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BOMBA: JANOT PEDE AO SUPREMO A PRISÃO DE RENAN, CUNHA, JUCÁ E SARNEY



Ministério Público pediu a prisão dos peemedebistas Renan Calheiros, Eduardo Cunha, Romero Jucá e José Sarney, poissegundo TV Globo, o procurador alega que eles tentam obstruir a Lava Jato. E em nota, Renan chamou de 'desproporcional e abusiva" solicitação de prisão.
O procurador-geral da República, Rodrigo Janot, pediu ao Supremo Tribunal Federal (STF) a prisão do presidente do Senado, Renan Calheiros (PMDB-AL), do presidente afastado da Câmara, Eduardo Cunha (PMDB-RJ), do senador Romero Jucá (PMDB-RR) e do ex-presidente da República José Sarney(PMDB-AP).
A informação sobre os pedidos de prisão de Renan, Jucá e Sarney foi publicada na edição desta terça do jornal "O Globo" e confirmada pela TV Globo. Já a solicitação para prender Cunha foi divulgada pelo Bom Dia Brasil.


O chefe do Ministério Público pede a prisão dos quatro peemedebistas por suspeita de eles estarem tentando obstruir as investigações da Operação Lava Jato. Os pedidos de prisão estão, há pelo menos uma semana, sobre a mesa do ministro do Teori Zavascki, relator da Lava Jato no STF. No caso de Sarney, por causa da idade, ele ficaria em prisão domiciliar monitorado por tornozeleira eletrônica.
No caso de Cunha, segundo a TV Globo, o Ministério Público alegou que a decisão do Supremo de afastá-lo da presidência daCâmara e do mandato de deputado federal não surtiu efeito e o parlamentar teria continuado interferindo no comando da Casa.
A reportagem de "O Globo" afirma que, além de pedir a prisão de Renan, Janot solicitou ainda à Suprema Corte que ele seja afastado da presidência do Senado.
O que diz Renan Calheiros
Em nota divulgada por sua assessoria, Renan classificou de "desarrazoada, desproporcional e abusiva" a solicitação de prisão. No mesmo comunicado, ele disse reafirmar que "não praticou nenhum ato concreto que pudesse ser interpretado como suposta tentativa de obstrução à Justiça" (leia a íntegra da nota ao final desta reportagem).
O que diz Eduardo Cunha
Em nota, Eduardo Cunha disse que ainda não tomou ciência do conteúdo do pedido de Janot e, por isso, não pode contestar as motivações. "Mas vejo com estranheza esse absurdo pedido, e divulgado no momento da votação no Conselho de Ética, visando a constranger parlamentares que defendem a minha absolvição e buscando influenciar no seu resultado", afirmou(leia a íntegra da nota ao final desta reportagem).
O que diz José Sarney
José Sarney, por meio de nota, afirmou que estava "perplexo, indignado e revoltado" com o pedido de prisão. Ele destacou no comunicado que, após ter dedicado 60 anos à vida pública, julgou que "tivesse o respeito de autoridades do porte do procurador-geral da República (leia a íntegra ao final desta reportagem).
"Jamais agi para obstruir a Justiça. Sempre a prestigiei e fortaleci. Prestei serviços ao país, o maior deles, conduzir a transição para a democracia e a elaboração da Constituição da
República", escreveu Sarney na nota.
O que diz Romero Jucá
Também por meio de nota, Romero Jucá disse considerar "absurdo" o pedido de prisão, falou que não teme nada e afirmou que apoia qualquer tipo de investigação. Jucá ressaltou ainda que lamenta "este tipo de vazamento seletivo" que, segundo ele, "expõe as pessoas sem nenhum tipo de contraditório" (leia a íntegra ao final da reportagem).
Autor dos pedidos de prisão, Janot foi questionado sobre o assunto ao deixar na manhã desta terça sessão do Conselho Superior do Ministério Público Federal. O procurador-geral, entretanto, se limitou a dizer: "Não confirmo nada".
Saiba mais
Alegações do Ministério Público
A alegação da PGR de que Renan, Sarney e Jucá estariam agindo para barrar a Lava Jato se baseia, segundo o jornal "O Globo", na delação premiada do ex-presidente da Transpetro Sérgio Machado.
Ainda de acordo com a reportagem, os áudios trazem indícios de que os três peemedebistas queriam limitar as investigações do esquema de corrupção que atuava na Petrobras.
Na visão do Ministério Público, Renan, Sarney e Jucá conspiraram para atrapalhar as investigações da Lava Jato.
Entre as ações dos três caciques do PMDB nesse sentido estão, segundo a Procuradoria-Geral da República (PGR), a tentativa de mudar a decisão do Supremo que prevê a prisão de condenados a partir da segunda instância; a tentativa de mudar a lei para permitir delação premiada apenas para pessoas em liberdade, e não para presos investigados; e também uma pressão dos três para que acordos de leniência das empresas pudessem esvaziar todas as investigações.


Conselho de Ética
Os pedidos de prisão vieram à tona no dia em que o Conselho de Ética da Câmara votaria o relatório do deputado Marcos Rogério (DEM-RO), que recomenda a cassação de Eduardo Cunha. O relator pediu "mais tempo" para fazer as considerações finais e conseguiu 
adiar para esta quarta-feira (8) a decisão sobre o caso.
Durante a sessão, integrantes da "tropa de choque" de Cunha repudiaram o pedido de prisão e adversários dele defenderam a cassação.
Dos 21 titulares do Conselho de Ética, apenas a deputada Tia Eron (PRB-BA) não registrou presença na sessão. Ela éconsiderada um voto decisivo para a aprovação do relatório.
Com a ausência da deputada do PRB, quem votaria no lugar dela seria o deputado Carlos Marun (PMDB-MS), aliado de Eduardo Cunha. Suplente do bloco partidário de Tia Eron, o parlamentar sul-mato-grossense foi o primeiro a registrar presença no Conselho de Ética, o que garantiria a ele ser o substituto.
A deputada Tia Eron afirmou, por meio de nota, que cumprirá com sua obrigação e que teria apresentado voto se a sessão não tivesse sido adiada.
No Conselho de Ética, Eduardo Cunha é acusado de manter contas secretas no exterior e de ter mentido sobre a existência delas em depoimento à CPI da Petrobras. Ele nega e afirma ser o beneficiário de fundos geridos por trustes (entidades jurídicas formadas para administrar bens e recursos).
Planalto não se manifesta
A Secretaria de Comunicação da Presidência informou que o governo não irá se manifestar sobre o caso.
Em uma coletiva de imprensa sobre as Olimpíadas, o chefe da Casa Civil, Eliseu Padilha, foi questionado sobre o assunto, mas ele se recusou a responder. "Eu não sei de nada. Não sei de nada, absolutamente nada", disse.
Efeito Sérgio Machado
As gravações que Sérgio Machado fez de conversas com Renan, Jucá e Sarney derrubaram dois ministros nos primeiros 15 dias do governo Michel Temer: o próprio Jucá, que 
foi obrigado a pedir exoneração do Ministério do Planejamento, e Fabiano Silveira, que deixou o Ministério da Transparência.
Uma reportagem exclusiva do Fantástico revelou gravações na qual Fabiano Silveira, além criticar a Operação Lava Jato, dá orientações a Renan Calheiros e ao ex-presidente da Transpetro Sérgio Machado.
No dia 3 de junho, reportagem de "O Globo" informou que Machado contou aos investigadores ter pago, pelo menos, R$ 70 milhões a Renan, Jucá e Sarney.

Ele disse que pagou a Renan cerca de R$ 30 milhões. Para Sarney, Machado relatou a entrega de cerca de R$ 20 milhões. Machado citou ainda que entregou outros R$ 20 milhões a Jucá.
Os valores, segundo o ex-presidente da Transpetro, foram desviados da subsidiária da Petrobras, responsável pelo transporte de combustível no país. Jucá, Renan e Sarney negam as acusações.
Íntegra das notas dos políticos
Leia as notas divulgadas pelas assessorias dos peemedebistas:
Nota do presidente do Senado, Renan Calheiros
Apesar de não ter tido acesso aos fundamentos que embasaram os pedidos, o presidente do Congresso Nacional reitera seu respeito à dignidade e autoridade do Supremo Tribunal Federale a todas às instituições democráticas do País. O presidente do Senado está sereno e seguro de que a Nação pode seguir confiando nos Poderes da República.

O presidente reafirma que não praticou nenhum ato concreto que pudesse ser interpretado como suposta tentativa de obstrução à Justiça, já que nunca agiu, nem agiria, para evitar a aplicação da lei. O senador relembra que já prestou os esclarecimentos que lhe foram demandados e continua com a postura colaborativa para quaisquer novas informações.

Por essas razões, o presidente considera tal iniciativa, com o devido respeito, desarrazoada, desproporcional e abusiva. Todas as instituições estão sujeitas ao sistema de freios e contrapesos e, portanto, ao controle de legalidade. O Senado Federal tem se comportado com a isenção que a crise exige e atento à estabilidade institucional do País.

A Nação passa por um período delicado de sua história, que impõe a todos, especialmente aos homens públicos, serenidade, equilíbrio, bom-senso, responsabilidade e, sobretudo, respeito à Constituição Federal.

As instituições devem guardar seus limites. Valores absolutos e sagrados do Estado Democrático de Direito, como a independência dos poderes, as garantias individuais e coletivas, a liberdade de expressão e a presunção da inocência, conquistados tão dolorosamente, mais do que nunca, precisam ser reiterados.
Assessoria de Imprensa
Presidência do Senado Federal
Brasília, 07 junho de 2016

Nota do deputado afastado Eduardo Cunha
Não tomei ciência do conteúdo do pedido do Procurador Geral da República, por isso não posso contestar as motivações. Mas vejo com estranheza esse absurdo pedido, e divulgado no momento da votação no Conselho de Ética, visando a constranger parlamentares que defendem a minha absolvição e buscando influenciar no seu resultado.
Nota do ex-senador José Sarney
Estou perplexo, indignado e revoltado.
Dediquei sessenta anos de vida pública ao País e à defesa do Estado de Direito. Julguei que tivesse o respeito de autoridades do porte do Procurador Geral da República.
Jamais agi para obstruir a Justiça. Sempre a prestigiei e fortaleci. Prestei serviços ao País, o maior deles, conduzir a transição para a democracia e a elaboração da Constituição da
República.
Filho de magistrado e de membro do Ministério Público, mesmo antes da nova Constituição promovi e sancionei leis que o beneficiam, inclusive a criação da Ação Civil Pública e as
mudanças que o fortalecem, sob a liderança do Ministro Sepúlveda Pertence, meu Procurador Geral e patrono do Ministério Público.
O Brasil conhece a minha trajetória, o meu cuidado no trato da coisa pública, a minha verdadeira devoção à Justiça, sob a égide do Supremo Tribunal Federal.
Nota do senador Romero Jucá
Brasília, 7 de junho de 2016.
Em referência às  notícias veiculadas na data de hoje sobre o pedido de prisão encaminhado pelo Ministério Público ao Supremo Tribunal Federal alegando tentativa de obstrução da justiça, venho me posicionar:
1) Considero absurdo o pedido tento em vista que tenho manifestado reiteradas vezes pelos órgãos de imprensa e em ações do cotidiano no sentido de fortalecer a investigação da operação Lava-Jato, assim como tenho cobrado celeridade da PGR, MPU e da justiça;
2) Em nenhum momento agi ou atuei no sentido de propor legislação ou qualquer tipo de ação que pudesse ser interpretado como tentativa de confundir as investigações. Defendo que investigados presos possam utilizar-se do mecanismo da delação premiada. Defendo a prisão com julgamento em segunda instancia em caso que a justiça entenda que seja necessária;
3) Desde que fui vítima da gravação do senhor Sérgio Machado, pedi afastamento do Ministério do Planejamento no mesmo dia e solicitei cópia da mesma à PGR para que pudesse me defender. Solicitei também à PGR e ao STF cópia da delação do senhor Sérgio Machado na parte que envolve meu nome. Até a data de hoje, venho sendo acusado e agredido por adversários políticos e não tenho conhecimento do material a que tenho direito de ter acesso para que eu possa me defender;
4) Lamento este tipo de vazamento seletivo que expõe as pessoas sem nenhum tipo de contraditório. Esta prática não se coaduna com o regime democrático e de direito em que estamos vivendo.
5) Volto a reafirmar que estou à disposição da justiça para qualquer informação ou investigação e já coloquei à disposição meu sigilos fiscal, bancário e telefônico; e
6) Nada temo e apoio qualquer tipo de investigação. Reafirmo minha confiança na justiça brasileira.
Senador Romero Jucá
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Do G1, em Brasília
No giro da noticia
Edmilson Moura

BOATO: JÁ COMEÇOU A SACANAGEM ELEITORAL QUE TEM TENTATIVA DE EXTORSÃO POR MEIO DE MENSAGENS EM CELULAR E OUTROS



Com a proximidade das eleições em outubro de 2016 cresce a onda de boatos/ fuxicos/ mexericos/ tentativa de extorsão entre outras baixarias nas paroquias políticas do Maranhão.

A internet com sua tecnologias permite o anonimato daqueles que sem qualquer obra/ serviço tentam aboletarem-se nas prefeituras/ usando o expediente do boato/ constrangimento pessoal.

Boato: A mais antiga modalidade de comunicação social continua a fazer parte da vida de todos. Afinal, quem já não ouviu ou ajudou a passar adiante um boato? Nisso há uma lição sobre a natureza humana.

É sempre tudo muito parecido: uma história que ninguém sabe exatamente de onde saiu passa de boca em boca e, em questão de horas, se tanto, com os devidos acréscimos e bordados, vira verdade verdadeira. É o boato, um dos mais assíduos frequentadores de conversas, em toda parte e de todo tipo de gente. Costuma crescer feito bola de neve em situações de tensão e ansiedade. E pode murchar como um balão furado assim que alguém se dá ao trabalho de conferir o rumor antes de passá-lo adiante, o que porém raramente acontece. Às vezes, sobrevive a todas as checagens - e aí vira lenda.

Mas o boateiro não é uma pessoa diferente das demais ou coisa que o valha. Não há quem, com maior ou menor convicção, não tenha sido cúmplice da difusão de uma história, geralmente envolvendo gente famosa, sem ter a menor ideia se era verdadeira ou não. Ou, o que ainda é mais comum, sem se perguntar se o boato não teria sido plantado de propósito por alguém interessado em beneficiar-se da circulação da notícia falsa. Passar adiante um boato, em suma, parece parte da condição humana. Muitos boatos nascem de um mal-entendido. Alguém tira uma conclusão errada do que vê, lê ou escuta, confunde um gesto ou uma frase, e pronto - faz brotar uma inverdade que, levada às últimas conseqüências, pode envenenar a reputação de pessoas inocentes antes mesmo que fiquem sabendo dos rumores em que caíram.

Mas, do mesmo modo que uma nota falsa só é aceita se a falsificação for de boa qualidade (a menos que a pessoa seja muito desatenta ou desinformada), o boato, para circular com rapidez e desenvoltura, precisa ser verossímil, seja quanto ao contéudo seja quanto à fonte. Quem conta a história deve estar em condições de responder de boca cheia à pergunta “Como você soube?” ou “Quem foi que contou?” Boato ideal, portanto, é aquele que tem cara, cor e cheiro de verdade -- e ainda por cima tem o aval de alguém tido como uma pessoa que sabe das coisas. Esses são ingredientes indispensáveis para quem pretenda cozinhar uma história com a intenção de ganhar algo ao servi-la a determinado público.

Portanto. Boato: é um mexerico; dito maldoso que se espalha pelo boca a boca. Balela; mentira ou conversa infundada.

E saiba que se você ver no REBELDE SOLITÁRIO uma noticia ela não é um BOATO. É sim uma VERDADE.


Edmilson Moura.

FALTA DE SEGURANÇA EM SÃO LUIS GONZAGA DO MARANHÃO



Após assaltos em São Luis Gonzaga do Maranhão, a cidade está sem segurança. Pois é os moradores do município de São Luís Gonzaga do Maranhão clamam por ações efetivas no combate aos constantes assaltos.


Quem mora em São Luiz Gonzaga do Maranhão, afirma que somente a igreja católica não virou alvo ainda de bandidos, já que no município roubasse de tudo.


A falta de segurança na cidade é tamanha que do último dia 29 de Abril até o dia 28 de maio, dois estabelecimentos bancários foram alvo de quadrilheiros.


Há um mês indivíduos utilizaram uma porta lateral para ter acesso às dependências do Banco do Brasil, com ferramentas eles abriram um buraco na parede do prédio e já no interior do banco usaram um maçarico para arrombar o único cofre do estabelecimento bancário. De tanto ser roubado, o dono da única casa lotérica de São Luís Gonzaga decidiu encerrar suas atividades no município.


A Agência dos Correios fica em frente ao Destacamento da Polícia Militar local e, apesar dos relatos de constantes assaltos, ninguém nunca viu ou ouviu nenhum ato estranho que pudesse levar a um ato delitivo.

Apesar das últimas ocorrências, São Luís Gonzaga do Maranhão nunca presenciou uma ação tão violenta quanto à da madrugada do último sábado 28.



A divisão de assaltos a banco da Policia Civil do Maranhão esteve no prédio onde funcionava o Bradesco, e lá, os agentes falaram com testemunhas e, o que os homens que serviram de escudo humano para quadrilha disseram, foi que 6 indivíduos em 3 motos, renderam cerca de 15 pessoas e antes de metralharem o destacamento e a viatura, eles fizeram uma corrente humana entre o banco e a base da PM.

Na sequência duas explosões foram ouvidas, era a agência sendo destruída.


Na ação criminosa ninguém ficou ferido e a quadrilha fugiu em motos com o dinheiro do banco.



No giro da noticia.
Edmilson Moura.

O STF ABRE INQUÉRITO CONTRA AÉCIO E EDUARDO PAES



Ministro do STF atendeu a pedido da Procuradoria Geral da República. Rodrigo Janot quer investigar se houve manobra na CPI dos Correios. E na imagem. O senador Aécio Neves, o prefeito do Rio, Eduardo Paes e Clésio Andrade.

O ministro Gilmar Mendes, do Supremo Tribunal Federal (STF), autorizou nesta segunda-feira (6) a abertura de um segundo inquérito para investigar o presidente nacional do PSDB e senador Aécio Neves (MG) sobre uma suposta manobra para tirar da CPI dos Correios, em 2005, informações sobre o chamado mensalão mineiro.

 O pedido da Procuradoria Geral da República (PGR) se baseia em informações relatadas na delação premiada do senador cassado Delcídio do Amaral (sem partido-MS)
No mesmo inquérito, também serão investigados o prefeito do Rio de Janeiro, Eduardo Paes (PMDB), e o ex-senador Clésio Andrade (PMDB-MG). Ficou de fora da investigação o deputado federal Carlos Sampaio (PSDB-SP), que também havia sido citado por Delcídio.
À época dos fatos relatados por Delcídio, Aécio estava no comando do governo de Minas Gerais e Clésio era seu vice-governador.

No pedido de inquérito, o procurador-geral da República, Rodrigo Janot, disse que busca apurar se Aécio tentou, durante os trabalhos da CPI dos Correios, em 2005, esconder suposto envolvimento de políticos do PSDB no mensalão mineiro, que investigava o mensalão do PT.

Delcídio contou na delação premiada que, durante a CPI dos Correios, da qual foi presidente, surgiram pedidos de quebra de sigilo do Banco Rural. Na época, contou o senador cassado, Aécio teria pedido a Eduardo Paes, que era secretário-geral do PSDB, para tentar prorrogar prazos de entrega dos dados. O objetivo seria maquiar dados do Banco Rural para ocultar informações que comprometeriam políticos do PSDB.

"[Delcídio disse] que, foi com surpresa que percebeu, ao receber as respostas, que o tempo fora utilizado para maquiar os dados que recebera do Banco Rural; […] que os dados atingiriam em cheio as pessoas de Aécio Neves e Clésio Andrade, governador e vice-governador de Minas Gerais”, diz trecho da delação premiada de Delcídio.

No despacho que autorizou o inquérito, Gilmar Mendes observou que a suposta omissão dos dados configuraria um crime já prescrito, isto é, que não pode mais levar à punição, pela demora em apresentar a denúncia após o fato.

O ministro, no entanto, entendeu ser importante prosseguir com a investigação, pela possibilidade de se descobrir outros crimes, relacionados ao mensalão mineiro, como gestão fraudulenta de instituição financeira, falsidade ideológica praticada por funcionário público, crimes contra a administração pública e lavagem de dinheiro.

Carlos Sampaio
O senador cassado relatou ainda que, além de Aécio e Eduardo Paes, o deputado Carlos Sampaio também sabia da maquiagem dos dados. Segundo ele, o relatório final da CPI dos Correios "foi feito com base nestes dados maquiados".
Na decisão que autorizou a abertura do inquérito, Gilmar Mendes entendeu que Sampaio ainda não deve figurar como investigado já que, segundo Delcídio, teria apenas ciência do caso. Como ainda não se sabe se houve crime, o ministro do STF avaliou que o tucano não poderia ser investigado neste momento.

“Não há narração de qualquer contribuição ativa de Carlos Sampaio para os fatos. Tampouco há uma explicitação da razão que levou Delcídio do Amaral a crer que Carlos Sampaio efetivamente tinha conhecimento dos fatos”, justificou o ministro.

Em nota, Aécio Neves, disse que “jamais interferiu ou influenciou nos trabalhos de qualquer CPI”. O tucano chamou ainda de “absurdo” as acusações feitas contra ele por Delcídio.

“O senador Aécio Neves renova sua absoluta convicção de que os esclarecimentos a serem prestados demonstrarão de forma definitiva a improcedência e o absurdo de mais essa citação feita ao seu nome pelo ex-senador Delcídio. O senador jamais interferiu ou influenciou nos trabalhos de qualquer CPI. As investigações isentas e céleres serão o melhor caminho para que isso fique de uma vez por todas esclarecido”, diz a nota.

Saiba mais
Também por meio de nota, a assessoria de Eduardo Paes afirmou que o prefeito do Rio está à disposição da Justiça "para prestar esclarecimentos sobre o episódio relatado por Delcídio. Segundo o prefeito, em nenhum momento o então governador Aécio Neves solicitou qualquer tipo de benefício nas investigações da CPI dos Correios.
O prefeito reafirmou no comunicado que, como deputado, "teve muito orgulho em ter sido sub-relator geral da CPI dos Correios, que desvendou o esquema do mensalão."

O advogado Eugênio Pacelli, responsável pela defesa do ex-senador Clésio Andrade, disse que não poderia se pronunciar porque ainda não tomou conhecimento da decisão do ministro do STF.

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No giro da noticia.
Edmilson Moura.

COMISSÃO DO IMPEACHMENT APROVA CALENDÁRIO E JULGAMENTO FINAL DE DILMA PODE OCORRER DURANTE OLIMPÍADA



Com o cronograma estabelecido, o julgamento final contra a presidente afastada deve ocorrer até o dia 16 de agosto.

A comissão processante do impeachment no Senado aprovou nesta segunda-feira dia 06 de junho d 2016 o cronograma de trabalho da nova etapa do processo contra a presidente afastada Dilma Rousseff. Se o plano de trabalho for mantido exatamente como ratificado pelos parlamentares, a votação da pronúncia contra a petista deve ocorrer no dia 2 de agosto no plenário do Senado, enquanto o julgamento definitivo por volta do dia 16 de agosto, ou seja, no meio dos Jogos Olímpicos do Rio de Janeiro.

"Exceto os prazos legais, não temos como ter uma determinação matemática das datas. É um cronograma indicativo", alertou o relator Antonio Anastasia (PSDB-MG) ao afirmar que, a depender do andamento dos trabalhos, as datas ainda podem sofrer alterações.

O presidente da comissão processante do impeachment no Senado, Raimundo Lira (PMDB-PB), recuou e decidiu garantir que a presidente afastada Dilma Rousseff tenha prazo de quinze dias para apresentar suas alegações finais na ação de impedimento que tramita no Congresso. Na última semana, Lira havia tomado a decisão individual de reduzir para cinco dias o prazo para a argumentação final da defesa e da acusação contra a petista e acelerar a conclusão da ação.

A partir desta quarta-feira dia 08 de junho de 2016, serão ouvidas as primeiras testemunhas, começando pelas elencadas pela acusação. Os primeiros depoentes serão o procurador do Ministério Público junto ao Tribunal de Contas da União (TCU) Julio Marcelo de Oliveira e o auditor fiscal Antonio Carlos Costa Carvalho. Também serão ouvidos os seguintes depoentes sugeridos por senadores: Rogério Jesus Alves Oliveira, gerente de Operações de Créditos Agropecuários (Gecap) na Coordenação-Geral das Operações de Crédito do Tesouro Nacional (Copec), Adriano Pereira de Paula, coordenador-geral de Operações de Crédito do Tesouro Nacional, Otávio Ladeira de Medeiros, secretário do Tesouro Nacional, e Jânio Carlos Endo Macedo, ex-diretor de Governo do Banco do Brasil. "Se o cronograma se manifestar insuficiente para oitivas e realização de diligências, ele poderá ser aumentado", disse o senador tucano.


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Edmilson Moura.

VEJA A HISTÓRIA COMPLETA DO ESTUPRO QUE CHOCOU O BRASIL



Adolescente Vítima (Dcav) deu um importante passo para elucidar o crime que chocou o país. Numa busca e apreensão expedida pela Justiça, os investigadores conseguiram arrecadar o telefone celular que o acusado Raí de Souza, de 18 anos, usou para gravar o vídeo que escandalizou e viralizou na internet. O aparelho, que o rapaz dizia ter jogado fora, estava guardado na casa de um amigo, Madureira, Zona Norte da cidade. Nele, a polícia encontrou provas inequívocas de como aconteceu uma parte da sessão de estupro coletivo a que a adolescente C.B., de 16 anos, foi submetida na manhã do último dia 21 maio de 2016, num barraco fétido no Morro da Barão, em Jacarepaguá. Além do vídeo que já havia sido publicado, uma outra gravação feita, juntamente com outros dois traficantes, os algozes introduzem objetos nas partes íntimas da menina desacordada.

Num desses vídeos, C.B. tenta recuperar a consciência durante o ataque. O site de VEJA apurou que, em determinado momento, a menina, inconsciente, chegou a implorar que parassem. Mas, em seguida, foi humilhada por um dos criminosos com xingamentos.

Leia também:

Os quatro ficaram na casa até 10 horas da manhã godia(22), quando decidiram sair. A menor, inconsciente, ficou. E dali foi levada para uma outra casa, por um traficante identificado como Moisés Camilo de Lucena, o Canário. Neste momento, vários traficantes (testemunhas falam em pelo menos nove) entraram no imóvel, que na favela é chamado de "abatedouro". Foi neste local que Raí e outros criminosos fizeram as filmagens da jovem desacordada.

A reportagem de VEJA revela também que, no ano passado, C.B. havia sido estuprada no mesmo Morro da Barão, por um criminoso identificado como Carlinhos. Na época, ele chegou a ser amarrado com fita crepe mas, quando seria executado, foi perdoado pela vítima. Foi nesta mesma favela que, em novembro de 2015, uma outra menina, A.C, de 14 anos, acabou sendo atacada por um bandido durante uma orgia. Após reclamar da sujeira do local e do parceiro, ela levou um tiro na cabeça. A vítima sobreviveu e o inquérito está na 28aDP (Campinho)


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Edmilson Moura.

JÁ TRAMITA PEC QUE CONVOCA PLEBISCITO SOBRE ELEIÇÃO PARA PRESIDÊNCIA



Começou a tramitar nesta quarta-feira 1º de junho de 2016, no Senado, a Proposta de Emenda à Constituição (PEC) que prevê realização de plebiscito nacional, no primeiro turno das eleições municipais de 2016, questionando o eleitor sobre a realização imediata de novas eleições para presidente e vice-presidente da República. A proposta, de autoria do senador Walter Pinheiro (sem partido-BA), recebeu o apoio de 32 senadores.


Pela PEC, o Tribunal Superior Eleitoral (TSE) será o responsável pela convocação e regulamentação do plebiscito, ao qual o eleitor deverá responder “sim” ou “não” para a seguinte pergunta: Devem ser realizadas, de imediato, novas eleições para os cargos de presidente e vice-presidente da República?

De acordo com a PEC, se o número de votos em favor da realização de novas eleições imediatas for igual ou superior à maioria dos votos válidos, o TSE convocará o novo sufrágio para 30 dias após a proclamação do resultado do plebiscito. Pelo texto, o mandato dos eleitos finaliza em 31 de dezembro de 2018.

O senador Walter Pinheiro destaca a importância de proposta de emenda constitucional para legitimar a convocação de plebiscito: “Para superar a crise política em curso, o meio hábil é a realização de um plebiscito, convocado por meio de uma proposta de emenda à Constituição, o que mostra conformidade com o previsto no art. 14, I da Constituição, que prevê essa forma de exercício da soberania popular. Contudo, esse plebiscito, por sua excepcionalidade, ultrapassa o disposto na Lei nº 9.709, de 18 de novembro de 1998, que prevê a convocação dessa forma de consulta por decreto legislativo. Um plebiscito convocado por uma maioria simples do Congresso Nacional jamais poderia solapar o direito ao exercício do mandato presidencial conquistado nas urnas. Já a sua convocação por meio de uma proposta de emenda à Constituição poderia, num primeiro exame, conferir a essa possibilidade uma legitimação prévia, sob o prisma constitucional, como condição de validade”.

A proposta sobre plebiscito foi inserida no portal e-cidadania do Senado e os cidadãos podem opinar se 
apoiam ou não a PEC.
De Brasília, com informações da Ass. Sen. Walter Pinheiro 

Edmilson Moura.

DEPOIS DE VIAGENS, EQUIPE DE TEMER CORTA ATÉ COMIDA DE DILMA



O Cartão que garantia compra de suprimentos no Alvorada foi cortado.

A vida de presidente afastada não está fácil para Dilma Rousseff (PT). Depois de ver o número de viagens a que ela tem direito com aviões da FAB restringindo, a petista teve que lidar com a despensa vazia na última semana. As informações são da coluna Painel do jornal Folha de S. Paulo.
De acordo com a coluna, o “cartão de suprimento”, que garantia recursos para compra de comida no Palácio do Alvorada, foi cortado pela equipe do presidente interino, Michel Temer (PMDB), na última quarta-feira (1).
Ao jornal, a Secretaria de Governo afirmou que a interrupção dos recursos seria provisória e seria mantida até receber um parecer jurídico sobre os direitos de Dilma. Desde a noite desta sexta-feira, no entanto, a presidente afastada foi liberada pra compras.
Esta não é a primeira decisão da Casa Civil da nova gestão para limitar os benefícios concedidos a petista.
Segundo Dilma confirmou durante discurso em Porto Alegre (RS), a partir de agora, ela só estaria autorizada a fazer viagens com aviões da Força Aérea Brasileira (FAB) de Brasília (DF) para a capital gaúcha, onde ela possui um apartamento e onde sua família vive.
"É um escândalo que não eu não possa viajar para o Rio, para o Pará ou qualquer outro lugar", disse Dilma Rousseff durante evento em Porto Alegre na noite de ontem.
De acordo com a presidente afastada, ela não pode pegar um avião comercial, como qualquer outra pessoa faria, porque a Constituição determina que é preciso haver um aparato de segurança fazendo sua escolta.
Durante o período em que aguarda o julgamento do processo de impeachment, Dilma Rousseff pode continuar morando no Palácio da Alvorada, que é a residência oficial da Presidência.
A petista ainda tem direito a salário integral, segurança pessoal, assistência a saúde, transporte aéreo e terrestre, além de equipe pessoal. 

Saiba Mais

 

No giro da noticia.

Edmilson Moura.

SECRETÁRIO DE SAÚDE DO ESTADO DO MARANHÃO DR. CARLOS EDUARDO DE OLIVEIRA LULA VISITOU EM 02.06.2016 O MUNICÍPIO DE BACABAL



Na imagem da direita para a esquerda o Secretario de Saúde. Dr. Lula e o Prefeito de Bacabal-MA. Zé Alberto, pois é nesta quinta-feira dia 02 de junho de 2016, o Secretário de Saúde do Estado do Maranhão Dr. Carlos Eduardo de Oliveira Lula e sua comitiva estiveram presentes no município de Bacabal. O Secretário de Estado foi recebido no Gabinete do Prefeito José Alberto Oliveira Veloso juntamente com o Secretário de Saúde Dr. Kelcimar Virgino Silva, Vereadores e comitiva municipal.

Em seguida o Secretario de Estado se deslocou para as visitas nas obras da UPA e Hospital Regional Laura Vasconcelos.Ressaltou o Secretario de Estado de Saúde, que em breve estaremos inaugurando a UPA do município de Bacabal, que vai atender a cidade de Bacabal e mais 10 municípios da região. Na visita no Hospital Regional Laura Vasconcelos, o Secretario de Estado garantiu a entrega do hospital também neste segundo semestre.

Ressalta também “Que o Hospital Regional Laura Vasconcelos irá da suporte ao Pronto Socorro e a UPA desse município." Só assim iremos da um bom atendimento a população que almejam tanto a espera do funcionamento do mesmo". Ressaltou o Secretario de Estado.

Em seguida a comitiva e o Secretario de Estado, Prefeito, Vereadores e Secretario de Saúde foram fazer uma visita no Hospital Materno Infantil onde lá o Secretario de Estado foi recebido pela a Diretora do Hospital a Enfermeira Jane Vilma Aguiar da Silva e a mesma mostrou todo o espaço físico e os atendimentos que são feitos no hospital como partos e UCI Neonatal.

Depois da visita do Hospital Materno Infantil o Secretario de Estado foi ao Hemomar e foi recebido pela Coordenadora do Hemomar Dra. Deusami Ribeiro. E em seguida foi ao prédio da Regional do município. Após concluir seu cronograma de visitas no município de Bacabal o Secretario de Estado seguiu para a Cidade de Pedreiras-MA

Assessoria de Comunicação em Saúde.
Patrícia Luz.

No giro da noticia.
Edmilson Moura.