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TEORI CONTRARIA RODRIGO JANOT E MANDA DENÚNCIA CONTRA LULA PARA JUSTIÇA DE BRASÍLIA



A decisão contraria a posição do procurador-geral da República, Rodrigo Janot, que defendeu que o caso ficasse com o juiz do Paraná Sérgio Moro.

O ministro Teori Zavascki, relator da Lava Jato no Supremo Tribunal Federal, decidiu enviar para a Justiça de Brasília a denúncia contra o ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva por suposta participação na tentativa de impedir a colaboração premiada do ex-diretor da Petrobrás Nestor Cerveró.

Na peça, Teori sustenta que o caso não tem conexão direta com a Lava Jato e, por isso, não precisaria ser enviado para a 13ª Vara Federal de Curitiba. A decisão contraria um pedido do procurador-geral da República, Rodrigo Janot, que queria que o caso ficasse sob os cuidados do juiz Sérgio Moro..

“Tais fatos não possuem relação de pertinência imediata com as demais investigações relacionadas às fraudes no âmbito da Petrobrás. Na verdade, dizem respeito à suposta prática de atos, pelos investigados, coma finalidade de impedir e de aviltar a colaboração premiada entre Nestor Cerveró e o Ministério Público”, afirma Teori.

O ministro justifica a decisão apontando que além de os fatos terem ocorrido em Brasília, “há outros motivos que militam pela fixação da competência para processar e julgar esta causa na Seção Judiciária do Distrito Federal”, como o fato de a delação de Cerveró tramitar no Supremo.

Na denúncia contra o ex-presidente Lula apresentada ao STF no início de maio, Janot afirma que o ex-presidente “papel central” na trama para tentar comprar o silêncio de Cerveró e tentar “embaraçar” as investigações da Operação Lava Jato.

O caso veio à tona com a prisão do então senador Delcídio Amaral, em novembro do ano passado. Em uma gravação feita pelo filho de Cerveró, Delcídio aparece oferecendo dinheiro e a possibilidade de uma fuga para fora do País para que o ex-diretor da Petrobrás não contasse o que sabia ao Ministério Público.

Também foram denunciados o banqueiro André Esteves, o pecuarista José Carlos Bumlai e seu filho, Maurício, o assessor do ex-senador Diego Ferreira e o ex-advogado de Cerveró, Edson Ribeiro.

Teori decidiu enviar o caso à primeira instância porque Delcídio perdeu o foro privilegiado após ter o mandato cassado pelo Senado. A decisão atendeu a um pedido da defesa de André Esteves.

E O ex-presidente Lula nega todas as acusações contra ele e se diz vítima de perseguição política.

Pelo menos em um caso, Lula se livrou do juiz Sergio Moro e terá acusações de obstrução analisadas pela Justiça de Brasília.


Isso ainda vai dar pano para as mangas.

No giro da noticia.
Edmilson Moura.

DESUNIÃO BRITÂNICA OU DESUNIÃO EUROPEIA



Pra gente entender. São países do Reino Unido, pois é o termo usado para descrever Inglaterra, Irlanda do Norte, Escócia e País de Gales, que, juntos, formam o Reino Unido da Grã-Bretanha e Irlanda do Norte, que é um Estado soberano.

O resultado do plebiscito a favor da saída do Reino Unido da União Europeia (UE) revelou profundas divisões entre os britânicos.

Revelou, por exemplo, duas 'Inglaterras': Londres votou pela permanência, enquanto a maioria das outras cidades votou pela saída. A diferença entre as gerações também ficou clara. No grupo entre 18 e 24 anos, 64 % disseram ter votado pela permanência, escolha de apenas 33 % dos britânicos entre 50 e 64 anos .

O resultado levou ao anúncio de renúncia do primeiro-ministro David Cameron, que liderou a campanha pela permanência. 51,9% dos britânicos votaram pela saída contra 48,1%. Espera-se que o processo seja negociado ao longo dos próximos dois anos.

"O plebiscito revelou uma placa tectônica dividindo o Reino Unido. Uma ferida que dividiu a política e as estruturas sociais. Está longe de ficar claro se o reino ainda pode se declarar unido", escreveu o jornalista da BBC Mark Easton.

Político
Os principais partidos políticos apoiaram a campanha pela permanência. No entanto, havia grandes divisões internas, principalmente, no Partido Conservador, que governa o país.

O plebiscito acabou forçando o primeiro-ministro David Cameron a anunciar sua renúncia poucas horas após a divulgação do resultado.

Ele havia prometido o plebiscito durante sua campanha, cumpriu a promessa, defendeu a permanência e acabou derrotado.

Não está claro quem o substituirá na liderança do partido e consequentemente no cargo de primeiro-ministro. Um dos cotados é o ex-prefeito de Londres, Boris Johnson, a principal voz em favor da saída do bloco. Eleições podem ser convocadas em outubro.

Também no Partido Trabalhista, o principal partido de oposição, havia divisões e também críticas à liderança de Jeremy Corbyn, considerada fraca na tentativa de convencer eleitores a adotarem a linha oficial do partido, pró-Europa.
Uma das possíveis razões para essa suposta falta de empenho vem da posição de setores mais à esquerda que defendiam que a competição com trabalhadores europeus, como poloneses, por exemplo, havia prejudicado os britânicos mais pobres, da chamada classe trabalhadora.

Essa disputa com europeus também havia prejudicado, segundo essas vozes mais à esquerda, o acesso de britânicos mais pobres a benefícios, como moradia subsidiada pelo governo.

Geográfico
O Reino Unido é formado por quatro unidades: Inglaterra, Escócia, País de Gales e Irlanda do Norte.
A referência ao 'Reino Desunido' se explica por resultados díspares em diferentes regiões. Na Escócia, por exemplo, 62% dos eleitores votaram pela permanência e apenas 38% pela saída.

Esse contraste no resultado com o resto do país pode renovar o ímpeto pela independência entre muitos escoceses. Em 2014, um plebiscito acabou decidindo pela permanência da Escócia no Reino Unido, e um dos argumentos principais da campanha contra a independência era o acesso à União Europeia via Reino Unido.

Agora, é possível que haja uma nova campanha pela independência, que poderia ser seguida de uma adesão separada da Escócia à União Europeia. A Irlanda do Norte também votou pela permanência (55% contra 44%). O País de Gales votou pela saída (52,5% contra 47,5%).

O contraste entre Londres e a maior parte da Inglaterra também foi considerável. Na capital, 60% votaram pela permanência e 40% pela saída.

O resultado renovou uma campanha, em tom de piada, para que Londres fizesse seu próprio plebiscito pela independência do resto do país: #independenceforlondon.

Essa diferença se explica, em parte, pela pujança econômica da cidade e pela maior presença de estrangeiros. Um dos temas principais da campanha conhecida como Brexit (junção entre as palavras Britain - Grã-Bretanha- e exit - saída) foi o controle da imigração.

Londrinos, no entanto, tendem a aceitar e a valorizar mais a globalização e a diversidade. Estão mais acostumados a seus efeitos, positivos ou negativos.

Demográfico
O fosso entre geração talvez seja o maior registrado na análise da votação do país, com os mais jovens optando pela permanência na União Europeia e os mais velhos, pela saída.

No grupo entre 18 e 24 anos, 64% votaram pela permanência, segundo pesquisa de boca de urna do instituto YouGov. No grupo com mais de 65 anos, apenas 33% disseram ter votado pelo Reino Unido dentro do bloco.

Essa divisão gerou críticas de muitos jovens de que os mais velhos decidiram pelo futuro de quem, de fato, irá vivê-lo.

Em um comentário postado em uma reportagem doFinancial Times, um leitor escreveu: "A geração mais jovem perdeu o direito de viver e trabalhar em 27 países. Nós nunca conheceremos a extensão da perda de oportunidades, amizades, casamentos e experiências que serão negadas. A liberdade de movimento nos foi retirada pelos nossos pais, avós e tios em um golpe contra uma geração já afundada nas dívidas da geração anterior. Talvez mais importante, vivemos em uma sociedade pós-factual em que fatos se revelaram inúteis ao se confrontarem com mitos".

Segundo o editor da BBC Mark Easton, a escolha feita pelos eleitores neste dia histórico foi entre um caminho (da permanência) que prometia um mundo moderno, cheio de oportunidades e baseado na interdependência e o outro caminho (da saída) que prometia levar à independência de uma terra que respeitaria tradição e herança cultural.

Veja também

No giro da noticia.
Edmilson Moura.

VEJA: como era desviado dinheiro de credito consignado a funcionário publico



Na imagem o ex-ministro do Planejamento Paulo Bernardo, preso preventivamente durante a Operação Custo Brasil, é transferido pela Polícia Federal de Brasília para São Paulo.

Escritório ligado a Paulo Bernardo recebeu R$ 7 milhões, diz MPF. Ex-ministro do Planejamento do governo Lula foi preso nesta quinta-feira(23). Fraude tirava percentual de crédito consignado para pagar políticos, diz PF.
Escritório de advocacia ligado ao ex-ministro do Planejamento do governo Lula e das Comunicações no primeiro governo Dilma, Paulo Bernardo, recebeu mais de R$ 7 milhões entre 2010 e 2015 por meio de esquema que funcionava no Ministério do Planejamento, segundo o Ministério Público Federal (MPF) e a Polícia Federal (PF).


Investigadores encontraram indícios de que foram desviados cerca de R$ 100 milhões de um serviço de gestão do crédito consignado a funcionários públicos.

Bernardo 
foi preso nesta quinta-feira (23)  na Operação Custo Brasil, desdobramento da 18ª fase da Operação Lava Jato, em Brasília.

O valor que foi recebido pelo escritório ligado a Bernardo foi apurado com base em notas fiscais do Grupo Consist, contratado pelo esquema para operacionalizar o crédito consignado a funcionários públicos da União. A Consist é apontada pelo juiz Sérgio Moro, à frente da Operação Lava Jato, que investiga o esquema na Petrobras, 
por ser responsável pelo pagamento de propina a partidos e políticos.
De 70% dos R$ 100 milhões desviados no esquema no período de 2010 a 2015, Paulo Bernardo teve direito a quantias que variavam de 2,9% a 9,6%, dependendo de sua função no governo. O restante do total do esquema (30%) ficava como pagamento para a Consist pelo serviço.
A quantia percentual de Bernardo era direcionada por meio de escritório de advocacia que prestou serviços de forma "laranja", segundo Andrey Borges de Mendonça, procurador da República que investiga o caso. O escritório ficava em média com 20% do valor total.
"Os R$ 7 milhões foi o que se apurou em notas da Consist para o escritório de advocacia. O que apuramos foi que 80% do total repassado ao escritório [cerca de R$ 5,6 milhões] ia para Paulo Bernardo", disse Mendonça.
Estamos falando de centenas de milhares de pagamentos do crédito consignado. E existia [a cobrança] de um pouco mais de R$ 1 para o serviço de gerenciamento e controle, em um custo que era só R$ 0,30. Estes valores eram desviados e aumentavam o custo Brasil"

 
Além de Bernardo, outros atores tinham direito a porcentagens dentro do pagamento da propina, entre eles Alexandre Romano, que ficava com 20% do total dos 70%. Da parcela de Romano, 80% era destinado ao PT.  Romano é ex-vereador pelo PT em Americana (SP) e delator da Lava Jato.
O ex-tesoureiro do PT João Vaccari Neto é quem decidia as porcentagens que cada um deveria receber, informou o procurador da República Andrey Borges de Mendonça.
Conforme o delegado da PF Rodrigo de Campos Costa, o ex-ministro Paulo Bernardo está sendo acusado de integrar uma organização criminosa e recebia uma porcentagem na atuação desta empresa, para que o acordo ilegal fosse mantido por meio de um escritório de advocacia, que prestava serviços fictícios.
A defesa de Paulo Bernardo negou que a contratação da Consist teve seu aval e chamou a prisão do ex-ministro de ilegal. O PT classificou a ação da PF de "midiática" e disse que há uma tentativa de criminalizá-lo. A Consist disse que sempre colaborou com a Justiça e as investigações (veja notas na íntegra ao final do texto).

O esquema
Segundo o superintendente da Receita Federal em São Paulo, Fábio Ejchel, de 2010 a 2015, foi cobrada uma parcela mensal dos servidores da União que fazem empréstimos consignados que era direcionada para o pagamento de políticos.

"Estamos falando de centenas de milhares de pagamentos do crédito consignado. E existia [a cobrança] de um pouco mais de R$ 1 para o serviço de gerenciamento e controle, em um custo que era só R$ 0,30. Estes valores eram desviados e aumentavam o custo Brasil", afirmou. "Dezenas de milhares de funcionários públicos foram lesados", salientou.
Dezenas de milhares de funcionários públicos foram lesados"
Fábio Ejchel, superintendente da Receita Federal em São Paulo
Até 2009, o sistema de informática apresentava uma falha sobre o limite que o servidor poderia obter sobre o salário - cujo máximo é 30% do salário. Naquele ano, houve a pressão para que houvesse a contratação de uma empresa especializada na área.

"É neste momento, na contratação desta empresa, é que houve a fraude", afirma o delegado da Polícia Federal Rodrigo de Campos Costa.  "Contratou se empresa que prestava valor muito maior do que deveria cobrar por aquele serviço", salientou o superintendente da Receita.
Para que a fraude fosse mantida, funcionários do Ministério do Planejamento também recebiam no esquema. Foram identificados os pagamentos a dois empregados do ex-ministro Paulo Bernardo durante a transferência de recursos. Os nomes não foram divulgados. Secretários adjuntos do ministério e um servidor de uma diretoria, que também foi preso, estavam cientes da fraude, segundo o delegado.

"Identificamos a participação de funcionários do Ministério do Planejamento e Gestão do primeiro, segundo e terceiro escalão", explicou o delegado da PF.
"A corrupção é irmã gêmea da sonegação. A atuação conjunta dos órgãos é fundamental", afirmou o superintendente da PF, sobre a operação conjunta realizada nesta quinta.

Suspeita sobre Carlos Gabas
Andrey Borges de Mendonça, procurador da República, informou que há evidências que o ex-ministro da Previdência Carlos Gabas recebeu valores no início e no término do esquema, que perdurou até a Operação Pixuleco, realizada pela PF em agosto de 2015.
Inicialmente, a PF informou que Gabas teria sido alvo de condução coercitiva, que é quando a pessoa é levada a depor. No entanto, o juiz que autorizou o mandado disse que Gabas deveria ser informado pelos policiais que teria o direito de ficar em silêncio e, nesse caso, não seria obrigado a ir para a delegacia prestar depoimento. Como Gabas disse que não falaria com as autoridades, pôde ficar em casa.
"As evidências apontam que dentro do Ministério do Planejamento houve uma organização criminosa que atuou ao longo de 5 anos e desviando valores na ordem de R$ 100 milhões. A estabilidade e a relação entre os envolvidos demonstra que tinha os envolvidos demonstra que tinha os elementos de uma organização criminosa apontando para a prática de vários crimes contra o patrimônio público", afirmou o procurador Mendonça.
 Mandados cumpridos
Um mandado de condução coercitiva foi para o jornalista Leonardo Attuch, que administra o blog "Brasil 247". Ele já havia aparecido nas investigações da Lava Jato como suspeito de ter recebido dinheiro por serviços não executados.
Há ainda um mandado de prisão preventiva para o ex-tesoureiro do PT, João Vaccari Neto, que, condenado na Lava Jato, está preso desde 2015.
"Ele tinha uma função exponencial no esquema porque ele era responsável por coordenar o recebimento no Partido dos Trabalhadores. As evidências apontam que ele tinha conhecimento de tudo e que era ele que indicava as empresas que deveriam receber os valores e por meio de quais empresas ele deveria receber. Então ele tem uma participação ativa no esquema, tanto que foi decretada a prisão do senhor João Vaccari também", disse o procurador.
Outro ex-tesoureiro do PT, Paulo Ferreira, também tem mandado de prisão. Ele é marido da ex-ministra do Desenvolvimento Social no governo Dilma, Tereza Campelo.
Valter Correia, secretário de Gestão do prefeito Fernando Haddad, em São Paulo, também foi preso.
Além das prisões relacionadas ao PT, policiais federais foram à sede do partido no centro de São Paulo. Os presos e o material apreendido serão encaminhados à sede da Polícia Federal, na capital paulista.
Um mandado de prisão preventiva tem como alvo advogado Guilherme de Salles Gonçalves, que participou da campanha da senadora Gleisi Hoffmann para o Senado, em 2010, e à prefeitura de Curitiba, em 2008. Ele não foi detido porque está no exterior, de acordo com a Polícia Federal.
Ao todo, a operação tem 65 mandados judiciais em São Paulo, Paraná, Rio Grande do Sul, Pernambuco e Distrito Federal.
Do total de mandados nesta quinta, 11 são de prisão preventiva, 40 de busca e apreensão e 14  de condução coercitiva, quando a pessoa é levada a prestar depoimento. Um dos mandados de busca foi cumprido na casa de Bernardo e Gleisi, no bairro Água Verde, em Curitiba.
Em nota, a defesa de Paulo Bernardo disse que a prisão é ilegal e que o ex-ministro não teve envolvimento em eventuais irregularidades no Planejamento (veja nota dos advogados no final desta matéria).
Os crimes investigados na operação são de tráfico de influência, corrupção ativa, corrupção passiva, lavagem de dinheiro e organização criminosa, com penas de 2 a 12 anos de prisão.
Outros mandados
A PF cumpriu ainda dois mandados em 
Porto Alegre, um de busca e apreensão e outro de prisão, e também dois mandados de busca e apreensão em Londrina (PR).
No Recife, pelo menos duas pessoas foram presas. Também há três mandados de busca e apreensão na capital pernambucana.
Entre os presos nesta manhã estão Daisson Silva Portanova, advogado no Rio Grande do Sul e Nelson Luiz Oliveira Freitas, ex servidor do Planejamento.
Histórico
Paulo Bernardo e Gleisi haviam sido indiciados pela PF em março por suspeitas de que dinheiro desviado da 
Petrobrasabasteceu em 2010 a campanha ao Senado da parlamentar.
A PF disse na ocasião ter indícios suficientes contra o ex-ministro e a senadora. As conclusões da Polícia Federal foram anexadas ao inquérito 3979, que tramita no Supremo Tribunal Federal, na Operação Lava Jato.
Um dos delatores da Lava Jato, o doleiro Alberto Youssef, afirmou em sua delação premiada ter recebido determinação do ex-diretor da Petrobras Paulo Roberto Costa para entregar R$ 1 milhão para a campanha de Gleisi Hoffman do Paraná.
Isso teria sido feito em um shopping de Curitiba. A quantia teria sido entregue pessoalmente por Youssef a um homem. Youssef afirmou que Gleisi sabia de todo o esquema. E que  Paulo Bernardo pediu um "auxílio" na campanha da mulher.

Saiba mais
Depoimentos
Em depoimentos à Polícia Federal em abril do ano passado, a senadora 
Gleisi Hoffmann e o marido dela e ex-ministro Paulo Bernardo negaram irregularidades na arrecadação para a campanha da petista ao Senado em 2010.
Gleisi e Bernardo negaram, ainda, solicitações de doações ao doleiro Alberto Youssef. À PF, Paulo Bernardo disse que não fez qualquer pedido de "auxílio" a Costa para a campanha de Gleisi.
Questionado sobre as anotações "PB" e "1,0", encontradas na agenda de Paulo Roberto Costa apreendida pela Polícia Federal, o ex-ministro disse não ter conhecimento das anotações.
Em depoimento à Justiça, Costa afirmou que as anotações diziam respeito ao valor de R$ 1 milhão repassados a Paulo Bernardo para a campanha da petista ao Senado.
Em seu depoimento, Gleisi Hoffmann também disse desconhecer as anotações na agenda de Costa. Ela afirmou ainda que o empresário Ernesto Kugler participou de alguns eventos da campanha de 2010, mas que năo atuou na captação de recursos.
O que dizem os suspeitos
A defesa de João Vaccari Neto não quis se manifestar. O ex-ministro Carlos Gabas confirmou que houve busca e apreensão na sua casa e afirmou que está à disposição para esclarecimentos. Gabas disse ainda que quer que tudo seja esclarecido, que os culpados sejam responsabilizados e que os inocentes sejam absolvidos e liberados.
Veja íntegra da nota da defesa de Paulo Bernardo:
"O Ministério do Planejamento se limitou a fazer um acordo de cooperação técnica com associações de entidades bancárias, notadamente a ABBC e SINAPP, não havendo qualquer tipo de contrato público, tampouco dispêndios por parte do órgão público federal. Ainda assim, dentro do Ministério do Planejamento, a responsabilidade pelo acordo de cooperação técnica era da Secretaria de Recursos Humanos e, por não envolver gastos, a questão sequer passou pelo aval do Ministro.
Não bastasse isso, o inquérito instaurado para apurar a questão há quase um ano não contou com qualquer diligência, mesmo tendo o Ministro se colocado à disposição por diversas vezes tanto em juízo como no Ministério Público e Polícia Federal.
A defesa não teve acesso à decisão ainda, mas adianta que a prisão é ilegal, pois não preenche os requisitos autorizadores e assim que conhecermos os fundamentos do decreto prisional tomaremos as medidas cabíveis
NOTA DOS ADVOGADOS"
Veja íntegra da nota do PT:
O Partido dos Trabalhadores condena a desnecessária, midiática, busca e apreensão realizada na sede nacional de São Paulo.
Em meio à sucessão de fatos e denúncias envolvendo políticos e empresários acusados de corrupção, monta-se uma operação diversionista na tentativa renovada de criminalizar o PT.
A respeito das acusações assacadas contra filiados do partido, é preciso que lhes sejam assegurados o amplo direito de defesa e o princípio da presunção de inocência.
O PT, que nada tem a esconder, sempre esteve e está à disposição das autoridades para quaisquer esclarecimentos.
Veja íntegra da nota da Consist:
Em relação às informações noticiadas nesta quinta-feira (23/06/16), a Consist esclarece que sempre colaborou e continuará colaborando com a Justiça Federal e com os órgãos de investigação.
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No giro da noticia
Edmilson Moura.

E POR UNANIMIDADE, STF TRANSFORMA CUNHA EM RÉU PELA SEGUNDA VEZ



Na imagem a Sessão do STF. Eduardo Cunha: por unanimidade, os 11 ministros entenderam que há elementos suficientes para aceitar a denúncia proposta pela Procuradoria-Geral da República.
O Supremo Tribunal Federal (STF) decidiu transformar, pela segunda vez, o presidente afastado da Câmara, Eduardo Cunha(PMDB-RJ), em réu da Operação Lava Jato.
Cunha é acusado, na peça oferecida em março pelo procurador-geral da República, Rodrigo Janot, de cometer os crimes de corrupção passiva, lavagem de dinheiro, evasão de divisas e omissão de informação em documento eleitoral. Para o relator do caso, ministro Teori Zavascki, há indícios "robustos" que sustentam o recebimento da denúncia.
"Há indícios concretos do recebimento de valores pelo deputado Eduardo Cunha", disse o ministro no plenário da corte, acrescentando que, pelo menos na parte que trata da acusação de crime de corrupção, há "indícios robustos" para o recebimento da denúncia, acrescentando que "não prospera" a alegação de "deficiência" de comprovação.
A situação tem piorado para Cunha, que já é réu em outra ação penal no STF originada pela operação Lava Jato, sob a suspeita de receber propina em negócios da Petrobras. O parlamentar também é alvo de um pedido de prisão elaborado por Janot, ainda pendente de análise do STF.
No campo político, também vem enfrentado reveses, com o avanço do processo de cassação por quebra de decoro parlamentar. Na semana passada, o Conselho de Ética da Câmara aprovou parecer por sua cassação, sob a acusação de que teria mentido sobre a existência de contas bancárias no exterior em depoimento à CPI da Petrobras, no ano passado.
Na ocasião, o parlamentar afirmou ter apenas as contas declaradas em seu imposto de renda. Mas documentos dos Ministérios Públicos do Brasil e da Suíça apontaram contas bancárias em nome de Cunha e de familiares no exterior. O parlamentar nega as irregularidades.
Em entrevista coletiva na terça-feira(21),  Cunha voltou a negar que tenha mentido, argumentando que os recursos no exterior não foram mantidos em contas bancárias, mas em trustes.
Nesta quarta-feira(22), Cunha divulgou nota na qual afirma que respeita a decisão do Supremo e confia que, ao fim do julgamento, será absolvido.
LUGAR ERRADO
Segundo a PGR, Cunha teria "viabilizado" a aquisição de um campo de petróleo em Benin pela Petrobras, o que gerou o pagamento de propina, recursos posteriormente acomodados no exterior. Janot afirmou, em sua sustentação oral na sessão desta quarta no STF, que há provas documentais sobre a existência de contas em nome do parlamentar.
"Está documentalmente provado e esse foi um processo transferido da Justiça suíça para a Justiça brasileira", disse o procurador-geral ao plenário do Supremo. "As contas são de titularidade do acusado e a origem dos recursos... é absolutamente espúria", acrescentou.
A denúncia toma como base os documentos dos Ministérios Públicos do Brasil e da Suíça.
O relator também defendeu que a materialidade e a autoria dos delitos estão presentes nos autos, o que justificaria o recebimento da denúncia.
Na mesma linha do relator e do procurador, o ministro Edson Fachin afirmou que há "suporte fático" e "elementos idôneos" para levar Cunha à condição de réu pela segunda vez na Lava Jato.
Um dos últimos a proferir seu voto sobre a denúncia, o ministro Roberto Barroso declarou que "não é aceitável desviar dinheiro público" e que seja para financiamento eleitoral ou para o próprio bolso, "é mandar o dinheiro do povo brasileiro para o lugar errado".
Da tribuna, a advogada de Cunha, Fernanda Tórtima, alegou que não há indícios sólidos de que o acusado tenha pedido propina. Argumenta ainda que o parlamentar não deveria ser penalizado por manter conta não declarada na Suíça, já que a prática não é considerada crime no país.
A defesa de Cunha argumentou ainda que o dinheiro estava aplicado em trustes no exterior, cuja declaração permanece carente de regulamentação do Banco Central.
Na sessão desta quarta a maioria dos ministros também rejeitou um recurso que questionava o desmembramento do processo envolvendo Cunha.
A ação penal em que Cunha tornou-se réu pela segunda vez também cita a mulher e a filha do parlamentar, mas a investigação foi desmembrada. Os trechos relacionados às familiares de Cunha foram enviados para a primeira instância, para o juíz federal Sérgio Moro. Apenas os ministros Gilmar Mendes e Dias Toffoli votaram contra o desmembramento, para que os casos de ambas também fosse analisado pelo Supremo.

No Giro da noticia.
Edmilson Moura.

BAIRRO DA PERIFERIA DE BACABAL-MA RECEBE BENEFÍCIOS DE INFRAESTRUTURA E POPULAÇÃO AGRADECE INICIATIVA DA PREFEITURA



Sem dúvidas a falta de infraestrutura tem sido uma das maiores problemáticas enfrentadas pela atual gestão e, visando resolve-la, a Prefeitura de Bacabal reiniciou os trabalhos no setor. Além da operação tapa-buracos realizada em ruas do centro, alguns bairros também estão passando por melhorias.

Na Vila da Paz ou Vila das Almas como é chamada, por exemplo, ruas estão sendo abertas e recebendo o empiçarramento, melhorando o acesso dos moradores e valorizando seus imóveis, pois em algumas delas nem mesmo carro tracionado conseguia trafegar.

Na tarde desta segunda-feira dia 201 de junho de 2016 o prefeito Zé Alberto Veloso esteve na comunidade acompanhando a frente de trabalho desenvolvida e fez questão de conversar demoradamente com os moradores.

Uma moradora. Adriana Sousa não escondia a sua satisfação em ver os benefícios chegando a toda Vila da Paz. 

“Ao abrir a porta da minha casa me deparei com um monte de máquinas trabalhando, raspando e colocando piçarra nas ruas. Isso me deu uma alegria muito grande, pois estamos realizando um sonho. Há muito tempo a gente esperava por esse beneficio.” disse.



Fonte: Sérgio Matias.
Edmilson Moura.

E O FEIJÃO SUBIU DE PREÇO E ESTÁ AO PREÇO DA MORTE



Pois é o Preço do feijão sobe 33% em 2016, A causa desse aumento de preços está no campo. No Paraná, maior produtor de feijão do país, a safra foi complicada.

É isso mesmo gente, está ficando difícil fazer o velho e bom prato preferido dos brasileiros: o arroz e feijão. O preço do feijão disparou e aumentou, na média do Brasil todo, 33% desde o começo do ano. Em Campo Grande, em alguns supermercados, o preço de um quilo de feijão chega a ser igual ao do pacote de cinco quilos de arroz.

De cada dez quilos de feijão vendidos no Brasil, sete são do tipo carioca, justamente o que mais subiu de preço. Para economizar, muita gente tem optado pelo feijão preto, que costuma ser 40% mais barato. Só que com tanta procura, o preço dele também disparou. De janeiro a maio, a alta em Campo Grande, por exemplo, chegou a 29,5%.

Os técnicos do Instituto Brasileiro do Feijão preveem que o preço deve cair um pouco nos próximos meses, mas volta a subir em setembro, quando começa o plantio da próxima safra. A da economista Andreia Ferreira, do Dieese, é aproveitar o período de preço mais baixo pra reforçar a despensa: “Tem que aproveitar as promoções e, nesse caso, tentar fazer um estoque. Se der pra fazer um estoque possível, porque a gente não sabe como vai continuar o cenário, especialmente diante da situação climática e dessa redução da área plantada, que foi o fator importante na primeira safra”
.
A causa desse aumento de preços está no campo. No Paraná, onde um quarto do feijão nacional é produzido, a safra foi complicada. O maior produtor de feijão do país teve problemas no começo, no meio e no fim da plantação.
Na época do plantio, em fevereiro, a chuva castigou as lavouras. Depois, em abril, foram 30 dias estiagem e agora, o frio. A geada dessa semana sapecou as plantas.

A consequência é a quebra na produção. O Paraná já colheu 93% do que foi plantado nesta safra e as perdas foram de 20%, em média. O agricultor Dirceu de Paula, de Ivaiporã, região central do estado, esperava colher quase sete toneladas de feijão, mas vai colher apenas quatro: “Nossa atividade é assim mesmo: um ano a gente perde, depois acerta e assim vai levando".

O cenário se repetiu em várias regiões produtoras e, com menos feijão no mercado, os preços dispararam. Esta semana, o feijão carioquinha, o mais consumido no Brasil, chegou a ser vendido por R$ 500 a saca de 60 quilos. Ano passado, nessa mesma época, valia R$ 140.

“É a lei da oferta e procura, na verdade não tem produto e o preço sobe. Pode se preparar que o preço vai continuar alto até o próximo plantio, a partir de agosto, setembro”, explica Sérgio Empinotti, agrônomo da Secretaria de Agricultura do MS.

Senhor tem piedade de nós.

Edmilson Moura.

Imagem repetida.

Já que está praticamente definido que serão  estas quatro  pessoas da imagem acima, que irão disputar o próximo mandato para  prefeito(a) de nosso município na próxima eleição. Portanto está aí para o leitor dá sua opinião, fazer suas ilações e avaliar os mesmos  em seus comentários, é claro, dentro da seara  política.