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MULTA PELA VIDA. A VIDA EM PRIMEIRO LUGAR.

Desde o dia 01 de Novembro de 2014, as multas sobre o principal motivo de mortes nas estradas brasileiras ficaram até 900% mais pesadas.

Segundo a Polícia Rodoviária Federal (PRF), o objetivo é reduzir em 50% o número de mortes no trânsito até 2020.

Veja o que muda

Ultrapassar em local proibido (400%) – de R$ 191,53 para R$ 957,70.

Ultrapassar pelo acostamento (650%) – de R$ 127,69 para R$ 957,70.

Forçar a ultrapassagem (900%) – de R$ 191,54 para R$ 1.915,40.

Disputar corrida (233%) – de R$ 574,62 para R$ 1.915,40.

Promover competição ou exibição de manobras (100%) – de R$ 957,70 para R$ 1.915,40.

Manobra perigosa, mediante arrancada brusca, derrapagem ou frenagem (900%) – de R$ 191,54 para R$ 1.915,40.

Além disso em todos esses casos, os motoristas perderão 7 pontos na carteira.

Edmilson Moura.

PALAVRAS DA AGENTE DE TRÂNSITO DO RIO DE JANEIRO, VOCÊ É JUIZ MAS NÃO É DEUS.

Diz a agente que a indenização é maior que o seu salário, agente que parou juiz em Lei Seca. Luciana Silva Tamburini foi condenada a pagar R$ 5 mil a magistrado. Ele foi parado na blitz e deu voz de prisão ao saber que teria carro rebocado.

Luciana Silva Tamburini exibe ai na imagem o registro de ocorrência após desentendimento com juiz em Lei Seca no RJ. Tamburini exibe registro de ocorrência após desentendimento com juiz em Lei Seca no RJ.

Condenada pela 36ª Vara Cível do Rio de Janeiro a pagar R$ 5 mil ao juiz João Carlos de Souza Correa após um desentendimento numa blitz, a agente da Lei Seca Luciana Silva Tamburini, de 34 anos, disse ao G1 Rio que não teria como pagar a indenização. "Não tenho dinheiro para pagar isso, é mais que meu salário", disse ela.

Internautas criaram uma "vaquinha virtual" para pagar a indenização. Tudo isso porque fez um abordar a um juiz em uma blitz da Lei Seca na Zona Sul do Rio, a agente da operação foi condenada a indenizar o magistrado por danos morais. Luciana Silva Tamburini processou o juiz João Carlos de Souza Correa, alegando ter sido vítima de situação vexatória. Porém, a Justiça entendeu que a vítima de ofensa foi o juiz e não a agente. Ela disse que a "carteirada" que recebeu do magistrado não foi a única ao longo de três anos que trabalhou na Lei Seca.

"Isso acontece todos os dias e não só comigo. Já recebi até um 'Você sabe com quem está falando?' da mulher de um traficante de um morro de Niterói", contou. Luciana acrescenta que vai entrar com recurso no Superior Tribunal de Justiça (STJ) contra a condenação que sofreu. Segundo ela, a decisão do Tribunal de Justiça do Rio é desmotivante.

"É um absurdo. Porque você bota a pessoa ali para trabalhar, para cumprir a lei. É uma pena a lei ser para poucos, para pessoas que têm o poder maior que o nosso. Imagina se vira rotina?", pergunta. Luciana Silva Tamburini.

Ela disse ainda que acredita que esse tipo de decisão não deveria afetar o trabalho que os agentes desempenham no cumprimento da Lei.

"O servidor público fica com medo de aplicar a Lei. Você não pode trabalhar com medo", explicou. Luciana Silva Tamburini.

Sobre o uso da expressão "juiz não é Deus", a servidora disse que houve interpretação errada por parte do magistrado. Segundo ela, na época da abordagem Correa chamou um policial militar e lhe deu voz de prisão.

"O PM já veio na tenda onde eu estava com a algema dizendo que ia me algemar porque ele [o juiz] queria. Eu então disse ao policial que ele queria, mas ele não era Deus. O policial falou isso para o juiz. Não fiz isso com o objetivo de ofender", contou.

Desde 2012 Luciana trabalha na área administrativa do Detran. Segundo ela, o motivo não foi a repercussão do caso. Recentemente, ela passou em um concurso para escrivã da Polícia Federal.

“E disse é importante como um  alerta para a sociedade. A Lei está aí para ser cumprida, para a gente se unir e ter um futuro melhor para filhos e netos. Não podemos ser coagidos por nada".

Luciana agradece a iniciativa, mas tem esperança de que não vai ser preciso pagar a indenização. Luciana  tem esperança de que não vai ser preciso pagar a indenização. Luciana também revelou que sabe do movimento "vaquinha virtual" para ajudar a pagar a indenização ao juiz João Carlos de Souza Correa.

" E disse achei ótimo, mas, se Deus quiser, não vai ser preciso pagar. Vou entrar em contato para ver se é possível fazer uma doação para uma instituição de caridade”.

Entenda o caso
A decisão que foi publicada foi tomada pelo desembargador José Carlos Paes, da 36ª Vara Cível do Rio de Janeiro. Ele entendeu que Luciana “agiu com abuso de poder, ofendendo o réu, mesmo ciente da função pública desempenhada por ele”.
A blitz da Lei Seca ocorreu na Rua Bartolomeu Mitre, no Leblon, em fevereiro de 2011. O juiz João Carlos de Souza Correa conduzia um Land Rover sem placas e não tinha carteira de habilitação. Luciana, na condição de agente de trânsito, informou que o veículo teria de ser apreendido e levado a um pátio. O juiz, por sua vez, exigiu que o carro fosse levado para uma delegacia. Ambos acabaram sendo levados para a 14ª DP (Leblon), onde o caso foi registrado.

Conforme o G1 apurou à época, o juiz alegou que a agente Luciana Tamburini foi debochada. Já a agente da Lei Seca disse que o magistrado agiu com abuso de autoridade.

Luciana acionou a Justiça alegando ter sido ofendida durante exercício de sua função. Ao analisar o recurso, o desembargador José Carlos Paes alegou que “nada mais natural que, ao se identificar, o réu tenha informado à agente de trânsito de que era um juiz de Direito”, considerando assim que o juiz não agiu com a chamada “carteirada”, conforme alegou Luciana.

Para o desembargador, “em defesa da própria função pública que desempenha, nada mais restou ao magistrado, a não ser determinar a prisão da recorrente, que desafiou a própria magistratura e tudo o que ela representa”.

Ao fundamentar sua decisão, o desembargador estabeleceu o valor de R$ 5 mil a ser pago por Luciana ao juiz a título de indenização por danos morais. De acordo com o Tribunal de Justiça do Rio de Janeiro, o juiz não vai se manifestar sobre o caso.

Esclarecimento

Segundo a Operação Lei Seca, todos os motoristas abordados nas blitzes são submetidos aos mesmos procedimentos e a atuação dos agentes está de acordo com a Lei. A Operação Lei Seca é uma campanha educativa e de fiscalização, de caráter permanente, e foi lançada em março de 2009, pela Secretaria de Estado de Governo do Rio de Janeiro. E a Lei está ai e é para ser cumprida.

O certo é que tem que ter uma certa ordem, um certo limite, autoridade demais não é bom e também de menos não pode.

Fonte: Do G1 Rio
Edmilson Moura.

Futuro governador quer interferir na eleição da Assembleia Legislativa




O governador eleito no Maranhão, Flávio Dino, nem bem assumiu o cargo já se arvora de dono dos plenos poderes da Assembleia Legislativa do nosso Estado.

De Brasília, onde ‘twitta’ todos os dias os nomes que irão compor sua equipe, Dino ordenou sua tropa a não comparecer ao plenário do Legislativo maranhense para que seja votada uma PEC que estabelece até dez dias o prazo para que, na provável renúncia de Roseana Sarney agora no início de dezembro, seja eleito de forma indireta o substituto da atual governadora.
O deputado Marcelo Tavares, futuro chefe da Casa Civil do governista de Flávio Dino, foi escalado para impedir que a PEC seja aprovada. O problema não estaria na eleição de Arnaldo Melo para governador pelos 42 votos da Assembleia Legislativa.
A desconfiança é que com a renúncia de Arnaldo Melo para substitutir legalmente Roseana Sarney, os deputados elejam um parlamentar que tenha sido reeleito. E assim, o futuro presidente do Legislativo, no exercício do cargo até o dia 31 de janeiro, queira no dia primeiro de fevereiro se reeleger para o cargo.
Ora, há um compromisso de ampla maioria dos parlamentares reeleitos da base do governo e os da ainda oposição, e mais os novatos com a eleição de Humberto Coutinho para presidente da Assembleia. Dificilmente esse acordo será quebrado.
De 20 deputados eleitos e considerados como aliados do Palácio dos Leões, ao menos 16 disseram ao Blog do Luis Cardoso que vão votar em Humberto Coutinho, numa clara sinalização de que serão governo na gestão de Flávio Dino. Da bancada governista eleita e reeleita, o Blog se arrisca a informar que apenas cinco ficarão na oposição.
Desconfiado, Marcelo Tavares toma como exemplo o fato de Ricardo Murad que estava com a maioria para ser eleito presidente do Legislativo em um dia e acabou no dia seguinte defenestrado do trono que nem sentou. São situações diferentes e Murad nunca esteve com a maioria e muito menos com o apoio da governadora.
Se é para facilitar que um deputado estadual possa ser eleito governador, ainda que pela via indireta, o que seria uma forma de prestigiar a Assembleia Legislativa, basta eleger agora algum parlamentar que não tenha sido reeleito.
O deputado Tatá Milhomem é suplente mas, no exercício do cargo, pode ser efetivado com a renúncia de Arnaldo Melo para ser governador, e tem o perfil ideal para ser o presidente do Legislativo. Aliás, tem o apoio da ampla maioria dos que estão no mandato.
“O Tatá nem precisa me pedir votos. Ele representa aqui quase que a unanimidade da Casa”, disse ontem o deputado Hélio Soares ao Blog. “Se tivesse sido eleito em 2010, com certeza seria nosso presidente”, lembrou o deputado Neto Evangelista.
Então, para evitar que o governador interfira antes do tempo nos destinos do outro poder que deveria ter autonomia, que reine o consenso naquela Casa, e que o diálogo vença a prepotência.

Do: http://luiscardoso.com.br/

JOSÉ DIRCEU COMEÇA A CUMPRIR PRISÃO DOMICILIAR

Ex-chefe da Casa Civil José Dirceu assinou, nesta terça-feira dia 04 de novembro de 2014, um termo que o libera para cumprir o restante da pena em casa.

O ex-chefe da Casa Civil da Presidência da República José Dirceu deixou, por volta das 17h desta terça-feira dia 04 de novembro de 2014, a Vara de Execuções Penais, onde assinou o termo que o libera para cumprir prisão em regime aberto, autorizada pelo Supremo Tribunal Federal na última terça-feira, dia 28 de outubro de 2014. José Dirceu chegou à vara por volta das 13h do dia 04 de novembro de 2014 e não falou com a imprensa.

Condenado na Ação Penal 470, o processo do mensalão, a partir de agora José  Dirceu poderá cumprir em casa o restante da pena inicial de sete anos e 11 meses. Ele obteve o direito à progressão do regime semiaberto para o aberto no dia 20 de outubro , ao cumprir 11 meses e 14 dias de prisão, um sexto da pena, requisito exigido pela Lei de Execução Penal.

O ex-ministro José Dirceu, condenado como mentor do esquema de compra de parlamentares durante o primeiro mandato do ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva, descontou 142 dias da pena por ter trabalhado durante o dia em um escritório de advocacia de Brasília-DF e estudado dentro do presídio. Dirceu foi preso no dia 15 de novembro de 2013.

Já estão em regime aberto o ex-deputado José Genoino (PT), o ex-tesoureiro do PL Jacinto Lamas e o ex-tesoureiro do PT Delúbio Soares, também condenados no processo do mensalão.

Fonte: Agência Brasil
Edmilson Moura

A PALAVRA É: ALÔ VEREADORES TOMEM TENÊNCIA E VAMOS OLHAR A CIDADE

Câmara Municipal em dia de reunião 


O vereador tem o papel prático de representante social, é ele o cara que deveria estar ao lado da comunidade que o elegeu e identificar com as suas necessidades e anseios para a partir daí buscar dispositivos legais ou criá-los quando não existir, e com as possibilidades de melhoria da qualidade de vida do cidadão. No mais é ter vergonha na cara e muita coragem para trabalhar.
Vereadores não sejam parasitas totalmente dispensáveis. Acho que vocês custam uma fortuna para os contribuintes e via de regra se corrompem ou formam, não sei nem o que dentro da câmara.
Vereador (a) na verdade a sua função é basicamente fiscalizar o prefeito! Você pode denunciar uma irregularidade. Seja lá qual for. Você pode ajudar a população a resolver certos problemas.
Antes de mais nada, vamos usar aqui apenas a teoria, porque na prática a coisa é um pouco diferente e vamos lá. Um Vereador deve verificar o que sua comunidade e sua cidade necessitam e se necessário criar leis para melhor atender a população. Um Vereador ele é um representante político que opera no domínio do município.
A PALAVRA É: ALÔ VEREADORES TOMEM TENÊNCIA E VAMOS OLHAR A CIDADE, VEREADORES NÃO SEJAM PARASITAS.

O povo de São Luis Gonzaga do Maranhão, precisa de uma AÇÃO sua, Vereador(a).

Edmilson Moura.

SEM SALÁRIOS, SERVIDORES MUNICIPAIS DE VITORINO FREIRE-MA PROTESTAM NO DIA DE FINADOS.

Neste domingo dia 02 de novembro de 2014,  O dia de Finados, os funcionários públicos da cidade de Vitorino Freire, Maranhão, realizaram um protesto contra a atual gestão.

Eles exigem o pagamento de seus salários que há mais de dois meses não são pagos pelo prefeito José Leandro Maciel (PTdoB). O Zé Leandro

O grupo se reuniu na praça central da cidade em frente a sede da prefeitura e acenderam centenas de velas.

E avisam também que vão se reunir em Assembleia Geral no Sindicato dos Servidores Públicos Municipais.

Muitos reclamam do descaso com o município e afirmam que a cidade está abandonada e sem administração. Abre o olho Ministério Público!

Fonte: Blog do Antonio Filho Mirante
Edmilson Moura.

Fantástico investiga denúncia de desvio de R$ 9 milhões em Anajatuba


Fantástico
Cadê o dinheiro que estava em Anajatuba, uma cidade de 25 mil habitantes no norte do Maranhão? Como toda cidade, Anajatuba precisa contratar empresas prestadoras de serviço e fornecedoras de produtos. E para contratar prestadores e fornecedores, a prefeitura precisa gastar dinheiro. Dinheiro público, evidentemente.
No ano passado, quatro empresas contratadas pela prefeitura de Anajatuba receberam juntas R$ 9 milhões, mas esse dinheiro da prefeitura foi desviado e quem descobriu a falcatrua foi o vice-prefeito Sidney Pereira.
Fantástico: Cadê o dinheiro que estava aqui?
Sidney Pereira, vice-prefeito de Anajatuba: Aí só quem pode explicar é o prefeito.
O vice-prefeito checou documentos, descobriu que houve desvio de dinheiro e fez a denúncia à Polícia Federal (PF) e ao Ministério Público (MP).
“Se trata de milhões. Milhões que deveriam estar sendo usados no município de forma mais justa junto com aquelas pessoas que realmente precisam”, disse Sidney Pereira.
Muita gente realmente precisa desses recursos em Anajatuba, até mesmo para alimentar as crianças na escola, onde nem sempre tem água.
Fantástico: Se não pegar água no poço não tem merenda.
Adozinda Pereira, merendeira: Não, porque tem dia que não dá, e aí a gente tem que fazer a merenda, não é? A gente tem que fazer a merenda.
“Quando não tem a merenda, eu mando que as professoras despache antes do horário, porque as crianças não pode ficar com fome”, afirma Marenice Pereira, diretora da escola.
Quando entra em uma investigação, o repórter secreto tem um lema: siga o dinheiro. Ele seguiu.
Das quatro empresas contratadas pela prefeitura de Anajatuba, a que levou mais dinheiro se chama A4. Em 2013, a A4 fechou um contrato de R$ 6,5 milhões para alugar carros e máquinas.
O repórter secreto foi até a sede da empresa.
Fantástico: A gente está procurando a A4.
Paulo Moisés de Albuquerque, filho do dono do imóvel alugado pela empresa A4: Era aí.
Fantástico: Era, não é mais.
Fantástico: Essa empresa funcionou durante quanto tempo aqui?
Paulo Moisés de Albuquerque: Um ano e meio.
Fantástico: E que que funcionava aí?
Paulo Moisés de Albuquerque: Nada. Funcionava nada, não. Ficava fechado. Só fachada.
Uma empresa de fachada recebe milhões da prefeitura. Aí tem.
“Essa empresa, na verdade, ela só entra na emissão das notas fiscais”, conta Sidney Pereira, vice-prefeito de Anajatuba.
O repórter secreto deu mais um passo e foi atrás de um homem que aparece como sócio da A4: Raimundo Nonato Silva Abreu Júnior. Ele está sendo investigado pela Polícia Federal e pelo Ministério Público, mas nega que seja empresário: “Sou taxista sindicalizado”, diz Raimundo.
Raimundo diz que trabalhou apenas como motorista do dono da A4.
Fantástico: E por que usaram teu nome?
Raimundo: Pra não aparecerem. E eu fui descobrir depois de muito tempo.
O homem está tenso. Desde que o vice-prefeito fez a denúncia, Raimundo se sente ameaçado por aquele que seria o chefe do esquema, por isso anda armado.
Raimundo: Eu vim até armado.
Fantástico: Nós somos jornalistas da TV Globo.
Raimundo: Rapaz, eu vou pra matar ou pra morrer.
Daqui a pouco aparece o pai de Raimundo. Ficou desconfiado do nosso repórter. Ele também é taxista. Ele também está armado, por baixo da camisa.
Pai de Raimundo: Eu vim preparado.
Fantástico: Nós somos jornalistas, já nos identificamos com ele. TV Globo.
Aí o Raimundo pai se acalma e guarda a arma no carro. Ele diz que veio defender Júnior. “O cara é inocente, então… Pegar, fazer uma molecagem dessa. Um caboco desse merece a gente dar um tiro na cara dele”, disse.
Mas se Raimundo filho não é dono da empresa, quem é? Ouvimos pela primeira vez o nome de quem seria o verdadeiro dono dessa empresa: Fabiano de Carvalho Bezerra.
O repórter secreto vai agora à sede de outra empresa contratada pela prefeitura no ano passado. É a MR Serviços. Valor do contrato: R$ 855 mil. Para coleta de lixo.
Fantástico: Esse endereço aqui, ó, Avenida Cafeteira, 1413, em Raposo, é o da senhora, né?
Senhora: É, mas aqui não tem comércio, não.
Fantástico: A senhora mora aqui há quantos anos?
Senhora: Uns 17. Essa casa que eu levantei, aqui era uma lagoa. Só mato quando eu comprei o terreno. Você acredita?
Depois das denúncias do vice-prefeito, a MR Serviços, uma empresa fantasma, foi substituída pela RR Empreendimentos supostamente para prestar os mesmos serviços de coleta de lixo.
O repórter Eduardo Faustini foi então até a sede da empresa, que fica em uma cidade vizinha: Raposa, também na Bahia. Em Raposa, o repórter secreto ouviu mais uma vez o nome do homem que estaria por trás do desvio de dinheiro da prefeitura.
Fantástico: Você trabalha aqui?
Funcionário: Trabalho.
Fantástico: Quem é o dono?
Funcionário: Fabiano.
Fantástico: Fabiano? Fabiano de quê?
Funcionário: Bezerra.
Fabiano Bezerra. Daqui a pouco vamos voltar a esse nome.
Do lado da RR, fica mais uma empresa: a construtora Construir. A Construir teve em 2013 contratos no valor de R$ 1,4 milhão. Para reforma de escola e obras em estradas vicinais.
“Essa empresa nunca teve no município”, disse o vice-prefeito.
E afinal? O que o prefeito tem a dizer sobre isso?
“Essas empresas que foram objeto já de denúncias anteriores não trabalham mais para prefeitura de Anajatuba”, afirma Hélder Aragão, prefeito de Anajatuba/MA.
Não trabalham mais porque o atual vice-prefeito foi quem denunciou às empresas ao Ministério Público e à Polícia Federal. Mas uma delas ficou.
“Não sei se ainda tem. Acho que ainda tem uma empresa, acho que é a A4, não é? Que ainda presta serviço pra Anajatuba”, disse o prefeito.
O senhor prefeito ainda é alvo da investigação da Polícia Federal por outro motivo: segundo o depoimento de um funcionário da prefeitura, ele teria fraudado dinheiro do ensino público. Em 2013, Anajatuba tinha 5.500 alunos, mas enviou ao Governo Federal uma lista com cerca de 6 mil crianças. Isso porque…
Fantástico: Quanto mais aluno…
Vice-prefeito: Mais dinheiro entra.
“Ele tinha apenas dois anos de idade, quando ele foi matriculado”, disse Roberta Dutra, mãe de menino matriculado indevidamente.
E agora, prefeito? “Esse erro, esse erro, foi algo que não proposital”, disse ele.
Quando essas crianças da lista começarem realmente a estudar, tomara que não encontrem a realidade vivida pelos alunos da Escola Municipal Maria Oliveira Bogea. Veja no vídeo acima as condições em que a merenda é feita lá.
Fantástico: A senhora pega água?
Funcionária: Pego. Agorinha vim do poço. Esses baldes d’água nós fomo pegar no poço.
O Governo Federal informa que Anajatuba tem R$ 15,5 milhões do Fundo de Manutenção e Desenvolvimento da Educação Básica. Desse dinheiro será descontado o valor pago a mais por conta do cadastro fraudado.
“Recebemos uma média de 7 mil denúncias a cada ano. Não posso afirmar quantas exatamente envolvem prefeituras, mas a estimativa é de cerca de 70%. Então, 70% de 7 mil envolvem prefeituras”, disse Jorge Hage, ministro-chefe da Controladoria-Geral da União.
São denúncias de todo tipo, incluindo aquelas sobre empresas fantasmas. Em Anajatuba, quem estaria por trás delas? As investigações apontam para Fabiano Bezerra, um empresário da cidade.
No mês passado, um ex-funcionário de Fabiano deu depoimento à Polícia Federal em São Luís. Com medo de represália, ele pediu para não ter a identidade divulgada.
O ex-funcionário afirmou que Fabiano Bezerra é o responsável pelas empresas A4, Construir, RR Serviços e MR Serviços, as tais quatro empresas que fecharam contratos de R$ 9 milhões com a prefeitura.
A testemunha disse também que o esquema das empresas é prestar serviços e fornecer produtos superfaturados a diversas prefeituras e que todas as notas dessas empresas são frias.
O repórter Eduardo Faustini procurou Fabiano Bezerra em casa e pelo telefone. Ele nega ser dono das empresas. Mesmo assim, defende a A4. Afirma que o que seriam as verdadeiras instalações dessa empresa são de primeira qualidade. “A sede da empresa é top de linha! Tem uma placa na frente, A4, direitinho…”, diz Fabiano.
Fabiano deu o suposto endereço, e o repórter secreto foi até lá. De fato, tem uma placa na frente, mas veja o que diz um vizinho da tal sede.
Guilherme Ferreira, comerciante: Uns quatro meses.
Fantástico: Quatro meses que abriu?
Guilherme Ferreira: É.
Fantástico: O senhor vê movimentação aí?
Guilherme Ferreira: Não. Não vejo, não.
Fantástico: Nunca teve empresa aberta aí?
Guilherme Ferreira: Que eu saiba, não.
Fantástico: E o senhor tá há quanto tempo aqui no comércio?
Guilherme Ferreira: Oito anos.
Mas, afinal, senhor Fabiano Bezerra, cadê o dinheiro que estava aqui?

Do: http://marrapa.com/

Imagens do dia.



Essa primeira imagem, é na Praça da Cohabinha, esses belos animais fazendo a poda no jardim. Talvez por medidas econômicas o prefeito tenha contratado esse tipo de trabalhadores, porque alem de fazerem a poda, ainda deixam o esterco como adubo, mas na verdade, isso é um desleixo que vai para a conta da administração. Já a segunda imagem, é um perigo eminente ao transeunte, até porque fica ao lado da feira no centro da cidade. Naturalmente também para economizar o prefeito manda fazer com material de má qualidade que dá nisso aí, até com o peso de uma carroça se quebra. Alô vereadores tomem tenência e vamos olhar a cidade.   

Imagem do dia.

Na cidade que tem prefeito e vereadores atuantes, dificilmente se vê um bem público nesta situação há mais de mês atirado na calçado. Um telefone orelhão que tanto serve a comunidade. Quer queira ou não, isso vai para a responsabilidade da administração local, administração essa pífia onde o prefeito não mora no município, e os veadores ficam na moita, dificilmente se vê um.  Vereadores  esses,  que nós elegemos para nos defender, onde a grande maioria são uns fariseus  hipócritas, pregam uma coisa, e fazem ao contrario, ou seja, fingem que estão do lado do povo quando na verdade estão do lado do dinheiro defendendo e endeusando o prefeito. Como é que se governa com responsabilidade desse jeito?     

NO MARANHÃO, TELEFONIA ADOTARÁ NONO DIGITO A PARTIR DE DOMINGO

Medida segue uma resolução da Agência Nacional de Telecomunicações. Muitos usuários do Maranhão ficaram surpresos com a alteração.

A partir deste domingo dia 02 de novembro de 2014, o números de celulares do Maranhão terão um número a mais. Será acrescentado o dígito "9" à esquerda dos atuais números de celular, que passarão a ter o seguinte formato: 9xxxx-xxxx. Essa é a solução encontrada pela Agência Nacional de Telecomunicações (Anatel), por conta do esgotamento de novas combinações numéricas.

No período de 2 a 11 de novembro, discagens feitas com apenas oito dígitos ainda serão completadas normalmente, para adaptação das redes e dos usuários. Todos que forem fazer uma ligação para um celular, seja de um telefone fixo ou móvel, deverá acrescentar o dígito 9 antes do número antigo. A partir do dia 12 de novembro de 2014, os usuários que esquecerem de incluir o número 9 ouvirão uma mensagem indicando a mudança. Deste dia em diante, as ligações podem ser completadas ou não, dependendo do critério adotado por cada uma das operadoras.

Além do Maranhão, os estados do Amapá, Amazonas, Pará e Roraima também ganharão dígito a mais. A alteração já aconteceu nos estados de São Paulo, Rio de Janeiro e Espírito Santo. A expansão para o restante do país, também, tem como objetivo padronizar as discagens para telefonia móvel e para a ativação de mais linhas em regiões com muitos habitantes.

A Agência Nacional de Telecomunicações (Anatel) divulgou uma cartilha para tirar eventuais dúvidas de usuários de telefonia móvel.

O nono dígito pra melhor entender, será implementado nos Estados do Amapá (DDD 96), Amazonas (DDDs 92 e 97), Maranhão (DDDs 98 e 99), Pará (DDDs 91, 93 e 94) e Roraima (DDD 95) a partir de 2 de novembro de 2014
A medida, que já foi implementada no Espírito Santo, Rio de Janeiro e São Paulo, tem como objetivo ampliar os recursos de numeração para o Serviço Móvel Pessoal.

A partir da mudança, o dígito 9 (nove) será acrescentado à esquerda dos atuais números de celular, que passarão a ter o seguinte formato: 9xxxx-xxxx. No momento da discagem, o nono dígito deverá ser acrescentado por todos os usuários de telefone fixo e móvel que liguem para telefones móveis dos Estados do Amapá, Amazonas, Maranhão, Pará e Roraima (DDD 95), independentemente do local de origem da chamada.

Por um tempo determinado, as ligações discadas com oito dígitos ainda serão completadas, para adaptação das redes e dos usuários. Gradualmente, haverá interceptações das chamadas e os usuários receberão mensagens com orientações sobre a nova forma de discagem. Após esse período de transição, as chamadas marcadas com oito dígitos não serão mais completadas.

Além das adequações técnicas por parte das prestadoras de serviço de telecomunicações, essa medida demandará da sociedade a realização de eventuais ajustes em equipamentos e sistemas privados como, por exemplo, equipamentos de PABX e agendas de contatos.

As operadoras de telefonia também criam páginas em seus portais, onde os usuários podem buscar mais informações, baixar apps e atualizar automaticamente suas agendas de contato:

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Edmilson Moura