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A cidade ainda se encontra estarrecida pela agressão moral sofrida no dia 04-09-2011
18:50
4 comments
Depois que a poeira está baixando, e pelos relatos de pais e mães de família, é que a gente está vendo o tamanho do estrago que causou na sociedade, o tal evento libidinoso.
Eu fiz uma segunda critica, e tinha decidido não tocar mas no assunto. Mas hoje mesmo fui abordado na rua por algumas pessoas, já que elas me tem como um defensor dos bons costumes, e tenho esse blog, eles me pediram para que eu divulgasse mas vezes, e que o rapaz que organizou o tal evento, só não foi bem feliz, mas não tem tanta culpa por esse ato tão irresponsável, porque todo mundo que comenta , só atribui a culpa ao gestor municipal, que foi bastante inconseqüente em trocar o desfile de 07 de setembro uma festa cívica e tradicional, por uma festa indecente daquela.
Um prefeito que se presa e presa sua cidade não aceita um evento daquela natureza em seu município. Eu não quero ser a palmatória do mundo e também não sou o puritano, e até digo a sacanagem faz parte, e é até salutar, dependendo de como ela é tratada e lá no seu devido ambiente, respeitando as famílias e principalmente as crianças, a família é uma instituição universal que deve ser respeitada.
Os caras alem de não respeitarem nada disso, cometeram outros crimes, como cantar em público o Hino Nacional Brasileiro pelados somente com um cordão enfiado na bunda, o hino nacional foi interrompido pelo meio para a execução do hino do movimento gay, isso no maior deboche o que não pode, ou seja o hino nacional não pode ser interrompido.
Como se não bastasse esse xarope amargo que o manda chuva empurra goela a baixo do povo, que é esse parlamento inoperante, tirando 03 vereadores que se aproveita porque o resto em se tratando de beneficiar o povo, é zero há esquerda, é só a pura hipocrisia. É lamentável a situação da presidenta da casa, perdeu por completo o controle da situação. Mas o papel de marionete é esse mesmo, e a coisa tumultuada é melhor pra eles.
Nota de Agradecimento
07:57
2 comments
Um pé em terras Brasileiras e o outro em terras francesas (Oiapoque) |
Aproveito para pedir mais uma vez desculpas pelos comentários que foram apagados por problemas do sistema, mas podem comentarem a vontade. Por falar em comentários, postei uma critica sobre um evento devasso que aconteceu no dia 04-09-2011, que deixou nossa recatada cidade estarrecida com tanta libertinagem. Simplesmente critiquei porque sou defensor dos bons costumes. Mas o organizador do evento se achou ofendido com a critica, e rebateu com outra critica, e é por isso que o blog é bom. Só que não é de hoje que esse rapazinho cismou de mim, olha camarada, até que provem ao contrario, eu sou um cidadão de bem.
Agora tu fica ligado, porque o conselho tutelar faz é tempo que está de olho em ti e tu deve saber disso, porque a cidade toda comenta, infelizmente as autoridades não trabalham com a prevenção, esperam primeiro acontecer a desgraça para só depois agir. E também já te disse uma vez e vou repetir, tu não és páreo pra mim, entre eu e tu eu não peço eu pido, entre eu e tu eu não meço eu mido. Estas frases não são minhas, são do saudoso e ex-presidente da República, Janio Quadros, e ainda ti digo mais, tu és um péssimo exemplo para a juventude gonzaguense.
Reflexão ao verdadeiro amor a Deus
07:51
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Se em minha vida não ajo como filho de Deus, fechando o meu coração ao amor.
Será inútil dizer: PAI NOSSO.
Se os meus valores são representados pelos bens da terra.
Será inútil dizer; QUE ESTAIS NO CÉU.
Se penso apenas em ser cristão por medo, superstição e comodismo.
Será inútil dizer: SANTIFICADO SEJA O VOSSO NOME.
Se acho tão sedutora a vida aqui, cheia de supérfluos e futilidade.
Será inútil dizer: VENHA A NÓS O VOSSO REINO.
Se no fundo o que eu quero mesmo é que todos os desejos se realizem.
Será inútil dizer: SEJA FEITA VOSSA VONTADE , ASSIM NA TERRA COMO NO CÉU.
Se prefiro acumular riquezas, desprezando meus irmãos que passam fome.
Será inútil dizer: O PÃO NOSSO DE CADA DIA NOS DAÍ HOJE.
Se não importa em ferir, injustiçar, oprimir e magoar aos que atravessam o meu caminho.
Será inútil dizer: PERDOAI AS NOSSAS OFENSAS, ASSIM COMO NÓS PERDOAMOS QUEM NOS TEM OFENDIDO.
Se escolho sempre o caminho mais fácil, que nem sempre é o caminho do Cristo. Será inútil dizer: E NÃO DEIXEIS CAIR EM TENTAÇÃO.
Se por minha vontade procuro os prazeres matérias e tudo o que é proibido me seduz.
Será inútil dizer: LIVRAI-NOS DO MAL
Se sabendo que sou assim, continuo me omitindo e nada faço para me modificar.
Será inútil dizer: AMÉM.
Que Jesus nos inspire para a construção do novo milênio, fazendo-nos homens melhores num mundo melhor.
Que Deus abençoe a todos nós.....
Perdendo a Moral
17:21
1 comment
Não poderia deixar de comentar sobre a reunião parlamentar de sexta feira, 09-09-2011 onde se percebeu nitidamente que a presidente da casa perdeu completamente a noção para conduzir os trabalhos parlamentares, ou melhor nunca teve esta competência para tal serviço, é simplesmente uma marionete nas mãos de quem comprou sua candidatura. Eu até aconselharia há nobre presidenta, para quando for para suas reuniões, que não deixe de levar pelo menos um saco de estopa para meter a cara naqueles momentos cruciais de muita vergonha que a parlamentar passa, eu volto a dizer, Deus ajude que você saia dessa com saúde.
Nesta mesma reunião a nobre vereadora e um outro parlamentar, em seus discursos falaram de um senhor que por falta do que fazer, anda fotografando figuras políticas para fazer críticas. É verdade, e esta pessoa sou eu, pelo menos dessa vez vocês não mentiram, realmente eu estava sem fazer nada por ter me aposentado, mas como me acho ainda bastante saudável, optei pelo voluntariado, me tornando um voluntario do bem, levantando esta bandeira há favor dos oprimidos e injustiçado principalmente por vocês com essa política hipócrita, medíocre e por demais perversa.
Quero dizer também que, vocês com esse vergonhoso complô e esse festival de mentiras contra o vereador Eleonilson, jamais vão conseguir desvirtuá-lo, ele é igual massa de bolo, quanto mais batem nele mas ele cresse.
Quero louvar o vereador Nato que foi bastante providencial em sua reprimenda curta e direta com o excesso dos abusos da presidenta da casa. Quero dizer pra vocês da bancada do prefeito. É o seguinte, O tempo disse para o tempo, e o tempo lhe respondeu ,Quem está com o tempo na mão, e dele não se valeu, depois não vá dizer, que o bom tempo se perdeu. (dito popular)
A independência do Brasil
20:56
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Tenho poucas lembranças de minha fase de criança quando morava em Ipiranga (município de Barra do Corda), mas sempre que ouço o hino da independência (instrumental), me vem à memória aquele lugar.
Deve ser uma parte de minha mente que guardou alguma lembrança deste hino em um determinado momento vivido, ou deve ser apenas delírio mesmo.
Bom, seja qual for a explicação, fato é que esse é um dos poucos momentos de civismo que ainda tenho comigo, tanto é que criei o hábito de sempre ouvir tal hino nesta época do ano à tardezinha no cair da noite. Tradição, apenas uma tradição.
Outra lembrança guardada (desta vez em Barra do Corda) eram os desfiles escolares que passavam em frente à igreja matriz na praça Melo Uchoa. Embora fôssemos “obrigados” a desfilar, me sentia bem em fazer aquilo.
Mas esse espírito de patriotismo pode nos levar a uma espécie de cegueira social.
É tudo muito bonito vermos as paradas por todo o País: aviões, esquadrilha da fumaça, carros blindados e todo o aparato militar para nos mostrar a “grandiosidade” de nossas forças armadas (que sucateadas ou enferrujadas como devem estar) imprimem medo (?) em nossos “inimigos” (talvez em contrair tétano ou alguma outra doença caso não estejam vacinados).
Um dos grandes problemas do Brasil é que os feitos realizados nem sempre correspondem à realidade dos fatos. Pintam e escrevem nos livros a nossa história como se fosse um conto de fadas.
O Brasil se tornou independente de quem? De Portugal? Posso até concordar, mas sempre fica uma cisma que não sai com nada.
Ficamos com a herança maldita do império portugul.Um rei que deixou um legado político que sobreviveu ao tempo.
Hoje não somos mais o Brasil império, mas temos hoje um sistema político vicioso e oligárquico, que traz em suas entranhas o modelo do Brasil colônia: títulos, terra, poder...
Não sabemos mais distinguir o que é um bem público e o que é privado. O Estado estar sendo explorado e isso desde que quando fomos “descobertos”.
O Brasil sobreviveu e ainda sobrevive a essa exploração social e financeira, e o pior, de seus próprios filhos (só se for filhos de uma égua, sem ofensas à égua).
E esse vírus que sobrevive ao tempo com o passar das gerações, atinge até mesmo o mais simples dos brasileiros, quando este olha para o Estado e passa a depredá-lo também.
E aqui cabe o poema de Francisco Alvim que tem como título: “Argumento”, que diz: “Mas se todos fazem”, e essa é a justificativa para todos que querem tirar o pedaço deste bolo que se chama Brasil.
O Brasil foi loteado em capitanias hereditárias durante a sua exploração, digo, colonização, e essa é uma das heranças malditas que ainda temos.
Verdadeiros clãs formados em cada estado brasileiro, e se tornam legalmente habilitados pela “festa da democracia”, e uma vez eleitos não abrem mãos de suas emendas parlamentares para lucrarem com isso (corrupção, desvios de verbas, superfaturamento...).
E com a corrupção impregnada que vem sofrendo ao longo dos séculos, o Brasil agora se encontra na UTI, e se nada for feito temo que, num futuro não tão distante, não tenhamos mais o que comemorar no dia de nossa independência.
“Corrupção não é pecado, mas é um sistema político desgraçado e legitimado”. Arnaldo Jabor.
Deve ser uma parte de minha mente que guardou alguma lembrança deste hino em um determinado momento vivido, ou deve ser apenas delírio mesmo.
Bom, seja qual for a explicação, fato é que esse é um dos poucos momentos de civismo que ainda tenho comigo, tanto é que criei o hábito de sempre ouvir tal hino nesta época do ano à tardezinha no cair da noite. Tradição, apenas uma tradição.
Outra lembrança guardada (desta vez em Barra do Corda) eram os desfiles escolares que passavam em frente à igreja matriz na praça Melo Uchoa. Embora fôssemos “obrigados” a desfilar, me sentia bem em fazer aquilo.
Mas esse espírito de patriotismo pode nos levar a uma espécie de cegueira social.
É tudo muito bonito vermos as paradas por todo o País: aviões, esquadrilha da fumaça, carros blindados e todo o aparato militar para nos mostrar a “grandiosidade” de nossas forças armadas (que sucateadas ou enferrujadas como devem estar) imprimem medo (?) em nossos “inimigos” (talvez em contrair tétano ou alguma outra doença caso não estejam vacinados).
Um dos grandes problemas do Brasil é que os feitos realizados nem sempre correspondem à realidade dos fatos. Pintam e escrevem nos livros a nossa história como se fosse um conto de fadas.
O Brasil se tornou independente de quem? De Portugal? Posso até concordar, mas sempre fica uma cisma que não sai com nada.
Ficamos com a herança maldita do império portugul.Um rei que deixou um legado político que sobreviveu ao tempo.
Hoje não somos mais o Brasil império, mas temos hoje um sistema político vicioso e oligárquico, que traz em suas entranhas o modelo do Brasil colônia: títulos, terra, poder...
Não sabemos mais distinguir o que é um bem público e o que é privado. O Estado estar sendo explorado e isso desde que quando fomos “descobertos”.
O Brasil sobreviveu e ainda sobrevive a essa exploração social e financeira, e o pior, de seus próprios filhos (só se for filhos de uma égua, sem ofensas à égua).
E esse vírus que sobrevive ao tempo com o passar das gerações, atinge até mesmo o mais simples dos brasileiros, quando este olha para o Estado e passa a depredá-lo também.
E aqui cabe o poema de Francisco Alvim que tem como título: “Argumento”, que diz: “Mas se todos fazem”, e essa é a justificativa para todos que querem tirar o pedaço deste bolo que se chama Brasil.
O Brasil foi loteado em capitanias hereditárias durante a sua exploração, digo, colonização, e essa é uma das heranças malditas que ainda temos.
Verdadeiros clãs formados em cada estado brasileiro, e se tornam legalmente habilitados pela “festa da democracia”, e uma vez eleitos não abrem mãos de suas emendas parlamentares para lucrarem com isso (corrupção, desvios de verbas, superfaturamento...).
E com a corrupção impregnada que vem sofrendo ao longo dos séculos, o Brasil agora se encontra na UTI, e se nada for feito temo que, num futuro não tão distante, não tenhamos mais o que comemorar no dia de nossa independência.
“Corrupção não é pecado, mas é um sistema político desgraçado e legitimado”. Arnaldo Jabor.
Fonte: TB
Retrato do Nepotismo
20:34
1 comment
Vejam mais um gesto de prepotência da ditadura branco de nosso município. A placa fala por se, Tio e Sobrinho. Será que são parentes?
Sodoma e Gomorra
15:06
9 comments
Sodoma e Gomorra, duas cidades que teriam sido destruídas por Deus com fogo e enxofre descido do céu. Segundo o relato bíblico, as cidades e os seus habitantes foram destruídos por Deus devido a prática de atos imorais.
Isto é o saldo de uma tarde-noite de Sodoma e Gomorra, que viveu nossa recatada São Luis Gonzaga, no dia 04-09-2011, onde a concentração maior foi na quadra de esporte, lá mesmo foi que o bicho pegou, muita putaria sexo praticamente explicito e muito mais.
A pergunta é, como é que fica nossas crianças e os bons costumes? Já que o evento devasso teve inicio pela parte da tarde? Eu estava sentado no restaurante defronte a quadra, quando chegou um integrante do evento que não era daqui, ele próprio reclamado dizendo assim, se eu soubesse que esse movimento era só para crianças eu não teria vindo.
Agora, o que revolta o contribuinte é que, o prefeito patrocinou esse tal evento, mas de certa forma proibiu o desfile de 07 de setembro isso pela segunda vez. Mas para isso tem uma explicação. É que o pessoal da parada gay, votam e criança não.
Dê sua opinião na enque do Blog
10:08
6 comments
Lembre-se, sua opinião é muito importante!
O Templo da Liga do Mal
21:06
1 comment
É como se diz popularmente, mato que não tem onça, veado escaramuça, vejam só, quanta folga e ousadia desse casal. Só mesmo em São Luis Gonzaga se ver uma coisa dessa. Uma Igreja pintada com tinta padrão do município, digamos que não esteja errado, mas o logotipo do lema da administração, tenha a santa paciência seu prefeito, você não governa só para bestas iguais seus vereadores e seus puxa sacos não, você deve é se mancar e respeitar o povo e entender que o município não é propriedade sua.
O enterro do dia 07 de setembro em São Luis Gonzaga do Maranhão
19:38
2 comments
Vejam o enterro do dia 07 de setembro, de São Luis Gonzaga do Maranhão, que o gestor municipal assassinou, naturalmente por se tratar de educação, haja visto que o mesmo não se entende com os educadores municipais. E também para externar o seu sentimento antipatriótico, e repúdio pela cidade que nunca considerou. Por isso não realizou esse ato cívico de suma importância para todos os brasileiros.
Mais uma vez a madrinha da Parada Gay não compareceu ao evento
09:59
7 comments
Meu Povo, será quer realmente ela apoia o movimento?
Deixou claro que não, pois no dia da parada ela se quer pisou no municipio.
Foi muito cidado o nome de um parlamentar por não compareceu ao evento, mais se a madrinha não foi por que ela tinha essa obrigação?
Só sei que mais uma vez, anunciaram muito e a madrinha não apareceu, será por que meu povo?
Casal de ditadores e seus comandados
16:09
8 comments
Em São Luis Gonzaga, definitivamente o mal dominou o bem. Sexta feira 02-09 2011, tivemos o desprazer de presencia mas um gesto imbecil e truculento do ditador municipal que foi impedir a realização da reunião na câmara municipal, tão somente porque ia ser tratado assuntos de interesse para a educação. Agente já não tem mais dúvidas, de que, o prefeito de São Luis Gonzaga quer mesmo é transformar o município em um pequeno Maranhão, adaptando a filosofia política do bruxo velho Sarney,que manda no Estado há quase meio século, onde todos os índices sociais apontam para a lama, e esta conquista o nosso gestor já conseguiu para a nossa cidade também, é claro, juntamente com sua equipe de malfeitores sociais que são os vereadores de sua bancada, que mensalmente lhe custa milhares de reais pago com o dinheiro do contribuinte.
Aqui o lema do ditador municipal, é, quem é a favor pode viver, mas quem é do contra, é para morrer. Esta é a estratégia que para um administrador impiedoso funciona muito bem, o exemplo mais ridículo, foi dois vereadores covardes que abandonaram a causa do povo pele causa do prefeito por pura conveniência, ou seja, ganhar uns reais a mais para dar sustentação ao esquema fraudulento do casal .
A coisa está chegando ao cumulo do absurdo, antes para não acontecer as reuniões, a presidenta só escondia o livro de pontos e ia embora, deixando os vereadores de oposição rodados, mas porem dentro de casa, mas agora mudou ela tranca o parlamento e leva a chave, para os vereadores que são há favor do povo, se quer entrar no prédio. É dito por muitos, que os gonzaguenses tem o governo que merecem, eu particularmente não concordo, concordo sim, com o regime de imposição e coação adotado pela organização impostora do gestor. Nós de São Luis Gonzaga, estamos na situação de, se correr o bicho pega e se ficar o bicho come, Ou seja, o prefeito tem sua tropa de choque que são os vereadores de aluguel para dar aval em seus desmandos, do outro lado está a primeira dama que fica destilando seu veneno em sua casa em outro município, isso depois que coloca uma legião de cupicha em cada repartição do município tem um ou dois, as vezes um para vigiar o outro, cada qual com um celular fornecido por ela mas comprado com o nosso dinheiro, qualquer um funcionário que pisar na bola o telefone toca lá e no outro dia cabeça rola sem dó e sem piedade, assim para dar exemplo e se realizar egoisticamente.
Por meio da truculência ameaças e do assédio moral, eles já conseguiram deixar pelo menos os quase 500 funcionários públicos municipais, frustrados e impotentes, a prova maior foi o evento que o sindicato deles próprios promoveu para protestar contra os abusos da administração para com eles, vejam só como estas pessoas se encontram, realmente traumatizadas e impotentes, porque de quase 500 servidores talvez apareceu 50 no evento para protestar. E tudo indica que, com a individualização dos líderes da oposição, vai facilitar muito mais para eles se perpetuarem no poder. Isso é o que não se espera.
Aqui o lema do ditador municipal, é, quem é a favor pode viver, mas quem é do contra, é para morrer. Esta é a estratégia que para um administrador impiedoso funciona muito bem, o exemplo mais ridículo, foi dois vereadores covardes que abandonaram a causa do povo pele causa do prefeito por pura conveniência, ou seja, ganhar uns reais a mais para dar sustentação ao esquema fraudulento do casal .
A coisa está chegando ao cumulo do absurdo, antes para não acontecer as reuniões, a presidenta só escondia o livro de pontos e ia embora, deixando os vereadores de oposição rodados, mas porem dentro de casa, mas agora mudou ela tranca o parlamento e leva a chave, para os vereadores que são há favor do povo, se quer entrar no prédio. É dito por muitos, que os gonzaguenses tem o governo que merecem, eu particularmente não concordo, concordo sim, com o regime de imposição e coação adotado pela organização impostora do gestor. Nós de São Luis Gonzaga, estamos na situação de, se correr o bicho pega e se ficar o bicho come, Ou seja, o prefeito tem sua tropa de choque que são os vereadores de aluguel para dar aval em seus desmandos, do outro lado está a primeira dama que fica destilando seu veneno em sua casa em outro município, isso depois que coloca uma legião de cupicha em cada repartição do município tem um ou dois, as vezes um para vigiar o outro, cada qual com um celular fornecido por ela mas comprado com o nosso dinheiro, qualquer um funcionário que pisar na bola o telefone toca lá e no outro dia cabeça rola sem dó e sem piedade, assim para dar exemplo e se realizar egoisticamente.
Por meio da truculência ameaças e do assédio moral, eles já conseguiram deixar pelo menos os quase 500 funcionários públicos municipais, frustrados e impotentes, a prova maior foi o evento que o sindicato deles próprios promoveu para protestar contra os abusos da administração para com eles, vejam só como estas pessoas se encontram, realmente traumatizadas e impotentes, porque de quase 500 servidores talvez apareceu 50 no evento para protestar. E tudo indica que, com a individualização dos líderes da oposição, vai facilitar muito mais para eles se perpetuarem no poder. Isso é o que não se espera.
Impunidade x Imunidade
10:29
2 comments
Quando alguém comete um delito e não é punido a isso chamamos de impunidade.
Quando alguém está isento de punição, que está livre do castigo, a isso chamamos de imunidade.
Com a riqueza de vocabulário da nossa língua portuguesa, as pessoas, em especial os políticos, costumeiramente fazem confusão das sinonímias, seja por ingenuidade, ignorância ou espertamente para fugir da responsabilidade como se nada tivesse acontecido e muita das vezes utilizando-se do suborno para livrar-se dos rigores da lei.
Na história recente do nosso país a impunidade, por pouco, já não foi institucionalizada uma vez que tornou-se lugar comum e corriqueiramente temos visto fatos ocorrerem sem que não se tenha notícia de qualquer punição.
A respeitada Polícia Federal contabiliza uma estatística nada recomendável para um pais que luta para vencer o câncer da esperteza e consta que alguns figurões foram presos, no entanto parece que se continua fazendo vistas grossas para o cumprimento do dever de todo e qualquer cidadão, onde deveríamos buscar o direito à dignidade como parâmetro.
Dentro desse contexto somos obrigados a conviver com o desconforto de sermos honestos, vemos cada vez mais a corrupção avançar ao nível da banalização e como conseqüência natural a triste realidade da incidência desse mal que parece incurável, como dizia Lord Atcton na frase famosa em Teoria Política: “ O Poder tende a corromper e o Poder absoluto, corrompe absolutamente”.
É lastimável termos que ver e conviver com efeitos midiáticos mirabolantes, quase que diariamente como se fosse uma festa interminável, enquanto isto vemos as escolas caindo aos pedaços e a saúde adoentada com tantos desvios de recursos públicos.
Que essa reflexão possa aguçar o desejo de praticarmos o bem a quem quer que seja, para que um dia essa praga da corrupção seja banida do nosso convívio diário e que o bem possa prevalecer sem que sejamos obrigados a perder a esperança.
Quando alguém está isento de punição, que está livre do castigo, a isso chamamos de imunidade.
Com a riqueza de vocabulário da nossa língua portuguesa, as pessoas, em especial os políticos, costumeiramente fazem confusão das sinonímias, seja por ingenuidade, ignorância ou espertamente para fugir da responsabilidade como se nada tivesse acontecido e muita das vezes utilizando-se do suborno para livrar-se dos rigores da lei.
Na história recente do nosso país a impunidade, por pouco, já não foi institucionalizada uma vez que tornou-se lugar comum e corriqueiramente temos visto fatos ocorrerem sem que não se tenha notícia de qualquer punição.
A respeitada Polícia Federal contabiliza uma estatística nada recomendável para um pais que luta para vencer o câncer da esperteza e consta que alguns figurões foram presos, no entanto parece que se continua fazendo vistas grossas para o cumprimento do dever de todo e qualquer cidadão, onde deveríamos buscar o direito à dignidade como parâmetro.
Dentro desse contexto somos obrigados a conviver com o desconforto de sermos honestos, vemos cada vez mais a corrupção avançar ao nível da banalização e como conseqüência natural a triste realidade da incidência desse mal que parece incurável, como dizia Lord Atcton na frase famosa em Teoria Política: “ O Poder tende a corromper e o Poder absoluto, corrompe absolutamente”.
É lastimável termos que ver e conviver com efeitos midiáticos mirabolantes, quase que diariamente como se fosse uma festa interminável, enquanto isto vemos as escolas caindo aos pedaços e a saúde adoentada com tantos desvios de recursos públicos.
Que essa reflexão possa aguçar o desejo de praticarmos o bem a quem quer que seja, para que um dia essa praga da corrupção seja banida do nosso convívio diário e que o bem possa prevalecer sem que sejamos obrigados a perder a esperança.
Fonte: TB
Aos ingênuos: Direito e política
19:44
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Tema bastante controverso é o que trata sobre a definição de Direito. Há autores das mais diversas linhas científicas e dogmáticas. Naturalistas, positivistas, neokantistas, por aí vai. Há quem diga que Direito é a arte do bom e do justo. Há outros, porém, que dizem que Direito é o ordenamento jurídico de um país regido num sistema escalonado de normas, estando no topo desse sistema a Constituição Federal.
Não obstante, todas as correntes têm seus pontos positivos e negativos. No entanto, o que me intriga é achar que decisões importantes para o país, ou que envolva questões políticas serão resolvidos apenas na seara do Direito. Seria, portanto, o Direito pelo Direito.
Não, não se resolve as questões mais complexas, jogo de grandes interesses, de poder, apenas com o Direito. Infelizmente, o que é bom e o que é justo é flexível, é moldável, não é visível nem palpável, também não é um axioma, portanto, não tem precisão matemática. Também o ordenamento jurídico é regido e feito por homens, homens do próprio poder, e também, através da hermenêutica, não é algo matemático, concreto. Costumo dizer que cada ponto de vista é uma vista de um ponto.
O Direito e a Política nas questões mais complexas estão interligados. Primeiro, pela fraqueza dos homens que decidem. Fraqueza espiritual, moral, intelectual, de todos os níveis imagináveis. Além disso, existe aquilo que chamamos de gratidão. Muitos, por terem sido indicados por fulano e sicrano, acham que devem favores, e quando são cobrados por esses favores geralmente são deferidos.
É dessa forma que o Sistema apodrece. O que era para ser a Lei pela Lei. O que era para ser Duro Lex, sed Lex, isto é, a lei é dura, mas é lei, vira jogo de interesses regido por uma orquestra de juízes que compõe seu acervo de fundamentação através de uma retórica aparentemente coerente, mas que não passa de palavras distorcidas, de notas musicais de tensão (no caso da orquestra).
É por esse motivo que às vezes se deve repensar todo o nosso sistema vigente, no sentido de dar maior independência, sem indicações políticas. Por que indicar, se pode haver concurso para que o mais bem preparado saia vencedor e cumpra seu papel constitucional como cidadão e servidor público?
É dessa forma que o Direito é tão lindo, mas falível, entristecedor. De um lado, as belas letras da lei, geralmente elaborados por grandes juristas em anteprojetos. Do outro, aplicadores que distorcem as fundamentações de acordo com os interesses que mais lhe são convenientes.
E ainda há gente que diz que decisões superiores são baseadas apenas na lei... Sinceramente, já passei do tempo da ingenuidade. Não acredito mais em fadas e presente de papai Noel que entra pela chaminé.
Não obstante, todas as correntes têm seus pontos positivos e negativos. No entanto, o que me intriga é achar que decisões importantes para o país, ou que envolva questões políticas serão resolvidos apenas na seara do Direito. Seria, portanto, o Direito pelo Direito.
Não, não se resolve as questões mais complexas, jogo de grandes interesses, de poder, apenas com o Direito. Infelizmente, o que é bom e o que é justo é flexível, é moldável, não é visível nem palpável, também não é um axioma, portanto, não tem precisão matemática. Também o ordenamento jurídico é regido e feito por homens, homens do próprio poder, e também, através da hermenêutica, não é algo matemático, concreto. Costumo dizer que cada ponto de vista é uma vista de um ponto.
O Direito e a Política nas questões mais complexas estão interligados. Primeiro, pela fraqueza dos homens que decidem. Fraqueza espiritual, moral, intelectual, de todos os níveis imagináveis. Além disso, existe aquilo que chamamos de gratidão. Muitos, por terem sido indicados por fulano e sicrano, acham que devem favores, e quando são cobrados por esses favores geralmente são deferidos.
É dessa forma que o Sistema apodrece. O que era para ser a Lei pela Lei. O que era para ser Duro Lex, sed Lex, isto é, a lei é dura, mas é lei, vira jogo de interesses regido por uma orquestra de juízes que compõe seu acervo de fundamentação através de uma retórica aparentemente coerente, mas que não passa de palavras distorcidas, de notas musicais de tensão (no caso da orquestra).
É por esse motivo que às vezes se deve repensar todo o nosso sistema vigente, no sentido de dar maior independência, sem indicações políticas. Por que indicar, se pode haver concurso para que o mais bem preparado saia vencedor e cumpra seu papel constitucional como cidadão e servidor público?
É dessa forma que o Direito é tão lindo, mas falível, entristecedor. De um lado, as belas letras da lei, geralmente elaborados por grandes juristas em anteprojetos. Do outro, aplicadores que distorcem as fundamentações de acordo com os interesses que mais lhe são convenientes.
E ainda há gente que diz que decisões superiores são baseadas apenas na lei... Sinceramente, já passei do tempo da ingenuidade. Não acredito mais em fadas e presente de papai Noel que entra pela chaminé.
Fonte: TB
A imprensa e o cidadão
11:44
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Temos no Brasil uma imprensa atuante, que apura e divulga notícias e fatos que são relevantes para a sociedade, como por exemplo, os esquemas de corrupção nos quais inúmeros políticos envolvem-se freqüentemente. Mas do que adianta a imprensa fazer sua parte se o cidadão não presta atenção? Não há democracia em países onde impera a censura, onde os meios de comunicação são controlados por forças políticas.
Nosso país está no caminho certo, uma vez que procura alertar o cidadão, e para isso, age de forma objetiva e imparcial. Temos liberdade e expressão. E isso é um passo importante no sentido de propagar boas idéias, disseminar informações sobre políticos corruptos. No entanto, temos um grande problema por aqui: uma boa parcela da população não tem o hábito de leitura. Como resultado disso, temos a reeleição de vários políticos que se envolveram em atos ilícitos, pois passam despercebidos ou sem reflexão crítica por muitos eleitores inconscientes.
O presidente do Senado, José Sarney, esteve e, freqüentemente continua, sendo manchete nos meios de comunicação, tanto por suas práticas de nepotismo, infeliz e vergonhosamente comum no Brasil, quanto por suspeitas de corrupção. Foram tantas as denúncias contra Sarney, que o mesmo teve o descaramento de declarar que a imprensa o estava perseguindo de forma injusta, quando na verdade apenas fazia o papel que cabe a ela: demonstrar os fatos. Que pena que muitos políticos sem escrúpulos tenham as suas tropas de choque.
Não é preciso ir muito longe para perceber a falta de interesse do cidadão por informações, especialmente quando se trata de política. Em São Luis Gonzaga temos sites e um jornal impresso circulando pela cidade. Mas grande parte dos jovens da nossa cidade não se importa com isso. Usam a internet, quase que exclusivamente para acessar sites de relacionamentos, como o Orkut e MSN. E as notícias? Para a maioria, só quando lhe convém. É comum em nossa cidade usar mais o lado emocional do que racional na política.
Os nomes são lançados e suas sujeiras são jogadas ao vento para que todos vejam, reflitam e reavaliem as suas próximas escolhas. É necessário que essas informações sejam entendidas e que possam resultar em mudanças de hábitos. Uma vez consciente de seu papel, a sociedade passa a exigir, com mais rigor e racionalidade, que os governantes se mantenham guiados pela ética, procurando sempre os melhores meios para diminuir as desigualdades sociais. Uma política justa só é feita com a participação de eleitores racionais. Sejamos, então, cidadãos conscientes, para que possamos limpar a sujeira da nossa depravada e vergonhosa política. Para essa limpeza temos uma forte aliada: a imprensa. Cabe a nós, cidadãos, fazermos nossa parte.
Nosso país está no caminho certo, uma vez que procura alertar o cidadão, e para isso, age de forma objetiva e imparcial. Temos liberdade e expressão. E isso é um passo importante no sentido de propagar boas idéias, disseminar informações sobre políticos corruptos. No entanto, temos um grande problema por aqui: uma boa parcela da população não tem o hábito de leitura. Como resultado disso, temos a reeleição de vários políticos que se envolveram em atos ilícitos, pois passam despercebidos ou sem reflexão crítica por muitos eleitores inconscientes.
O presidente do Senado, José Sarney, esteve e, freqüentemente continua, sendo manchete nos meios de comunicação, tanto por suas práticas de nepotismo, infeliz e vergonhosamente comum no Brasil, quanto por suspeitas de corrupção. Foram tantas as denúncias contra Sarney, que o mesmo teve o descaramento de declarar que a imprensa o estava perseguindo de forma injusta, quando na verdade apenas fazia o papel que cabe a ela: demonstrar os fatos. Que pena que muitos políticos sem escrúpulos tenham as suas tropas de choque.
Não é preciso ir muito longe para perceber a falta de interesse do cidadão por informações, especialmente quando se trata de política. Em São Luis Gonzaga temos sites e um jornal impresso circulando pela cidade. Mas grande parte dos jovens da nossa cidade não se importa com isso. Usam a internet, quase que exclusivamente para acessar sites de relacionamentos, como o Orkut e MSN. E as notícias? Para a maioria, só quando lhe convém. É comum em nossa cidade usar mais o lado emocional do que racional na política.
Os nomes são lançados e suas sujeiras são jogadas ao vento para que todos vejam, reflitam e reavaliem as suas próximas escolhas. É necessário que essas informações sejam entendidas e que possam resultar em mudanças de hábitos. Uma vez consciente de seu papel, a sociedade passa a exigir, com mais rigor e racionalidade, que os governantes se mantenham guiados pela ética, procurando sempre os melhores meios para diminuir as desigualdades sociais. Uma política justa só é feita com a participação de eleitores racionais. Sejamos, então, cidadãos conscientes, para que possamos limpar a sujeira da nossa depravada e vergonhosa política. Para essa limpeza temos uma forte aliada: a imprensa. Cabe a nós, cidadãos, fazermos nossa parte.
Cidadão comum
10:35
1 comment
Eu, definitivamente, não tenho mais esperança para acreditar que os políticos desse país ainda podem me surpreender com boas notícias.
Na decisão pela não cassação da deputada Jaqueline Roriz pela Câmara Federal, não houve surpresa, mas sobraram indignações por parte dos (e)leitores pelo País e principalmente aqui no DF.
Mais de 50% dos deputados absorveram Jaqueline Roriz que, dentre os motivos elencados para a sua não cassação, afirmou ser uma “cidadã comum”, quando praticara ato ilícito (dinheiro para campanha eleitoral não contabilizado – caixa 2).
O que leva uma casa como a Câmara Federal deste país, a livrar uma de suas integrantes diante de tal denúncia? E o que mais causa indignação é que ela se intitula “cidadã comum”, ou seja, qualquer um pode cometer crimes a qualquer momento e que isso não será imputado em sua vida futura.
Lembro-me que, quando estava para ingressar no serviço público, tive que provar que estava quite com o serviço militar, com as obrigações eleitorais, além de apresentar um documento chamado “Nada consta” para terem certeza de que se tratava realmente de um cidadão comum, para enfim, começar a trabalhar.
Toda essa via-crúcis burocrática é uma exigência para qualquer pessoa dita “normal”, ter acesso a algum emprego público e até mesmo privado.
Diante disso fico a questionar em que divisões ou subdivisões de pessoas “normais” aquela deputada se encontra, para que um crime cometido, não seja registrado em seu curriculum vitae, e que tal registro não a impeça de ser diplomada deputada federal, representante sim de pessoas normais.
Dad Squarisi (Colunista do Correio Brasiliense) assim destacou: “Cidadãos comuns estão acima da lei?” Jaqueline Roriz provou que sim, e o pior, com o aval da Câmara Federal.
O que levou os colegas de casa (deputados) a evitarem a cassação? Medo de algum deles se tornarem a “bola” da vez? Ou não macular, ainda mais, a imagem, a reputação daquela casa? Aqui fica aquela máxima “Tá ruim, mas pode piorar”.
Seja qual for o motivo, uma coisa é certa: nossa representação na Câmara Federal com bons representantes cai cada vez mais.
Mas voltando ao assunto do “cidadão comum”..., até pagaria pra ver se qualquer outro cidadão (comum de verdade) que se envolvesse com atos ilícitos, o seu paradeiro não seria a cadeia, até pagaria, mas...
Perder ou não perder o mandato não abona o parlamentar do crime cometido, mas torna-se um fator a mais para pesarmos os candidatos nas próximas eleições.
Se assim os fatos continuarem entre deputados e senadores, o nosso Congresso Nacional terá outra definição além de: Casa do povo, Casa das leis, Casa da democracia, tornando-se uma verdadeira “Grande máquina de lavar” a céu aberto, para “limpar” ladrões, corruptos, assassinos, traficantes e afins.
Na decisão pela não cassação da deputada Jaqueline Roriz pela Câmara Federal, não houve surpresa, mas sobraram indignações por parte dos (e)leitores pelo País e principalmente aqui no DF.
Mais de 50% dos deputados absorveram Jaqueline Roriz que, dentre os motivos elencados para a sua não cassação, afirmou ser uma “cidadã comum”, quando praticara ato ilícito (dinheiro para campanha eleitoral não contabilizado – caixa 2).
O que leva uma casa como a Câmara Federal deste país, a livrar uma de suas integrantes diante de tal denúncia? E o que mais causa indignação é que ela se intitula “cidadã comum”, ou seja, qualquer um pode cometer crimes a qualquer momento e que isso não será imputado em sua vida futura.
Lembro-me que, quando estava para ingressar no serviço público, tive que provar que estava quite com o serviço militar, com as obrigações eleitorais, além de apresentar um documento chamado “Nada consta” para terem certeza de que se tratava realmente de um cidadão comum, para enfim, começar a trabalhar.
Toda essa via-crúcis burocrática é uma exigência para qualquer pessoa dita “normal”, ter acesso a algum emprego público e até mesmo privado.
Diante disso fico a questionar em que divisões ou subdivisões de pessoas “normais” aquela deputada se encontra, para que um crime cometido, não seja registrado em seu curriculum vitae, e que tal registro não a impeça de ser diplomada deputada federal, representante sim de pessoas normais.
Dad Squarisi (Colunista do Correio Brasiliense) assim destacou: “Cidadãos comuns estão acima da lei?” Jaqueline Roriz provou que sim, e o pior, com o aval da Câmara Federal.
O que levou os colegas de casa (deputados) a evitarem a cassação? Medo de algum deles se tornarem a “bola” da vez? Ou não macular, ainda mais, a imagem, a reputação daquela casa? Aqui fica aquela máxima “Tá ruim, mas pode piorar”.
Seja qual for o motivo, uma coisa é certa: nossa representação na Câmara Federal com bons representantes cai cada vez mais.
Mas voltando ao assunto do “cidadão comum”..., até pagaria pra ver se qualquer outro cidadão (comum de verdade) que se envolvesse com atos ilícitos, o seu paradeiro não seria a cadeia, até pagaria, mas...
Perder ou não perder o mandato não abona o parlamentar do crime cometido, mas torna-se um fator a mais para pesarmos os candidatos nas próximas eleições.
Se assim os fatos continuarem entre deputados e senadores, o nosso Congresso Nacional terá outra definição além de: Casa do povo, Casa das leis, Casa da democracia, tornando-se uma verdadeira “Grande máquina de lavar” a céu aberto, para “limpar” ladrões, corruptos, assassinos, traficantes e afins.
Fonte: TB
Prefeito de São Luis Gonzaga impede realização de sessão da Câmara
14:33
5 comments
Do: Blog do Louremar Fernandes
Os professores da rede pública de São Luis Gonzaga organizaram hoje um protesto para sensibilizar o prefeito Emanoel Carvalho a pagar o piso da categoria. Com cartazes, foram pedir também o apoio dos vereadores do município. Esperaram pela realização da sessão da Câmara. Esperaram e cansaram.
Na reunião na casa da vereadora foi questionada a “ousadia” dos professores. Conversa vai, conversa vem, regada a um bom cafezinho, a reunião durou toda a manhã. Tempo suficiente para evitar a realização da sessão ordinária.
| Professores aguardaram em frente à Câmara e os vereadores não realizaram a sessão. |
Governo diz que salário mínimo em 2012 será de R$ 619,21
11:48
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Do: Folha de S.Paulo
O governo federal enviou nesta quarta-feira (31) ao Congresso Nacional a lei de orçamento de 2012. O projeto prevê que o salário mínimo do próximo ano será de R$ 619,21, um reajuste de 13,6%.
O valor corresponde à inflação estimada para 2011 mais o PIB (Produto Interno Bruto) de 2010, como prevê a legislação. O impacto deste aumento nas contas públicas será de R$ 13,3 bilhões.
O governo prevê um crescimento do PIB de 5% no ano que vem, e uma inflação de 4,8%.
Superavit
Para 2012, a meta de superavit primário para o setor público (resultado antes do pagamento dos juros da dívida) é de 2,5% do PIB, ou R$ 114,2 bilhões, valor que já considera o desconto de R$ 25,6 bilhões com investimentos do PAC (Programa de Aceleração do Crescimento).
Para 2012, a meta de superavit primário para o setor público (resultado antes do pagamento dos juros da dívida) é de 2,5% do PIB, ou R$ 114,2 bilhões, valor que já considera o desconto de R$ 25,6 bilhões com investimentos do PAC (Programa de Aceleração do Crescimento).
Para o governo central (Tesouro Nacional, Previdência Social e Banco Central), a meta é de R$ 71,4 bilhões, ou 1,57% do PIB. A meta deste ano é de R$ 117,9 bilhões, sem considerar o abatimento de investimentos.
Despesas
A LOA (Lei de Orçamento Anual) de 2012 prevê um aumento de 15,9% nas despesas primárias do governo (que excluem os encargos da dívida), que somarão R$ 1,01 trilhão.
A LOA (Lei de Orçamento Anual) de 2012 prevê um aumento de 15,9% nas despesas primárias do governo (que excluem os encargos da dívida), que somarão R$ 1,01 trilhão.
Já as despesas financeiras, com juros e amortizações da dívida pública, por exemplo, crescerão 4,7%, chegando a R$ 1,09 trilhão.
A previsão é que as receitas totais cresçam 8,9%, ficando em R$ 2,11 trilhões, incluindo a arrecadação de tributos e as receitas com títulos públicos.
A LOA prevê um montante 8,3% maior em recursos para investimentos, que somam R$ 165,3 bilhões, dos quais R$ 106,8 bilhões se referem a recursos de empresas estatais. Para o PAC, serão destinados R$ 111,3 bilhões, R$ 42,5 bilhões do orçamento do governo e os outros R$ 68,7 bilhões das estatais.
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