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AGÊNCIA BANCÁRIA DO BRADESCO EM SÃO LUÍS GONZAGA DO MARANHÃO É EXPLODIDA POR BANDIDOS



Há bem pouco tempo atrás, ou melhor, a mais ou menos um mês, a agência do Banco do Brasil de São Luis Gonzaga do Maranhão já havia sido alvo dos assaltantes. O arrombamento aconteceu pela madrugada do dia 29 de abril e, os criminosos usaram maçaricos e um macaco hidráulico para arrombar o cofre e levar todo o dinheiro que havia nele.


A agência do Banco do Brasil fica em uma área residencial da cidade, entretanto vários órgãos do município ali estão instalados. Por diversas vezes, o Banco do Brasil daquela cidade acabou alvo de criminosos, quando desta vez os criminosos arrombaram uma porta lateral da agência para terem acesso ao interior do estabelecimento bancário. “RELEIA

E na madrugada de sábado dia 28 de maio de 2016, por volta das 3 horas, o alvo da quadrilha foi à Agência do Bradesco de São Luis Gonzaga do Maranhão.

Segundo informações, foram seis homens fortemente armados chegaram em três motocicletas modelo Bros e, explodiram os caixas eletrônicos da Agência do Bradesco na cidade de São Luís Gonzaga do Maranhão. Além da quantia que como sempre nunca é revelada pelo gerente do banco, na fuga, segundo os PM’s, os bandidos ainda tomaram de assalto uma moto Bros de uma vítima que passava pelo local na hora da ação.

O bando temendo ser perseguido pelos poucos PM’s do Destacamento da Polícia Militar da cidade disparam várias vezes sobre o prédio e sobre uma viatura que teve os pneus furados. Os seis assaltantes fugiram tomando rumo ignorado e até o momento ninguém foi identificado ou preso.

O que deixa a população mais preocupada e assustada é que durante todo esse tempo em que ocorreram vários assaltos à agência dos Correios e banco, ninguém foi identificado e nem preso, uma prova para os bandidos de que vale apena cometer crimes em São Luis Gonzaga do Maranhão ou no município.
Dentro da agência do Bradesco de São Luis Gonzaga do Maranhão foram encontrados várias caixas de munições de calibre .40 e 12. 

Só este ano mais de 22 roubos ou assaltos a bancos aconteceram no maranhão.

Veja: as Agência e cidades:
Alto Alegre do Pindaré, Igarapé Grande, Bacuri, Maracaçumé, Icatu, Grajaú, Alcântara, Paulo Ramos, Paraibano, Araguanã, Duque Bacelar, Tufilândia, Peri Mirim, Colinas, Nova Olinda do Maranhão, Santa Luzia do Tide e São Luís Gonzaga do Maranhão.


No giro da noticia.
Edmilson Moura

MICHEL TEMER TERÁ DE SE AJOELHAR PARA CUNHA’, DIZ DILMA



Em entrevista ao jornal ‘Folha de S.Paulo’, a presidente afastada disse que foi traída pelo presidente interino. ‘Temer terá de se ajoelhar para Cunha’, diz Dilma.
Na primeira entrevista concedida 18 dias depois de o Senado aprovar a admissibilidade do processo de impeachment, a presidente afastada Dilma Rousseff fez duros ataques ao ex-presidente da Câmara, Eduardo Cunha, a quem, segundo ela, “Temer terá de se ajoelhar”. A entrevista foi concedida na última quinta-feira dia 26 de maio de 2016 ao jornal “Folha de S. Paulo”, e publicada na edição antecipada deste domingo.
“O Eduardo Cunha é a pessoa central do governo Temer. Isso ficou claríssimo agora, com a indicação do André Moura (para líder do governo na Câmara). Cunha não só manda, ele é o governo Temer. E não há governo possível nos termos do Eduardo Cunha” disse ela, completando: “Vão ter de se ajoelhar”.
Dilma disse ter sido traída por Michel Temer. Perguntada se seu vice tinha lhe traído, respondeu: “Óbvio. E não foi no dia do impeachment, foi antes, em março. Quando as coisas ficaram claríssimas”, disse ela, que emendou: “Você sempre acha que as pessoas têm caráter”.

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Sobre as conversas vazadas entre o ex-presidente da Transpetro, Sérgio Machado, e líderes do PMDB, como ex-ministro Romero Jucá e o presidente do Senado, Renan Calheiros, a presidente disse que os áudios revelam que o partido de Michel Temer pretendia, ao assumir o governo, barrar as investigações da Lava-Jato.
“Eles (os áudios) mostram que a causa real para o meu impeachment era a tentativa de obstrução da operação Lava-Jato por parte de quem achava que, sem mudar o governo, a sangria continuaria”, disse ela, referindo-se principalmente à Jucá, que perdeu o cargo após ser flagrado tratando do que ele chamou de “delimitar” as investigações
Dilma diz ainda acreditar que poderá voltar à Presidência. “Nós podemos reverter isso. Vários senadores, quando votaram pela admissibilidade, disseram que não estavam declarando (posição) pelo mérito (das acusações). Então eu acredito”.
Dilma voltou classificar de golpe o processo que levou ao seu afastamento. “Sinto muito, sabe, sinto muuuuuito se uma das características do golpe é detestar ser chamado de golpe”. Dilma, reforçou a tese de que não houve crime de responsabilidade na sua gestão.
Sobre as medidas na economia tomadas pelo novo governo, Dilma foi irônica: “O pato tá calado, sumido. O pato está impactado. Nós vamos pagar o pato do pato, é?”. Sobre a emoção quando deixou o Palácio do Planalto, disse: “Eu não choro, não. Nas dores intensas, eu não choro. Cada um é cada um, né?”.

No giro da noticia.
Edmilson Moura

EM UM ÁUDIO, RENAN DIZ QUE TENTOU EVITAR RECONDUÇÃO DE JANOT



Em conversas gravadas entre fevereiro e março, o ex-presidente da Transpetro Sérgio Machado fala com o presidente do Senado,Renan Calheiros (PMDB-AL), e com o ex-presidente José Sarney (PMDB-AP).
As conversas, gravadas por Machado, que teve acordo de delação homologado pelo Supremo Tribunal Federal (STF), são sobre a presidente afastada Dilma Rousseff e sobre a recondução ao cargo do procurador-geral Rodrigo Janot.


Dilma
Em relação a Dilma, eles falaram sobre a prisão, na Operação Lava Jato, do marqueteiro João Santana, marqueteiro da campanha eleitoral da presidente afastada. Mencionaram o então ministro da Justiça, sem dar o nome - no período, das conversas, ocuparam o cargo 
José Eduardo Cardozo, Wellington Silva eEugênio Aragão.
SÉRGIO MACHADO: A Dilma não tem condições. Você vê, presidente, nesse caso do marqueteiro, ela não teve um gesto de solidariedade com o cara. Ela não tem solidariedade com ninguém não, presidente.
JOSÉ SARNEY: E, nesse caso, ao que eu sei, é o único que ela tá envolvida diretamente. E ela foi quem falou com o pessoal da Odebrecht para dar, acompanhar e responsabilizar pelo Santana.
SÉRGIO MACHADO: Isso é muito sério. Presidente, você pegou o marqueteiro dos três para o presidente do Brasil. Deixa que o ministro da Justiça, que é um banana, só diz besteira, nunca vi um governo tão fraco, tão frágil e tão omisso. É que estavam dizendo esta semana: a presidente é b*** mole. A gente não tem um fato positivo.
JOSÉ SARNEY: E todo mundo, todo mundo acovardado.
SÉRGIO MACHADO: Acovardado.
Saiba mais
Janot
Em outra conversa, Sérgio Machado e o presidente do Senado, Renan Calheiros, falam sobre as investigações da Operação Lava Jato e sobre a recondução ao cargo do procurador-geral da República, 
Rodrigo Janot.
Janot foi reconduzido em setembro de 2015 por mais dois anos. Na gravação, Renan afirma que tentou evitar a permanência dele no cargo, mas disse que "estava só".
SÉRGIO MACHADO: Agora uma coisa eu tenho certeza: sobre você não tem nada ainda.
RENAN CALHEIROS: Nesse mistério todo, a gente nem sabe por que eles vivem nessa obsessão.
SÉRGIO MACHADO: Hoje, eu acho que vocês não poderiam ter reconduzido esse b***, não. Aquele cara ali...
RENAN CALHEIROS: Quem?
SÉRGIO MACHADO: Ter reconduzido o Janot. Tinha que ter comprado uma briga ali.
RENAN CALHEIROS: Eu tentei... Mas eu estava só.
Versões dos citados
A assessoria de imprensa da presidente afastada Dilma Rousseff informou, por nota, que  todos os pagamentos feitos ao publicitário João Santana na campanha da reeleição – totalizando R$ 70 milhões – foram contabilizados na prestação de contas, aprovadas  pelo 
Tribunal Superior Eleitoral.
"As tentativas de envolver o nome da presidenta dilma rousseff em situações das quais ela nunca participou ou teve qualquer responsabilidade são escusas e direcionadas. E só se explicam em razão de interessem inconfessáveis", afirmou a assessoria.
Ainda segundo a nota,"comentários feitos em conversas entre terceiros e que não apontam a origem das informações não têm nenhuma credibilidade".
A assessoria do ex-presidente José Sarney disse que, no momento, ele não deseja comentar os trechos da gravação da conversa.

A assessoria de imprensa do senador Renan Calheirosinformou, por nota, que o senador agilizou a recondução do procurador Rodrigo Janot ao cargo, no segundo mandato da presidente Dilma.
DELAÇÃO:  O que é mesmo, é uma denúncia; ação de delatar, de denunciar um crime cometido por alguém ou por si mesmo; revelação de um crime, delito ou ação ilegal. É a revelação; exposição ou divulgação de algo oculto ou ignorado.       
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Do G1, com informações do Jornal Hoje
No giro da noticia
Edmilson Moura.

Da serie governando sem compromisso



Esta quadra de esporte foi demolida para reforma, só começaram e abandonaram há uns 2 anos atrás,  somente agora que está se aproximando o aniversario da cidade, colocaram uns trabalhadores para fazerem uma limpeza, naturalmente para mais uma palhaçada costumeira por parte do governo. Que é inaugurar construções constrita pala metade. Isso é de fazer vergonha esse povo nunca inauguraram uma obra completamente conclusa.

FOI GOLPE O QUE FIZERAM COM DILMA?



MBL.Movimento Brasil Livre foi financiado por partidos que lideraram golpe contra mandato de Dilma. E gravações revelam que grupo que se dizia apartidário recebeu apoio financeiro e material de PSDB, DEM, Solidariedade e PMDB, que bancaram até aluguel de ônibus e lanches para as caravanas. Movimento recebeu dinheiro de partidos para colaborar com o golpe. Voluntários também contribuíram, mas para a conta pessoal de Kim Kataguiri, líder da entidade.

São Paulo – Reportagem de hoje (27) do jornal Folha de S.Paulorevela que o Movimento Brasil Livre, liderado por Kim Kataguiri, recebeu apoio financeiro e material do PSDB, DEM, Solidariedade e PMDB, os quatro principais partidos que lideraram as mobilizações populares e políticas pelo impeachment da presidenta Dilma Rousseff.


O texto traz áudios em que se negocia o apoio financeiro a atividades do grupo, como a impressão de folhetos, cartazes, camisetas e a organização de manifestações pelo impeachment. O movimento negociou também com a Juventude do PSDB ajuda financeira a suas caravanas, como pagamento de lanches e aluguel de ônibus, e teria tido apoio da "máquina partidária" do DEM.

Quando fundado, o movimento se definia como apartidário e sem ligações financeiras com siglas políticas. Em suas páginas em redes sociais, fazia campanhas para receber ajuda financeira das pessoas, sem ligação com partidos. O movimento fornecia uma conta bancária pessoal de seu coordenador, Kim Kataguiri.

Em um dos áudios, Renan Santos, um dos líderes do MBL, confirma como o movimento se articulou com os partidos políticos. Questionado sobre o apoio, o MBL não confirmou o custeio dos panfletos, disse apenas que o PMDB fazia parte da comissão pró-impeachment.

Um dos personagens citados é Moreira Franco, braço direito de Michel Temer, que teria ajudado a custear 20 mil panfletos para o MBL por meio da Fundação Ulysses Guimarães, com o lema "esse impeachment é meu" - Moreira negou à reportagem da Folha ter feito pagamentos ao MBL.

A reportagem também traz imagens que comprovam a proximidade entre integrantes do MBL e políticos que hoje simbolizam a corrupção, como Eduardo Cunha (PMDB-RJ).


Com reportagens do UOL e Brasil247
No giro da noticia
Edmilson Moura.

E FALTA DETALHE JURÍDICO PARA PRENDER SUSPEITOS DE ESTUPRO COLETIVO NO RIO, DIZ BELTRAME



Secretário de Segurança se reuniu com ministro da Justiça e Cidadania. Ministro da Justiça garantiu que crime não ficará impune.
O ministro da Justiça e Cidadania, Alexandre de Moraes, garantiu na noite desta sexta-feira (27) que o estupro coletivo praticado contra uma adolescente no Rio não ficará impune. Ao lado dele, o secretário de Segurança Pública do Rio, José Mariano Beltrame, diz que "falta detalhe jurídico" para pedir prisão de suspeitos de envolvimento no caso.

"Nós temos absoluta certeza que esse crime não ficará impune e que todos os envolvidos serão presos e condenados", afirmou Moraes após se reunir com Beltrame no Centro Integrado de Comando e Controle, no Rio.


Questionado sobre por quê a Polícia Civil ainda não pediu a prisão dos envolvidos no caso que já foram identificados, Beltrame afirmou que faltam "detalhes jurídicos" para isso.

"Se o delegado que preside o inquérito não pediu as prisões, podem ter certeza de que faltou algum elemento que fundamente o pedido", disse o secretário.

Beltrame enfatizou o caráter criminoso de todos os envolvidos no caso. "Seja quem praticou o ato ou quem divulgou as imagens, todos são criminosos e serão presos. É preciso sempre reforçar que a adolescente é vítima", destacou.

O secretário confirmou uma operação policial foi realizada na tarde desta sexta-feira na região da Praça Seca, em Jacarepaguá, ligada à busca pelos estupradores da jovem, mas não quis dar detalhes da ação.

O ministro da Justiça e Cidadania reiterou que o governo do Rio de Janeiro terá todo o apoio do governo federal para investigar o caso. "Coloquei a Polícia Federal à disposição, mas estou certo de que a Polícia Civil tem totais condições de esclarecer esse crime bárbaro, que agride a todos nós", ressaltou Alexandre de Moraes.

O ministro também anunciou que se reunirá com todos os secretários estaduais de segurança na próxima terça-feira (31) para estabelecer uma agenda conjunta de combate à violência contra as mulheres e o grande número de homicídios. "Espero que na próxima terça-feira já possamos anunciar a formatação de um departamento de combate à violência contra a mulher no âmbito da Polícia Federal”, disse.

Do G1 Rio
No giro da noticia
Edmilson Moura.

Da serie governando sem compromisso


Vejam mais dinheiro público desperdiçado na reforma desse posto médico, que foi iniciada a uns 2 anos atrás e em seguida abandonada inconcluso, tão somente Por falta de compromisso do prefeito para com o povo. Todo esse tipo de lambanças e corrupção que o mesmo pratica, tem como garantia a impunidade. Alô ministério público tenha dó desse humilde povo e enquadre esses malfeitores  sociais

MAU CARÁTER! MAU CARÁTER!’, AFIRMA RENAN SOBRE JANOT



Novos diálogos gravados pelo ex-presidente da Transpetro Sérgio Machado com presidente do Senado, divulgados com exclusividade pela repórter Camila Bonfim, da TV Globo, revelam agressões a procurador-geral da República.
O procurador-geral da República Rodrigo Janot (esq) e o presidente do Senado Renan Calheiros (PMDB-AL) (dir). Novos diálogos da bombástica delação premiada do ex-presidente da Transpetro Sérgio Machado trazem à tona a preocupação e os ânimos exaltados dos políticos diante dos avanços da Lava Jato, maior operação de combate à corrupção já feita no Brasil. Em uma das conversas com o presidente do Senado Renan Calheiros (PMDB), os dois revelam suas impressões sobre o procurador-geral da República, Rodrigo Janot, responsável por conduzir as investigações contra os políticos com foro privilegiado.
“Machado – Agora esse Janot, Renan, é o maior mau-caráter da face da terra.
Renan – Mau caráter! Mau-caráter! E faz tudo que essa força-tarefa (Lava Jato) quer
Machado- É, ele não manda. E ele é mau caráter. E ele quer sair como herói. E tem que se encontrar uma fórmula de dar um chega pra lá nessa negociação ampla pra poder segurar esse pessoal (Lava Jato). Eles estão se achando o dono do mundo.
Renan- Dono do mundo”
O trecho foi revelado nesta quinta-feira, 26, pelo Jornal Hoje, da TV Globo. Renan Calheiros é alvo de ao menos 12 inquéritos no Supremo devido às investigações da Lava Jato e Machado também é alvo de investigações na Corte. Temendo que seu caso fosse enviado para a primeira instância, ao juiz Sérgio Moro, em Curitiba, o ex-presidente da Transpetro acabou aceitando fazer um acordo de delação premiada e entregar os áudios e contar o que sabe à Procuradoria-Geral da República.
Uma de suas conversas gravadas com políticos já levou à queda de Romero Jucá (PMDB) do Ministério do Planejamento. No diálogo revelado na segunda-feira, 23, o senador aparece discutindo propostas para “estancar” a Lava Jato com a saída de Dilma e a chegada de Temer à Presidência. Machado também gravou conversas com o ex-presidente José Sarney (PMDB).

Saiba mais
Machado foi filiado ao PSDB por dez anos, período em que chegou a se eleger senador e virar líder da sigla no Senado. Posteriormente se filiou ao PMDB e, há pelo menos 20 anos, mantém proximidade com a cúpula do partido que chegou à Presidência da República após o afastamento temporário de Dilma Rousseff com a abertura do processo de impeachment no Senado.
A delação do ex-presidente da Transpetro foi homologada nesta semana pelo ministro relator da Lava Jato no Supremo Tribunal Federal Teori Zavascki. Com isso, a partir de agora Janot pode decidir quais serão os próximos passos das investigações e solicitar a abertura de novos inquéritos.
Não é a primeira vez que políticos investigados na operação criticam o procurador-geral. O ex-presidente e também senador Fernando Collor (PTB-AL) já lançou vários xingamentos a Janot, desde “fascista da pior extração” e até de “filho da puta”, na tribuna do Senado. “Trata-se de um fascista da pior extração, e cuja linhagem pode ser perfeitamente traduzida nas palavras de Plutarco: ‘Nada revela mais o caráter de um homem do que seu modo de se comportar do que quando detém um poder e uma autoridade sobre os outros. Essas duas prerrogativas despertam toda a paixão e revelam todo o vício'”, afirmou o parlamentar no ano passado, dois dias antes de Janot ser sabatinado no Senado para ser reconduzido ao cargo.
Collor foi denunciado pelo procurador ao Supremo, teve sua mansão revistada pela Polícia Federal e até seus veículos de luxo chegaram a ser apreendidos a pedido de Janot, que acusa o parlamentar de acumular o patrimônio com dinheiro de propina.
COM A PALAVRA, O SENADOR RENAN CALHEIROS:
“O Senador Renan Calheiros reitera que não tomou nenhuma iniciativa ou fez gestões para dificultar ou obstruir as investigações da operação Lava Jato, até porque elas são intocáveis e, por essa razão, não adianta o desespero de nenhum delator”, escreveu a assessoria do senador.
Na nota, ele ainda confirma que acelerou o processo de cassação do ex-senador Delcídio Amaral, mas alega que o desfecho do processo foi público.
Assim como na primeira nota, divulgada nessa quarta-feira, 25, ele também reafirma que sua opinião sobre a modificação da lei das delações também é de conhecimento público.

Edmilson Moura.

Da serie governando sem compromisso


Vejam mais dinheiro público irresponsavelmente desperdiçado, esse prédio a quase 8 anos de construído já inaugurado umas 5 vezes e nunca funcionou um dia se quer. Alô ministério público vamos dá uma olhadela pro lado desse prefeito que só pensa em seu bolso.  

MINISTRO DO STF DÁ CINCO DIAS PARA TEMER EXPLICAR REFORMA NO GOVERNO INTERINO



Luís Barroso tomou decisão em ação apresentada ao Supremo pelo PDT. Partido afirma que governo Temer é provisório e não pode fazer mudanças.

O ministro Luís Roberto Barroso, do Supremo Tribunal Federal, determinou nesta quinta-feira dia 26 de maio de 2016 que o presidente em exercício, Michel Temer, preste esclarecimentos por escrito em cinco dias sobre a reforma administrativa que realizou no governo.

A reforma, realizada após o afastamento da presidente Dilma Rousseff em razão do processo de impeachment que tramita no Senado, incluiu nomeação de ministros, fusão e extinção de ministérios e alteração da política externa.
A decisão de Barroso foi tomada devido a uma ação apresentada no último dia 23 pelo PDT, que questionou a mudança de projetos e anulação de atos da presidente afastada. O ministro já negou pedido semelhante formulado por um diretório do PT.

O PDT pediu uma liminar (decisão provisória) para suspender as mudanças sob o argumento de que o afastamento de Dilma é temporário (por até 180 dias) e que Temer não poderia mudar o programa de governo da presidente afastada.
Saiba mais
"O vice-presidente da República, que não se encontra investido na titularidade do cargo – pois o exerce temporariamente em razão da admissão do procedimento de impeachment –, atua como se titular fosse e irrogar a si atribuições que sequer poderiam a ele ser delegadas (CF, art. 84, parágrafo único), e o faz com usurpação", diz o texto da ação do PDT.

O ministro Barroso afirmou, na decisão, que existe uma presunção da validade dos atos estatais e por isso Temer deve ser ouvido sobre o pedido do PDT antes de qualquer decisão. Não há prazo para que a ação seja julgada.


No giro da noticia
Do G1, com informações da TV Globo
Edmilson Moura.

MORRE, MORREU EM HOSPITAL DE SÃO PAULO O CANTOR PAPETE



Considerado o melhor percussionista do mundo, por vários anos, o músico e cantor José de Ribamar Viana (Papete) morreu no dia 25 de maio de 2016 em um hospital de São Paulo. Ele foi vítima de câncer de próstata e tinha 68 anos.

Papete era engenheiro ambiental, mas desde cedo sempre se dedicou à música, buscando a descobertas de novos ritmos e sons variados. Ele nasceu em Bacabal-MA e morou por muito tempo no Rio de Janeiro, onde sempre foi requisitado para acompanhar na percussão vários artistas e banda de renome.

Depois Papete voltou ao Maranhão, onde permaneceu gravando e cantando as músicas de compositores da terra ligadas ao nosso folclore.

Papete era, foi reconhecido como o melhor percussionista do mundo, na capital do Mato Grosso do Sul, ao lado de outra fera, o cantor e compositor Almir Satter e da iniciante Tetê Spindola, no início da década de 80.

O Brasil o mundo perdeu um grande percussionista musico e cantor PAPETE.


Edmilson Moura.

E QUEM É SÉRGIO MACHADO, QUE HOJE APAVORA BRASÍLIA



Até pouco tempo, o cearense Sérgio Machado ostentava em seu currículo o “feito” de ser o mais longevo presidente da história da Transpetro, o braço logístico da Petrobras.

A trajetória de 11 anos e 4 meses no comando da estatal foi interrompida em novembro de 2014, quando ele pediu licença do cargo após ter seu nome envolvido no escândalo de corrupção da petroleira, investigado pela Operação Lava Jato. Três meses depois, ele pediu renúncia.

Hoje, entra para a história como o homem cujas gravações (e revelações) apavoram Congresso e Palácio do Planalto.

O ministro do Supremo Tribunal Federal (STF) Teori Zavasckihomologou a delação premiada de Machado. A expectativa é de que os depoimentos apontem detalhes ainda mais graves sobre os bastidores da corrupção no setor público e privado.

Por ora, diálogos gravados por ele mesmo já derrubaram um dos principais ministros do governo interino de Michel Temer(PMDB), o senador Romero Jucá (PMDB), e colocaram o também peemedebista e presidente do Senado, Renan Calheiros, em maus lençóis - no mínimo.

De acordo com coluna do jornalista Lauro Jardim e segundo sugerem as gravações, Machado também teria registrado áudios de conversas privadas com o ex-presidente da República José Sarney, presidente emérito do PMDB e pai de um dos ministros de Temer.

Dado o conteúdo dos diálogos revelados até agora e dos contatos do ex-presidente da Transpetro em Brasília (DF), é de se esperar que mais gente para além de Jucá, Calheiros e Sarney esteja com a pulga atrás da orelha diante do que pode estar por vir.

Trânsito fácil em Brasília
“Renan, eu fui do PSDB dez anos, Renan. Não sobra ninguém, Renan”, afirmou Machado durante encontro com Renan Calheiros, cujo conteúdo foi divulgado nesta quarta-feira pelo jornal Folha de S. Paulo.
Peemedebista desde 2002, a carreira política de Machado começou muito antes da indicação de seu partido para ocupar a presidência da Transpetro em 2003.

Foi no primeiro mandato do tucano Tasso Jereissati como governador do Ceará, no final da década de 1980, que o hoje delator da Lava Jato fez seu debute na gestão pública como secretário de governo. Entre 1991 e 1995, foi deputado federal pelo PSDB. Na legislatura seguinte (1995 – 2002), assumiu uma cadeira no Senado, onde foi líder do governo de Fernando Henrique Cardoso (PSDB).

Já filiado ao PMDB, foi derrotado na disputa pelo governo do Ceará em 2002. O apoio à candidatura de Luiz Inácio Lula da Silva (PT) à presidência e o auxílio de Renan Calheiros, apontado como seu padrinho político, o conduziram à presidência da subsidiária da Petrobras no ano seguinte.

Machado deixou a empresa no final de 2014, depois que a PriceWaterhouseCoopers (PwC), auditora dos resultados financeiros da Petrobras, ter se recusado a aprovar o balanço do terceiro trimestre da petroleira. Um dos motivos seria sua permanência na presidência da Transpetro, já que ele fora citado nas denúncias da operação Lava Jato.
Os investigadores trabalham com a hipótese de que Machado é um elo importante para entender a real atuação do PMDB no esquema de corrupção da Petrobras.
A Lava Jato chegou ao nome do ex-chefe da Transpetro depois que o ex-diretor da petroleira Paulo Roberto Costa relatou ter recebido 500 mil reais das mãos do hoje delator. Ainda segundo Costa, o presidente do Senado só teria mantido Machado no cargo porque a subsidiária da Petrobras teria contratos com valores "canalizados" para o esquema.

Paranoico
A gestão de Machado na Transpetro ficou marcada, entre outras coisas, por sua “paranoia” com grampos. De acordo com relato da coluna Expresso da revista Época, o ex-presidente tinha o hábito de gravar as conversas que considerava como “delicadas”. Já segundo o jornal El País, ele não começava nenhum diálogo sem antes se certificar que não estava sendo gravado.

Depois dos últimos acontecimentos – que envolvem desde os registros de Machado e a gravação que levou o hoje senador cassado Delcídio do Amaral à prisão preventiva -, é de se esperar que Brasília comece a tomar providências semelhantes. 


Da: Exame.com
No giro da noticia.
Edmilson Moura.

Da serie governando sem responsabilidade


Vejam mais dinheiro público atirado no  meio do mato há mais 4 anos esse prédio público foi levantado e em seguida abandonado inconcluso . Alô ministério público vamos dá uma alertada nesse prefeito lerdo

VEJA: Outras bombas que podem estourar no colo de Temer



A queda do ministro do Planejamento, Romero Jucá, marcou o primeiro grande escândalo do governo do presidente interino Michel Temer, que ocupa o cargo há menos de duas semanas.
Aliados de Temer e setores da imprensa brasileira já haviam advertido que Jucá era uma bomba esperando para estourar. Mesmo antes da divulgação do grampo que provocou sua queda, a lista de problemas dele com a Justiça – incluindo seis inquéritos no Supremo Tribunal Federal (STF) – já era conhecida.
A saída de cena de Jucá, no entanto, não significa que o governo Temer tenha se livrado de todas as suas potenciais bombas. Confira abaixo outros personagens enrolados que ainda podem criar problemas para o presidente interino.
Henrique Eduardo Alves
O ministro do Turismo, Henrique Eduardo Alves, é considerado um aliado próximo de Temer. No momento, é alvo de dois pedidos de inquérito na Operação Lava Jato. Em dezembro, seu apartamento foi vasculhado por agentes da Polícia Federal. Mensagens de celular mostraram que o deputado Eduardo Cunha cobrou de Léo Pinheiro, ex-presidente da empreiteira OAS, repasses à campanha de Alves ao governo do Rio Grande do Norte. Outras mensagens, enviadas pelo próprio Alves, despertaram a suspeita de que ele atuou a favor da empresa em tribunais.
Geddel Vieira Lima
O ministro da Secretaria de Governo, Geddel Vieira Lima, também apareceu em mensagens do celular de Léo Pinheiro. Ainda não há um inquérito específico contra o ministro, mas os investigadores suspeitam que ele pode ter usado sua influência para atuar em favor da OAS dentro da Caixa (onde ocupou a vice-presidência) e em outros órgãos. No início dos anos 2000, o ex-presidente Itamar Franco chamou Geddel de "percevejo de gabinete" – um político que busca se aliar com outras administrações para conseguir cargos.
Outros membros do governo
Dois nomes do núcleo duro de Temer, Moreira Franco (assessor especial) e Eliseu Padilha (ministro da Casa Civil) também aparecem em investigações envolvendo Léo Pinheiro e foram citados na delação do ex-senador Delcídio do Amaral. Outros seis ministros – Mendonça Filho (Educação), José Serra (Relações Exteriores), Raul Jungmann (Defesa) Ricardo Barros (Saúde), Osmar Terra (Desenvolvimento Social e Agrário) e Bruno Araújo (Cidades) – aparecem na superplanilha da Odebrecht apreendida na casa de um ex-executivo da empresa
André Moura
Eleito na semana passada líder do governo na Câmara dos Deputados, Moura (PSC-CE) aparece como réu em três ações penais e é investigado em dois inquéritos no STF. Em um dos inquéritos, ele aparece como suspeito de uma tentativa de homicídio; no outro, seu nome está ligado ao escândalo do Petrolão. Partidos aliados, como o DEM e o PSDB, queriam outro deputado para o cargo, mas tiveram que engolir a vitória de Moura. O presidente interino não fez esforços para reverter o resultado.
Cúpula do PMDB no Senado
O caso Jucá evidenciou que Sérgio Machado, ex-diretor da Transpetro, está negociando um acordo de delação premiada. Machado é um velho protegido da cúpula do PMDB no Senado e deve sua indicação ao presidente da casa parlamentar, Renan Calheiros. Ele também é considerado próximo de Edison Lobão e Jader Barbalho. A imprensa brasileira especula que Machado pode ter gravado diálogos com outros senadores além de Jucá, algo que pode atingir em cheio vários caciques do partido do presidente interino.
Baleia Rossi
Escolhido na semana passada para ser o novo líder do PMDB na Câmara, o deputado Baleia Rossi (SP) foi citado na Operação Alba Branca, que investiga desvios em contratos para o fornecimento de merendas para escolas de São Paulo. Em delação premiada, o vice-presidente de uma cooperativa que fornecia alimentos disse ter ouvido que valores desviados das prefeituras de Ribeirão Preto e Campinas foram repassados à campanha de Rossi.

Saiba mais


No giro da noticia.
Edmilson Moura.