PM.
COMO FOI: Às 17h50, as pessoas já estavam se concentrando na Praça da Estação, no Centro. Foi montado um palco no local, e vários artistas se apresentaram durante  o protesto pró-Dilma. O ato foi chamado “Canto da Democracia”.
Também houve protestos em: São Lourenço, Varginha, Juiz de Fora, Poços de Caldas e Montes Claros.
MATO GROSSO
– Cuiabá
PARTICIPANTES: 500, segundo a organização, e 250, segundo a PM.
COMO FOI: Os manifestantes se reuniram na Praça Alencastro, no Centro, no final da tarde para protestar contra o processo de impeachment da presidente Dilma.
O protesto foi pacífico e teve intervenções culturais no coreto da Praça Alencastro, com música, projeção de clipes, declamação de poesias e leitura de manifestos. O ato terminou por volta das 19h30 sem registro de ocorrência.

MATO GROSSO DO SUL
– Campo Grande
PARTICIPANTES: 400, segundo a organização, e 150, segundo a PM.
COMO FOI: À tarde, o grupo se concentrou na avenida Afonso Pena com a rua 14 de Julho com faixas e cartazes, gritando palavras de ordem.
Por volta das 18h30, o grupo seguiu em passeata rumo à praça do Rádio Clube, onde se juntam à Celebração pela Vida e Democracia, da Comissão de Paz e Justiça. A organização encerrou o ato por volta das 19h.

PARÁ
– Belém
PARTICIPANTES: 30 mil, segundo os organizadores. A PM não divulgou estimativa.
COMO FOI: Os manifestantes se concentraram na Praça do Operário, bairro de São Brás. O início da passeata atrasou por causa da forte chuva que caiu sobre Belém nesta tarde.
Por volta de 19h, começaram uma marcha que seguiu pela avenida José Bonifácio, Duque, Travessa Mauriti, avenida Pedro Miranda, até a Aldeia Cabana, no bairro da Pedreira – onde ocorreram shows a partir das 20h30.
Também houve manifestação em Santarém.

PARAÍBA
– João Pessoa
PARTICIPANTES: 15 mil, segundo organizadores. A PM não deu estimativa.
COMO FOI: Na capital, o ato foi cultural e se concentrou em três locais do Centro da cidade: o Liceu Paraibano, chamado de Pólo eletrônico, a Praça João Pessoa, chamada de Pólo dos Batuques e Tambores, a Praça Pedro Américo, chamada de Pólo da Cultura Popular, e a Praça Rio Branco, chamada de Pólo dos Violões.
Destes pontos, todos os grupos caminharam em direção ao Ponto de Cem Réis, palco de vários shows, que começaram por volta das 18h.
Também houve manifestações em: Cajazeiras, Guarabira e Campina Gande..

PERNAMBUCO
– Recife
PARTICIPANTES: 90 mil, segundo os organizadores, e 6 mil, segundo a PM.
COMO FOI: Manifestantes contrários ao impeachment da presidente Dilma se concentraram nesta tarde na Praça do Derby. Por volta das 18h, eles começaram uma passeata até a Avenida Conde da Boa Vista.
O grupo seguiu então para a Praça da Independência, na região central da cidade, onde o ato terminou por volta das 20h30.
Também houve manifestações em: Garanhuns, Floresta, Serra Talhada, Caruaru e Petrolina.

PARANÁ
– Curitiba
PARTICIPANTES: 5 mil, segundo os organizadores, e 1,5 mil, segundo a PM.
COMO FOI: Oos manifestantes começaram a se reunir por volta das 17h. O protesto aconteceu em frente ao Prédio Histórico da Universidade Federal do Paraná (UFPR), na Praça Santos Andrade. Desta vez, não houve caminhada e o ato aconteceu apenas na praça.
Também houve manifestações em: Londrina, Foz do Iguaçu e Maringá.

PIAUÍ
– Teresina
PARTICIPANTES: 1 mil, segundo os organizadores, e 500, segundo a PM.
COMO FOI: Manifestantes se reuniram na Avenida Frei Serafim.
Um carro de som foi colocado em cima do passeio da Avenida Frei Serafim e os manifestantes se revezaram ao microfone fazendo discursos contra o processo de impeachment de Dilma Rousseff, pedindo a renúncia do vice-presidente da república, Michel Temer, e a prisão do presidente da Câmara, Eduardo Cunha.

RIO DE JANEIRO
– Rio de Janeiro
PARTICIPANTES: 80 mil, segundo os organizadores. A PM não deu estimativa.
COMO FOI: O ato contra o impeachment da presidente Dilma foi chamada de Jornada pela Democracia e aconteceu no Largo da Carioca, no Centro. Às 18h30, começaram shows musicais no palco que foi montado no local. Chico Buarque esteve entre os artistas que se apresentaram.
Com gritos de "não vai ter golpe", os manifestantes dizem que a cassação do mandato de Dilma configura um ataque à democracia. Veja fotos do ato.
Também hou manifestação em Campos dos Goytacazes.

RIO GRANDE DO NORTE
– Natal
PARTICIPANTES: 40 mil, segundo a organização, e 20 mil, segundo a PM.
COMO FOI: O grupo se concentrou em frente ao shopping Midway Mall, na Zona Sul, e seguiu em caminhada até a praça da Árvore de Natal, em Mirassol, bairro também da Zona Sul. O protesto começou às 16h e terminou por volta das 19h40.
Também houve manifestações em Mossoró e Pau dos Ferros.

RIO GRANDE DO SUL
– Porto Alegre
PARTICIPANTES: 80 mil, segundo organizadores, e 18 mil, segundo a Brigada Militar.
COMO FOI: O grupo se reuniu na Esquina Democrática, no Centro, no cruzamento da Rua dos Andradas com a Avenida Borges de Medeiros, e por volta das 20h iniciou caminhada em direção ao Largo Zumbi dos Palmares, na Cidade Baixa.
Também houve protestos em: Bajé, Erechim, Ijuí, Passo Fundo, Pelotas, Rio Grande, Santa Maria, Santa RosaeUruguaiana.
RONDÔNIA
– Ji-Paraná
PARTICIPANTES: 1,5 mil, segundo organizadores. A PM não informou.
COMO FOI: Ato pró-governo reuniu manifestantes da cidade (a cerca de 370 km da capital Porto Velho) e de outras regiões do estado. O grupo reivindicava a manutenção dos programas populares e afirmava que impeachment sem crime de responsabilidade é golpe.

– Boa Vista
PARTICIPANTES: 150, segundo a PM, e 700, segundo organizadores.
COMO FOI: Os manifestantes pró-Dilma se reuniram na praça do Centro Cívico em um ato cultural com participação de artistas regionais e professores universitários. O manifesto teve início às 17h (18h de Brasília) e se encerrou po volta das 20h (21h de Brasília).

 SANTA CATARINA
– Florianópolis
PARTICIPANTES: 3 mil, segundo organizadores, e 1,5 mil, segundo a PM.
COMO FOI: Manifestantes contrários ao impeachment da presidente Dilma se concentraram a partir das 17h no Terminal de Integração do Centro (Ticen), sob chuva. Algumas carregavam bandeiras com o nome de Dilma e outras com críticas ao vice-presidente, Michel Temer, e ao presidente da Câmara, Eduardo Cunha. A manifestação terminou por volta das 19h.
Também houve protestos em: Blumenau, Chapecó e Joinville.

SÃO PAULO
– São Paulo
PARTICIPANTES: 60 mil, segundo os organizadores, e 18 mil, segundo a PM. De acordo com o Datafolha, foram 40 mil.
COMO FOI: Ato a favor do governo Dilma e contra o impeachment foi na Praça da Sé, no Centro. Participam integrantes da Central Única dos Trabalhadores (CUT), Frente Brasil Popular, Central dos Trabalhadores e Trabalhadoras do Brasil (CTB), Central de Movimentos Populares (CMP) e Sindicato dos Bancários de São Paulo, Osasco e Região.
O protesto foi encerrado às 20h20, com os manifestantes cantando o Hino Nacional.
Também foram registrados protestos em: Campinas, Piracicaba, São José do Rio Preto, Sertãozinho e Bauru.

SERGIPE
– Aracaju
PARTICIPANTES: 30 mil, segundo a organização. A PM não divulgou estimativa.
COMO FOI: Por volta das 17h30,  manifestantes deixaram a Praça General Valadão, no Centro, e seguiram em passeata até o Bairro Industrial, onde chegaram por volta das 19h e permaneceram para assistir a shows e apresentações culturais.

TOCANTINS
– Palmas
PARTICIPANTES: 320, segundo organizadores, e 120, segundo a PM.
COMO FOI: O grupo se reuniu na Praça Matriz, em Palmas, para realizar uma manifestação em apoio ao governo da presidente Dilma Rousseff. Estão presentes membros do Movimento Nacional de Luta pela Moradia Brasil, Movimento dos Trabalhadores Rurais Sem Terra (MST) e movimentos estudantis.
Os manifestantes distribuíram panfletos em uma estação de ônibus e na avenida Tocantins, principal via da região sul de Palmas.

Do G1, em São Paulo
Edmilson Moura.