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E O STF SUSPENDE DECISÃO DA JUSTIÇA DO RIO QUE BLOQUEOU WHATSAPP



Presidente do STF, Ricardo Lewandowski, analisou ação do partido PPS. Para ele, decisão de bloquear o aplicativo foi medida 'desproporcional'.
O presidente do Supremo Tribunal Federal, ministro Ricardo Lewandowski, decidiu na tarde desta terça-feira (19) derrubar a decisão do Tribunal de Justiça do Rio de Janeiro que manteve o aplicativo bloqueado desde as 14h.
Na decisão, de caráter liminar (provisório), Lewandowski analisou ação impetrada pelo PPS (Partido Popular Socialista), que recorreu ao Supremo para que fosse suspensa imediatamente a ordem judicial da  2ª Vara Criminal da Comarca de Duque de Caxias, do Rio de Janeiro.


A decisão foi tomada por Lewandowski porque ele é o ministro de plantão no recesso do Judiciário. O relator da ação do PPS é o ministro Luiz Edson Fachin. Após o recesso, Fachin poderá reavaliar o caso ou levar a ação para decisão do plenário do Supremo.
Agora, o Supremo vai notificar a Justiça do Rio de Janeiro sobre o restabelecimento do serviço. Não há previsão de quanto levará para o aplicativo voltar a funcionar. Mas, por volta das 17h50, usuários de São Paulo já relatavam que o serviço tinha voltado a operar.


Na ação, o PPS argumenta que a decisão fere a liberdade de expressão e a liberdade de manifestação.
Nesta terça, empresas de telefonia receberam uma notificação para bloquear o aplicativo depois de o Facebook, empresa proprietária do WhatsApp, se recusar a cumprir uma decisão judicial e fornecer informações para uma investigação policial.
Para o presidente do Supremo, o bloqueio foi uma medida desproporcional porque o WhatsApp é usado de forma abrangente, inclusive para intimações judiciais, e fere a segurança jurídica.
Na decisão, Lewandowski destacou que o entendimento da juíza do Rio foi "pouco razoável e desproporcional" porque deixou milhões de brasileiros sem o meio de comunicação.

O ministro destacou que o Marco Civil da Internet tem como princípio a garantia da liberdade de expressão e comunicação. E afirmou que a lei tem preocupação com a segurança e com a funcionalidade da rede.

O presidente do Supremo considerou que as mensagens instantâneas têm grande impacto na vida dos cidadãos e que a própria juíza do Rio destacou que o WhatsApp tem mais de 1 bilhão de usuários no mundo – o Brasil é o segundo país com mais usuários.
Lewandowski disse que, ao tomar a decisão, não entrou no debate sobre a obrigação de a empresa fornecer informações requisitadas por autoridades.
"Ressalto, de resto, que não se ingressa aqui na discussão sobre a obrigatoriedade de a empresa responsável pelo serviço revelar o conteúdo das mensagens, conforme determinado pelo Juízo da 2ª Vara Criminal da Comarca de Duque de Caxias/RJ e supostamente descumprido pelo WhatsApp, eis que isso constitui matéria de alta complexidade técnica, a ser resolvida no julgamento do mérito da própria ação."
Justificativa do Facebook
Segundo a juíza Daniela Barbosa, da Justiça do Rio, o Facebook, empresa proprietária do WhatsApp, foi notificado três vezes para interceptar mensagens que seriam usadas em uma investigação policial em Caxias, na Baixada Fluminense.
A juíza acrescentou que a empresa se limitou a responder através de e-mail, em inglês, "como se esta fosse a língua oficial deste país" e tratou o Brasil "como uma republiqueta". O Whatsapp diz não cumprir a decisão "por impossibilidades técnicas".

Saiba mais
Segundo a decisão, o que se pede é "a desabilitação da chave de criptografia, com a interceptação do fluxo de dados, com o desvio em tempo real em uma das formas sugeridas pelo MP, além do encaminhamento das mensagens já recebidas pelo usuário (...) antes de implementada a criptografia."
presidente-executivo do WhatsApp, Jan Koum, usou sua conta no Facebook para criticar o bloqueio do aplicativo no Brasil. Ele classificou a ação como "chocante". "Como antes, milhões de pessoas estão separadas de seus amigos, famílias, clientes e colegas hoje, simplesmente porque estão pedindo informações que não temos", afirmou.
bloqueio anterior do Whatsapp foi em maio de 2016. Outro bloqueio aconteceu em dezembro de 2015, quando a Justiça de São Paulo ordenou que as empresas impedissem a conexão por 48 horas em represália ao WhatsApp ter se recusado a colaborar com uma investigação criminal. O aplicativo ficou inacessível por 12 horas e voltou a funcionar por decisão do Tribunal de Justiça de SP.
Projeto de lei
Nesta terça-feira, o ministro da Justiça, Alexandre de Moraes, afirmou que sua pasta está elaborando um projeto de lei para regulamentar o acesso a informações de aplicativos como o WhatsApp.
Segundo Moraes, a proposta visa possibilitar o acesso a dados necessários a investigações policiais e, dessa forma, evitar que eventuais bloqueios do aplicativo, por decisões judiciais, prejudique os usuários do programa de mensagens instantâneas mais popular do país.
Ele disse que é preciso que empresas estrangeiras que lidam com troca de informações entre usuários tenham sede no Brasil e tecnologia para fornecer, quando necessário, dados requisitados por autoridades policiais e judiciais.
Atualmente, duas propostas em tramitação no Congresso Nacional tratam sobre o tema. Não há, porém, previsão de votação das matérias tanto na Câmara quanto no Senado.
Na Câmara, o deputado Arthur Maia (PPS-BA) apresentou um projeto de lei que proíbe o Judiciário de conceder medidas cautelares ou outras decisões que bloqueiem o acesso a aplicativos de troca de mensagens como o WhatsApp.
O texto está na Comissão de Ciência e Tecnologia, Comunicação e Informática da Casa e pode ser votado já no segundo semestre deste ano.
No Senado, há um projeto semelhante, de autoria do senador José Medeiros (PSD-MT), que proibe a suspensão ou interrupção de aplicativos de internet como medida coercitiva em investigação criminal ou processo judicial cível ou penal.
O projeto está na Comissão de Ciência, Tecnologia, Inovação, Comunicação e Informática do Senado e também pode ser votado até o final do ano.

tópicos:

Da TV Globo, em Brasília.
Edmilson Moura.

PROMOTORIA REQUER REESTRUTURAÇÃO DA PM EM SÃO LUÍS GONZAGA DO MARANHÃO



A Promotoria de Justiça da Comarca de São Luís Gonzaga do Maranhão propôs, na última quarta-feira dia 13 de julho de 2016, Ação Civil Pública, com pedido de liminar, contra o Estado do Maranhão, solicitando o aumento do efetivo policial no referido município. A manifestação foi formulada pela promotora de justiça Cristiane dos Santos Donatini.

A ACP pede também o fornecimento de novos e adequados equipamentos de segurança e armamento aos policiais militares, uma viatura e uma motocicleta, bem como o combustível para o funcionamento dos veículos.

Requer, ainda, a reestruturação física do prédio do destacamento da Polícia Militar, incluindo os móveis necessários e o fornecimento regular de alimentação aos agentes da Polícia Militar.

Consta nos autos que o relatório de vistoria realizado pela Associação dos Policiais Militares do Médio Mearim, encaminhado ao Ministério Público do Maranhão, verificou a precária estrutura física e de pessoal do destacamento da PM de São Luís Gonzaga do Maranhão.

Cedido pela prefeitura, o prédio que abriga o grupamento encontra-se com paredes deterioradas, portas e janelas sucateadas e banheiro insalubre. Os móveis também estão danificados e os alimentos são armazenados em condições inadequadas.

Igualmente foi verificado que a alimentação servida aos policiais é custeada e fornecida pela administração municipal, assim como o combustível usado nas viaturas e motocicletas.

Foi apontado ainda que no município trabalham somente três policiais por turno, para cuidar da segurança de uma população de 18.607 habitantes.

Assaltos

A promotora de justiça Cristiane Donatini ressaltou que o contingente policial reduzido facilita a ocorrência de ações criminosas. Matérias divulgadas recentemente na imprensa noticiaram roubos e assaltos a agências bancárias, casas lotéricas e estabelecimentos comerciais da cidade.

O MPMA pediu ao comando do 15º Batalhão da Polícia Militar de Bacabal, responsável pelo destacamento da PM de São Luís Gonzaga, para que providenciasse o aumento do contingente e o fornecimento de equipamentos de segurança, além da disponibilização de outra viatura, mas a resposta foi negativa. Outros pedidos também não obtiveram sucesso.

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No giro da noticia
Edmilson Moura.

CASSINOS, BINGOS, JOGOS ELETRÔNICOS E JOGO DO BICHO PODERÃO SER LIBERADOS NO BRASIL



Depois do presidente do Senado Federal, Renan Calheiros, do presidente da República interino, Michel Temer, agora foi a vez do presidente da Câmara Federal, Rodrigo Maia, anunciar que é favorável a liberação de jogos de azar, como os cassinos, bingos e máquinas caça-níquel no país.
Ele disse que a favorável por entender que vai aumentar o fluxo turístico, gerar empregos e bilhões em impostos para a nação. Além disso, ganharão as  cidades e estados.
Maia lembrou que hoje existem muitas máquinas agindo na clandestinidade e o governo fica perdendo recursos.
O novo presidente da Câmara Rodrigo Mia deve colocar em pauta os projetos que pedem a liberação de jogos de azar, assim como os que estão no Senado Federal, tão logo se encerre o recesso parlamentar no final deste mês.
O presidente da Câmara, Rodrigo Maia (DEM-RJ), eleito, defendeu neste sábado dia 16 de julho de 2016 a liberação de jogos de azar, como cassinos e bingos. Diversos projetos sobre o tema tramitam na Câmara e no Senado.
"Sou a favor que o jogo faça parte da cadeia de entretenimento, a favor dos cassinos e resorts, com investimento na rede hoteleira, de eventos e também do jogo. Esse encaminhamento é que trará bilhões e bilhões para o Brasil", afirmou Maia antes de participar do encontro estadual do DEM, no Rio de Janeiro.
"Hoje, o Brasil tem oito mil máquinas clandestinas e ninguém faz nada. Ou a gente caminha para uma coisa séria, ou vamos acabar com o que tem, porque se está lavando dinheiro todo dia", completou o novo presidente da Câmara.

O presidente do Senado, Renan Calheiros (PMDB-AL) chegou a
listar entre as prioridades da Casa a votação do projeto de lei que legaliza a exploração de jogos de azar no país. O texto, no entanto, não chegou a ser votado antes do chamado "recesso branco", que vai de 18 a 31 de julho.
Jogos de azar são aqueles que envolvem apostas em dinheiro e que o resultado, de ganha ou perda de valores, depende preponderantemente da sorte. O projeto define quais jogos podem ou não ser explorados, os critérios para concessão de autorização e as regras para distribuição de prêmios e arrecadação de tributos.
De um lado, os defensores da proposta justificam que a legalização vai aumentar a arrecadação de impostos, além de gerar empregos e desenvolver o turismo. Do outro lado, opositores afirmam que liberar o jogo é abrir uma porta para a lavagem de dinheiro no país.

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Olimpíada
Ainda neste sábado(16), Rodrigo Maia disse que a Câmara vai trabalhar dois dias por semana durante a Olimpíada, que começa no dia 5 de agosto e vai até o dia 21 do mesmo mês. O objetivo, segundo ele, é agilizar as votações consideradas fundamentais.
Nas próximas duas semanas, entre 18 e 31 de julho, a Câmara entrará em "recesso branco" e não terá votações em plenário. As sessões só serão retomadas em agosto.
"Vamos organizar com os líderes para trabalhar dois dias na semana, com trabalho intenso, para que a gente possa trabalhar segunda e terça e liberar os deputados a partir de quarta-feira. A gente tem como prioridade estreitar o relacionamento na Câmara dos Deputados, um diálogo melhor com a base e a oposição, além de uma harmonia maior com os três poderes. Temos projetos contra a corrupção, entre outros temas que estão aí na ordem do dia", disse Rodrigo Maia.
 De acordo com o deputado federal, não é possível pautar muitos assuntos na Câmara devido à Olimpíada e às eleições municipais.
"Temos que votar a renegociação da dívida, votando o projeto do Pré-sal, avançando no início do debate da reforma da Previdência. O principal são os projetos de combate à corrupção, melhoria do sistema de controle do Estado e a reforma política, que acho que vai ser uma relação bem próxima com o Senado para termos uma posição conjunta, para não ficarmos nesse debate interminável que pulveriza votos e não resolve nada", afirmou ele.
O presidente da Câmara também falou sobre as ações consideradas polêmicas com relação à economia. O deputado declarou que  não considera "impopulares" as medidas de ajuste fiscal que o governo de Michel Temer pretende implementar.
"Impopular é você gastar mais do que você tem e deixar 11 milhões de pessoas desempregadas. Não é impopular, é necessário para diminuir o desemprego à metade", disparou ele.
Rodrigo Maia afirmou também que seu antecessor, o deputado Eduardo Cunha (PMDB-RJ), que renunciou à presidência, tem qualidades, mas que a imagem da Câmara não é boa neste momento. O peemedebista é réu no Supremo Tribunel Federal (STF) acusado de participar do esquema de corrupção investigado pela Lava Jato e, na Câmara, responde a processo de cassação do mandato.
"Tem momentos onde ele é muito produtivo, votamos matérias importantes até o primeiro semestre do ano passado. Depois a crise se acentuou com relação a ele. Vamos deixar o Eduardo cuidar do julgamento dele, defesa dele no Plenário, ele tem esse direito. Mas temos esse problema grande hoje, a imagem não vai bem. E de cada presidente que eu convivi, todos têm pontos positivos. Ele tinha o plenário como qualidade", relembra Maia.

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No giro da noticia
Edmilson Moura.

Marcia Gomes desiste da disputa pela prefeitura de São Luís Gonzaga

O anúncio foi feito ontem (14) por uma emissora de rádio local, ao lado do ex-prefeito e líder político Walter Lima Gomes.


Márcia tomou uma decisão corajosa e que demonstra desprendimento. Era tida como uma das fortes candidatas, principalmente com o apoio do pai Walter Lima Gomes, a quem ela chama de "o amor da minha vida", na carta aberta publicada abaixo.
 
Eu, Márcia Gomes, filha de Walter Lima Gomes e Emir Gonçalves Gomes, nascida na cidade de São Luís Gonzaga do Maranhão, onde os meus olhos tocaram o céu pela primeira vez, escrevo essa carta aberta ao povo da cidade, povo que me cativou com bondade, humildade e alegria imensa de estar onde estão, de fazer o que fazem. 

Na condição de pré-candidata nata do Sr. Walter e do Sr. Quinco, tenho trilhado fisicamente no último ano uma caminhada para poder concretizar um dos meus sonhos, não aquele de conquistar um trono ou um título, mas, o de poder com mais autoridade lutar pelos meus com toda a garra que mostrei toda a minha vida, com início ao lado do amor da minha vida, o meu pai, meu orgulho e minha inspiração.

Como filha, admiradora, apaixonada pela vida pública, estive presente com o meu pai em suas caminhadas, dando o meu sangue, fazendo o que tem que ser feito quando amamos incondicionalmente a nossa casa, a nossa família e o nosso povo. Eu, quando secretária de Saúde honrei o cargo assumido por mim: implantamos 9 postos de saúde, contratamos 8 médicos e todos os programas da atenção básica eram executados de fato e de direito. Vale ressaltar a nossa parceria com a Pastoral da Criança. Incansavelmente aos sábados e domingos fazíamos mutirões com uma equipe multidisciplinar e a oferta de tratamento humanizado. Tenho a consciência do dever cumprido. Honrei ao meu chefe, sempre com os pés no chão, conhecendo como é a terra de fato, sem escadas ou palanques, sentindo o suor de quem trabalha, de quem merece o reconhecimento, de quem fertiliza a terra.

Naquela época, meus filhos Isadora e Edinho, em casa reclamavam a ausência da mãe durante sua infância, mas eram abraçados pela segunda mãe dos meus filhos, a minha amiga Sebastiana Moraes e pela avó que os ama tantao, minha mãe Emir. Isadora para ter sua mãe mais presente fazia desenhos para fantasiar a mim. Edinho se distraia com os primos e os animais. Mas a minha família é grande. Como diz a Isadora a mãe que a pariu é mãe de muitos. Hoje eles entendem, apoiam, reconhecem: minha família é São Luís Gonzaga, desde que senti meu sangue ferver quando abracei o primeiro de vocês. Entretanto, na condição de pré-candidata nata do senhor Walter, tenho também o dever de retirar a minha pré-candidatura, já que eu aprendi desde sempre a honrar a família em primeiro lugar. 

Me retiro para não ver constrangido o meu pai, a minha mãe, os meus dois filhos e meu marido Edi Ney. Me retiro para não envergonhar a minha casa e desagradar aqueles que me amam. Me retiro para que o meu irmão de sangue, Neto Gomes, realize o seu grande sonho: ser vice de Júnior. Uma oposição que nunca me preocupou, com suas atitudes maquiavélicas e sujas. Importante frisar neste 14 de julho de 2016, estou leve a renunciar à minha pré-candidatura, contribuindo assim com a felicidade e anseios do meu irmão. E por algo extremamente valioso: a alegria e a tranquilidade dos meus pais. Ambos estão com idade avançada e não os quero preocupados ou sofrendo. Eu posso fazer um mundo melhor mas no meu limite. Na balança o bem-estar dos meus pais pesou mais. É claro! No dia de hoje os quero tranquilos. 

Um dia me falaram que nada no mundo é mais forte do que uma reza bem feita e uma encomenda feita com Deus. Depois de muita oração feita na quietude da minha casa, me dei conta, o certo a fazer é não seguir em frente para poder seguir em frente de outras formas.  Outras portas se abrirão, outras janelas mostrarão o sol para que a nossa felicidade transborde, é o meu desejo para São Luís Gonzaga: uma felicidade que transborde. Quero a saúde presente na cidade, quero educação para todas as crianças que eu abracei. Quero igualdade de gênero, todas as mulheres recebendo educação devida e igualdade no seu trabalho, no seu caminhar. Por isso rezo também!

Infelizmente, por mim não vai ser feito, mas estarei orando por vocês. Aquele que diz já ter ganho a eleição, atentou contra a unidade maior do senhor Walter, que é a família, no sentido de afastar e desunir. E o faz pela segunda vez, mas eu não vou permitir, haja vista que me retiro. Não cabe a mim avaliar esse procedimento sujo e moral. Mas cabe a mim não dar a eles o prazer de desagregar a minha família, não mais. A minha amizade e o meu amor com meu pai é grande demais para que qualquer coisa desfaça. A confiança que meus filhos tem em mim também. Eu tinha muitos sonhos para nossas pessoas, mas como dizia Marx, um sociólogo que muito me agrada: “de nada valem as ideias sem homem para pô-las em prática”.

Pessoalmente estou muito preocupada com a situação política e econômica do País, do abuso de poder das nossas autoridades, das violações dos direitos humanos, da desvalorização com que o Estado trata os estudantes, das merendas que somem, das mulheres sendo violadas e abusadas em cada esquina, do mega evento que o Brasil vai recepcionar e do saldo de mortes de jovens negros no nosso país, das panelas que servem mais de tambor dos conservadores do que para fazer o nosso feijão.

Meu coração sofre por todos esses problemas. O golpe se fez presente, mas ao meu pai não golpearei. À minha família não levarei o desgosto de uma concorrência desagradável e imoral. 
Eu agradeço a cada família que me recebeu, a cada criança que me abraçou apertado, a cada ancião que me brindou com sua sabedoria, a cada casa religiosa que entrei. Minhas orações não vão nunca abandonar vocês e vou sempre torcer pelo crescimento social da nossa cidade! Da minha cidade! Da minha origem! Eu peço desculpas e Marcia não desiste: Márcia insiste na felicidade, só quero que o povo Gonzaguense seja respeitado. 
Meu coração se tranquiliza. "

Homenagem de Dr. Bismarck Salazar a Dona Joana Morais



Joana Morais, assim era conhecida essa mulher de hábitos simples e sem vaidade, passou toda sua vida dedicando-se aos filhos e ao trabalho, tornou-se viúva ainda em meia idade, poderia até refazer a vida com outro casamento, mas preferiu dedica-se aos filhos e aos negócios deixado pelo seu falecido esposo, popularmente e carinhosamente chamado de Duzim. Com muita luta e dedicação terminou de educar os filhos que se tornaram médicos, engenheiros, pedagoga, agrônoma etc. Drº Alexandre o mais novo dos homens passou a ser reconhecido regionalmente como grande médico e empresário da medicina, Drº Nonato grande comerciante e fazendeiro do médio Mearim, Drº Domingos Sousa veterinário respeitado de São Luís Gonzaga, Helena agrônoma e comerciante e Claudia pedagoga e comerciante da baixada maranhense.

Tia Joana tinha como paixão o comércio, poderia ter aposentado, porém trabalhou até o último dia de sua vida no seu habitat natural, um birô antigo, uma caneta e um caderno envelhecido, onde continha as compras de seus clientes, não perdemos Joana Morais, São Luís Gonzaga que perdeu um exemplo de mulher de hábitos simples, sem vaidade, trabalhadora e humilde, essa sim podemos encher o peito e dizer guerreira. Mulher negra de origem simples, que mostrou a São Luís Gonzaga, que mesmo vivendo uma vida em meio a simplicidade é possível educar uma família, ô Joana e de quantas Joanas tu te transformastes para alimentar teus filhos, ô Joana irmã de Nhá Banca como assim ela chamava minha mãe, ô Joana irmã de seu Bé, seu A, Franklin, Pedro, Raimunda, Gago e Inácia, durma nos braços de Deus e com alegria nos espere para a vida eterna, pois os ossos que tu vais te transformar pelos nossos há de esperar. Deus te guarde Amém.

Por Bismarck Salazar.

VEJA: Os pré-candidatos das eleições 2016 na Assembleia Legislativa



O período de convenções partidárias começará na próxima semana, dia 20. A partir dessa data até dia 5 de agosto, os candidatos a prefeito e vereador serão definidos pelos partidos. Após esse período é que se poderá saber quem entrará na disputa.

Na Assembleia Legislativa, por exemplo, existem sete pré­-candidatos que no período de recesso da Casa se dedicarão em busca de apoios para viabilizar suas candidaturas.

Os deputados que são pré­-candidatos a prefeito este ano são Eduardo Braide (PMN), Bira do Pindaré (PSB) e Wellington do Curso (PP) para a Prefeitura de São Luís, Roberto Costa (PMDB) em Bacabal, Francisca Primo (PDT) em Buriticupu, Alexandre Almeida (PSD) em Timon e Levi Pontes (SD) em Chapadinha.

Em São Luís estão com a candidaturas praticamente garantidas Eduardo Braide e Wellington do Curso. Os dois deputados têm o apoio de seus partidos e estão em busca de apoio de outras legendas para compor a chapa a ser apresentada na convenção partidária.

Somente o deputado Bira do Pindaré é que ainda sofre com a incerteza de seu destino em relação as eleições de outubro. Pindaré aguarda definição do PSB sobre rumos para outubro deste ano. Ficou para ontem uma posição a ser dada ao parlamentar pela direção municipal, no entanto, nada foi definido. Somente conversas de bastidores que colocam como certa a aliança do PSB com o PDT para a reeleição do prefeito de São Luís Edivaldo Holanda Júnior. Mesmo assim, Bira diz que se mantém como pré­-candidato.

Em Bacabal, Roberto Costa disputará a prefeitura. Desde ano passado que o parlamentar trabalha para consolidar seu nome no município. É comum Costa usar a tribuna da Assembleia para fazer denúncias contra seu agora adversário na cidade, o prefeito Zé Alberto.

A deputada Francisca Primo também já definiu que entra na disputa pelo comando da Prefeitura de Buriticupu. O principal adversário dela é o prefeito Zé Gomes que concorre à reeleição.

Alexandre Almeida também concorrerá na disputa eleitoral deste ano. Em Timon, o deputado vai concorrer contra o atual prefeito, Luciano Leitoa (PSB). E Levi Pontes também deverá confirmar seu nome na disputa pela Prefeitura de Chapadinha.


O Estado do Maranhão
Edmilson Moura.

TEMER AFIRMA. EU QUERO DESIDRATAR ESSA COISA DE CENTRÃO



O presidente em exercício, Michel Temer, disse, em entrevista ao jornal "O Estado de S. Paulo", que pretende implodir o Centrão, grupo de partidos médios e até hoje ligados ao ex-presidente da Câmara Eduardo Cunha (PMDB-RJ), que está prestes a ser cassado. "Quero desidratar essa coisa de Centrão e de outro grupo. É preciso unificar isso. Quero que seja tudo situação", afirmou ele. O "outro grupo" se refere à antiga oposição, composta por PSDB, DEM, PPS e PSB.
Temer confia no recesso branco deste mês para que as "pequenas ranhuras" deixadas na disputa pelo comando da Câmara sejam cicatrizadas. "Uma ferida não dura mais do que 15 dias, não é verdade? Se você se ferir, verá que dali a 15 dias se formou uma casquinha. A casquinha se dissolve."
Um dia após a vitória de Rodrigo Maia (DEM-RJ), apoiado pelo Planalto e pelo PSDB para a presidência da Câmara, Temer contou que usará os 15 dias do recesso para compor o segundo escalão do governo. A direção de Furnas, por exemplo, ficará com a bancada do PMDB de Minas.
Quando chegar agosto, não haverá cicatriz. Eu quero aos poucos desidratar essa coisa de Centrão e outro grupo. É preciso unificar isso. Quero que seja tudo situação
Michel Temer, presidente interino
Pergunta - O sr. avalia que a eleição do deputado Rodrigo Maia para a presidência da Câmara representou derrota do PT, do ex-presidente Lula, da presidente afastada Dilma Rousseff e de Eduardo Cunha?
Michel Temer - O Congresso quis dar uma mensagem de apoio ao governo, com os dois candidatos que foram para o segundo turno (Rodrigo Maia e Rogério Rosso, do PSD, candidato do Centrão). Acho que está havendo uma distensão na Câmara. O candidato que teve apoio de outras alas foi justamente o nosso peemedebista Marcelo Castro. O que restou de tudo isso foi apoio ao governo.
E uma derrota poderia ter impacto na votação do impeachment da presidente afastada Dilma Rousseff?
Convenhamos, se há outro tipo de vitória, já iam dizer "Ah, o governo perdeu", dar outra interpretação. Se o Planalto fosse derrotado, seria negativo para o governo e para o país.
O Centrão saiu maculado, presidente, está se desintegrando...
Hoje, conversando com Rodrigo [Maia], nossa ideia é acabar com essa história da divisão. O que houve foram pequenas ranhuras, pequenas rachaduras. O recesso branco vai ajudar. Quando chegar agosto, não haverá cicatriz. Eu quero aos poucos desidratar essa coisa de Centrão e outro grupo (formado pela antiga oposição). Quero que não haja mais essa coisa. É preciso unificar isso. Quero que seja tudo situação.
O sr. fará reforma ministerial para acomodar a base aliada após a disputa na Câmara?
Isso eu vou examinar naturalmente depois que o Senado decidir [se acatará o impeachment da presidente afastada, Dilma Rousseff]. Seria apressado qualquer outra afirmação. Mas não creio que haja feridas na base ministerial. Na base parlamentar, isso passa. Especialmente porque agora tem o recesso.
Mas como o sr. vai curar essas feridas? Ficaram cicatrizes.
Não é exatamente a mim que cabe curar. Uma ferida não dura mais do que 15 dias, não é verdade? Se você se ferir, verá que dali a 15 dias se formou uma casquinha. A casquinha se dissolve e volta ao normal.
Nesses 15 dias as nomeações vão sair do papel?
Vamos fechar tudo isso. Os nomes serão examinados, pautados pela Lei das Estatais, que estabelece restrições.
Quem vai para o Turismo? Alguém do PMDB de Minas?
Estamos examinando com calma. A bancada do PMDB de Minas está acertando com Furnas. Vou devolver a estatal a eles. Furnas pode ser mais expressiva politicamente do que o Turismo. Tem Chesf, Eletronorte, Eletrosul, Itaipu...
A ascensão do DEM e do PSDB configura nova hegemonia na base aliada do governo?
Acho que tem de haver hegemonia da base. Por quem ela é composta pouco importa. Se eu falar em hegemonia de um ou outro, estarei dividindo aquilo que estou fazendo força para reunificar. É claro que, quando surgirem problemas, em fevereiro [nova eleição para a presidência da Câmara], talvez haja nova movimentação.
O senador Aécio Neves (MG) tentou fechar um acordo para que o sr. apoiasse um candidato do PSDB à presidência da Câmara, em 2017. Isso é possível?
Procurei não entrar nessa questão da Câmara, mas, quando começou a ter aquela coisa de que havia um candidato de oposição e que ia gerar manchete "Temer derrotado", é claro que eu tive uma preocupação. Não entrei nessas histórias de acordo para depois. No momento oportuno, em janeiro de 2017, vamos examinar.
O sr. planeja se afastar de Eduardo Cunha?
Eu nunca me aproximei demais nem me afastei demais. Sempre tive um trato pessoal e um institucional. Nunca tive preocupação do tipo "Ah, se falar com fulano, está condenado". Eu falo com o Brasil inteiro, falo com a oposição. Aliás, confesso que não sei: como foi a CCJ hoje [ontem]?
Cunha sofreu fragorosa derrota e agora o seu caso vai para o plenário da Câmara.
É matéria tipicamente da Câmara, que saberá decidir. Resta a ele o combate no plenário.
Mas o sr. sugeriu que ele renunciasse, não?
Não. Apenas quando ele falou sobre isso, de passagem, eu disse que ele deveria meditar...
Cunha chegou a dizer a seus pares: "Hoje sou eu, amanhã são vocês". O sr. não teme uma delação dele na Lava Jato?
Não sei o que ele quis dizer com isso. Talvez ele saiba, mas eu não saberia avaliar.
O sr. já disse que a Lava Jato não abalará sua gestão, mas delatores de empresas que tinham contratos com a Petrobras acusam políticos do PT e do PMDB, entre outros, de corrupção. O governo está imune?
O presidente da República está e penso que o governo também. Não tenho preocupação com isso. De vez em quando um ou outro fala em meu nome, mas é tão irrelevante que, se me permite a expressão, não cola, não é?
O sr. já mostrou disposição de conversar com a oposição. Quando será isso?
Nas questões de Estado, não nas questões de governo. Nas questões de governo tenho absoluta convicção de que eles não apoiariam. Mas (...) a Previdência, por exemplo, é algo que dá para conversar, porque não é para hoje.
O sr. vai procurar o ex-presidente Lula?
Precisamos primeiro esperar passar a decisão do impeachment, não é?
Como será sua participação nas eleições? O sr. subirá no palanque de Marta Suplicy?
Não vou subir em palanque. Acho complicado porque tenho uma base parlamentar muito ampla. Não sou mais presidente do PMDB. Hoje tenho de tomar mais cautela.
O sr. fica incomodado quando é chamado de golpista?
Nada, porque não sou. Só se for um golpista que se ampara na Constituição. Se isso é ser golpista... (faz silêncio e dá risada). Eu acho graça.
A população pode esperar medidas econômicas amargas depois do impeachment?
Michel Temer - Quando você fala em medidas amargas, na verdade, elas são para adocicar os interesses da população logo adiante. No momento não cogitamos [aumento de]impostos. É claro que, como disse o ministro [da Fazenda, Henrique] Meirelles, esta pode ser até uma alternativa C. Mas há a alternativa A e B, como a venda de ativos, a recuperação de verbas que hoje são gastas indiscriminadamente. Tudo isso pode redundar na desnecessidade de pensarmos em novos tributos. Só cogitaremos se for absolutamente indispensável. Não pensamos em novos impostos agora.
A redução de 0,51% do índice da atividade econômica do Banco Central de maio assustou?
Não assusta porque o governo sabe que vivemos uma situação dificílima e que tem de continuar trabalhando para resolver isso lá na frente, não antes de janeiro, fevereiro... É um palpite mais ou menos alicerçado no que eu tenho discutido com a área econômica. A partir daí, especialmente a partir de agosto, quando acabarão os impedimentos [a votação do impeachment de Dilma Rousseff], seja pela continuidade ou não, o país dará um salto.
O que virá em janeiro?
Emprego, porque das questões da área social nós estamos cuidando.
Juros cairão no fim do ano?
Eu disse que tenho esperança. Não é que tenho convicção absoluta, porque a área econômica é que tem de cuidar disso, e ela é suficientemente competente para verificar quais as consequências da redução ou da manutenção. Para o meu paladar político e econômico, se houver pequena redução dos juros, acho que será bem recebido.
Redução de quanto?
Acho apenas que tem de ser uma coisa responsável. Porque muitas vezes pensa-se numa redução populista, de 14,25% para 7%. Isso não é responsável. Sou fraco em números [rindo].
Dá para aprovar medidas duras, como reformas da Previdência e trabalhista, num ano eleitoral?
Não sei se dá para aprovar rapidamente. Em um mês não se aprova. Elas vão ser amplamente discutidas. Estamos reunidos com as centrais sindicais para ir explicando, asfaltando o terreno, para que haja uma relativa concordância.
O prazo para repatriação poderá ser prorrogado?
O ministro Meirelles está vendo quais aperfeiçoamentos poderiam ser feitos. Mas não se fala em prorrogar. Isso não há. 
As informações são do jornal "O Estado de S. Paulo".

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No giro da noticia.
Edmilson Moura.

DIA 12.07.2016, MORREU DONA JOANA MÃE DE DR. ALEXANDRE EM SÃO LUIS GONZAGA DO MARANHÃO

Mãe de Dr. Alexandre. Dr. Nonato. Dr. Domingos. Dra. Helena e tem mais filhos(a), dona Joana uma mulher guerreira, esposa de seu Domingos Sousa um grande comerciante em São Luis Gonzaga do Maranhão.

Dona Joana deixa uma historia em São Luis Gonzaga do Maranhão, com muitos exemplos de vida , pois é compreender os propósitos de DEUS muitas vezes pode ser uma tarefa bem difícil, principalmente quando a tristeza bate na nossa porta porque acabamos de perder um ente querido. Lágrimas passam pelos nossos olhos constantemente e o vazio da saudade aumenta.

Pois é, nascemos, crescemos, morremos. Esta é a sequência natural da vida. A eterna renovação da vida.
Mas ainda que tenhamos conhecimento de que nascemos para permanecermos determinado período na Terra, e de que um dia teremos que retornar ao mundo espiritual, ainda assim nunca estamos preparados para a partida daqueles a quem amamos.

Ao partirem deixam um enorme vazio em nossos corações e a dor da incerteza, da dúvida. Nestes momentos não podemos permitir que o desalento, a dor e a tristeza tomem conta de nós.

Devemos elevar o nosso pensamento a DEUS e a Jesus pedindo forças, ânimo e coragem para prosseguirmos, pois a vida segue. Pedimos desculpas pelo atraso da homenagem, o motivo foi um problema técnico.
Pedimos desculpas pelo atraso da homenagem, o motivo foi um problema técnico.

Descansa em Paz. Dona Joana.


Da: Equipe REBELDE SOLITÁRIO.
Edmilson Moura.

MICHEL TEMER ESTUDA PRIVATIZAR AEROPORTOS EM SÃO PAULO E RIO



Michel Temer: Embora a ideia não tenha recebido apoio durante o governo de Dilma, Temer ressaltou que não vê, agora, resistência na área econômica.
O governo estuda privatizar os aeroportos de Congonhas (SP) e Santos Dumont (RJ), de acordo com o presidente em exercícioMichel Temer (PMSD), em entrevista publicada neste domingodia 10 de julho de 2016 pela Folha.
Embora a ideia não tenha recebido apoio durante o governo da presidente afastada Dilma Rousseff (PT), Temer ressaltou que não vê, agora, resistência na área econômica. "Também não há de minha parte", disse.
privatização dos aeroportos - que têm a rota mais movimentada do país - seria uma alternativa do governo para diminuir o rombo nas contas públicas, que chegará a R$ 139 bilhões em 2017. "O meu desejo é que não aumente (impostos), mas, se houver absoluta necessidade, não tem o que fazer", disse Temer à Folha.
A reportagem destaca ainda que há dois modelos em discussão sobre o futuro de Congonhas e Santos Dumont - a venda de controle, o que coloca a Infraero como sócia minoritária; e uma gestão privada dos aeroportos, mas com controle nas mãos da estatal. Nesse último caso, a Infraero teria 51% do capital, mas seriam abertas empresas para gerir os aeroportos.

Saiba mais


Os especialistas e empresários acreditam que passar o comando dos
principais aeroportos brasileiros para o setor privado seria a maneira
mais rápida e econômica para se resolver o caos aéreo instalado no País.

No giro da noticia.
Edmilson Moura.