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O MAPA DAS DELAÇÕES DA ODEBRECHT: E OS DEZ NOMES MAIS TEMIDOS PELA ELITE POLÍTICA

             

 Operação Lava Jato. Do ex-presidente Lula a Alckmin, sistema político deve ser abalado dos pés à cabeça.

A divulgação da delação de Claudio Melo Filho, ex-diretor de Relações Institucionais da Odebrecht, abalou Brasília em dezembro ao escancarar as supostas relações criminosas entre a cúpula política do país e o dinheiro privado. Mas o depoimento dado pelo ex-executivo da construtora apenas trouxe à luz o topo do problema, de raízes muito mais profundas. São mais de 800 depoimentos de 77 ex-funcionários da empresa, que aceitaram revelar o que sabem em troca de penas mais brandas pelo envolvimento no escândalo de corrupção revelado pela Operação Lava Jato. Eles já foram concluídos e encaminhados ao Supremo Tribunal Federal nesta segunda-feira, um dia antes do início do recesso do Judiciário. Eles serão analisados em janeiro ou fevereiro pelo ministro Teori Zavascki, relator da Lava Jato no STF, para que sejam ou não homologados (tornados válidos como colaboração com a Justiça em troca de benefícios na pena).

Clique aqui que você vai ver as imagens e mais detalhes >>> Ampliar foto  
 
MAIS INFORMAÇÕES
A delação do fim do mundo, como ficou conhecida a série de depoimentos dos funcionários à Justiça, envolverá desde executivos que ocupavam a presidência da construtora, como o próprio Marcelo Odebrecht, até secretárias. Todos eles foram desligados da empresa e só Marcelo, já condenado na Lava Jato, segue detido. Aos poucos, o conteúdo começa a ser vazado na imprensa. Nesta segunda, uma reportagem do jornal O Estado de S. Paulo revelou que em ao menos um dos depoimentos afirma-se que houve uma doação ilegal da construtora de cerca de 30 milhões de reais para a chapa de Dilma Rousseff e Michel Temer, na última eleição. Isso pode repercutir no Tribunal Superior Eleitoral (TSE), que julga ação sobre as contas da campanha.

As novas delações devem mostrar os tentáculos do esquema que, de acordo com a força-tarefa, regia a troca de vantagens para empresas por financiamento partidário e pessoal. Se os executivos principais lidavam diretamente com o Congresso e o Planalto, os diretores-superintendentes, por exemplo, podem explicar como o esquema de troca de benefícios funcionava em Estados e municípios. Eles lideravam times regionais, que tratavam com políticos de São Paulo, Rio de Janeiro ou Estados do Nordeste -muitos depois ganharam projeção em suas carreiras e também acabaram implicados em esquemas de Brasília.

Por isso, há um entendimento de que, se a delação de Melo Filho implodiu o Congresso e o Planalto, as demais, com exceção da do clã Odebrecht, devem envolver mais políticos regionais, incluindo, no entanto, nomes de peso, como governadores com pretensões à Presidência. Conheça abaixo quem são os principais nomes do acordo e sobre quais áreas eles devem se ater.

Clã Odebrecht
As delações mais aguardadas da Operação Lava Jato são as do patriarca do clã Odebrecht, Emílio, e de seu filho Marcelo, preso desde junho do ano passado. Os dois sempre foram próximos aos governos petistas de Luiz Inácio Lula da Silva e Dilma Rousseff, e existe a expectativa de que eles impliquem os ex-presidentes em seus depoimentos. Trechos iniciais da delação de Marcelo vazados no início do mês dão conta de repasses de 8 milhões de reais em dinheiro vivo pagos para Lula – parte do montante depois que o petista havia deixado o Planalto. Além disso, Marcelo teria negociado diretamente a compra da nova sede do Instituto Lula, que não foi concretizada – a organização nega.

Mas as delações de Emílio e Marcelo podem ir muito além de Lula e Dilma. A empreiteira tem uma relação de proximidade com o poder desde os tempos da ditadura. De José Sarney a Michel Temer passando por Fernando Henrique Cardoso, a Odebrecht manteve algum grau de intimidade com todos os mandatários do país. Em seu livro de memórias, FHC faz várias menções elogiosas ao magnata da Odebrecht: “Curioso, a firma Odebrecht ficou tão marcada pela CPI dos Anões do Orçamento, com o negócio da corrupção, e no entanto o Emílio é um dos homens mais competentes do Brasil em termos empresariais”. Resta saber até onde os donos da empresa irão em sua delação.

Carlos Armando Paschoal
Paschoal, conhecido como CAP, era diretor-superintendente da empresa em São Paulo e, por isso, é tido como um dos principais contatos da Odebrecht com políticos paulistas. Trechos preliminares de seu acordo de delação, divulgados entre outubro e novembro, implicam dois possíveis presidenciáveis tucanos para 2018, o governador Geraldo Alckmin e o chanceler José Serra. No caso de Alckmin, o caixa 2 (dinheiro para campanha não contabilizado) teria abastecido as campanhas de 2010 e 2014. Os pagamentos teriam sido feitos a duas pessoas próximas ao político tucano: uma delas seria o empresário Adhemar Ribeiro, irmão da mulher de Alckmin. Em 2010, ele teria recebido 2 milhões de reais em espécie, pagos em seu escritório.

Já Serra teria recebido 23 milhões de reais da empreiteira em 2010, via caixa 2, durante sua campanha presidencial. Parte do dinheiro, segundo a delação, foi repassado para uma conta na Suíça. Ronaldo Cezar Coelho, ex-deputado federal (ex-PSDB e atual PSD) teria articulado o repasse na condição de coordenador político da campanha de Serra. Todos os citados negam qualquer malfeito. Alckmin disse, na ocasião, que "é prematura qualquer conclusão com base em informações vazadas de delações não homologadas".
Benedicto Barbosa Júnior
O ex-presidente da Odebrecht Infraestrutura é apontado como um dos principais interlocutores da empresa com políticos. Preso em março deste ano durante a 26ª fase da Lava Jato, era um dos coordenadores do Setor de Operações Estruturadas da empreiteira, conhecido como o setor da propina. Este setor, segundo o  movimentado ao menos 66 milhões de reais para ao menos 30 pessoas. O Ministério Público Federal acredita que estes valores foram repassados para políticos das esferas municipal, estadual e federal. De acordo com a denúncia apresentada contra Barbosa, ele seria “a pessoa acionada por Marcelo para tratar de assuntos referentes ao meio político, inclusive a obtenção de apoio financeiro”.

A delação de Barbosa pode complicar ainda mais a situação do ex-governador fluminense Sérgio Cabral (PMDB), preso no início do mês. Isso porque os investigadores esperam que ele confirme outras denúncias de que o peemedebista cobrava 5% de propina para obras de grande porte no Estado, como a reforma do estádio do Maracanã, por exemplo. O executivo frequentava a casa de Cabral, e construiu sua mansão no mesmo condomínio que o então governador. Barbosa também era próximo do ex-ministro de Lula José Dirceu, já condenado na Lava Jato. Do setor controlado pelo executivo também teriam saído, segundo a força-tarefa da Lava Jato, pagamentos não declarados para o casal de publicitários Monica Moura e João Santana pelas campanhas de Lula e Dilma Rousseff.


Alexandrino Alencar
Ao lado do clã Odebrecht, Alencar é uma das figuras-chave das delações da empresa. Ex-diretor de Relações Institucionais da construtora, ele ficou preso entre junho e outubro deste ano e sua delação chegou a ser recusada pela força-tarefa da Lava Jato, que considerou que ele tentava poupar o ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva. Ele é apontado como o executivo da construtora responsável pela relação com Lula. Seria ele também o contato da empresa com Antonio Palocci, réu na Lava Jato e preso durante a 35ª fase da Operação Lava Jato, chamada de Omertà.

Do depoimento de Alencar, se espera que ele esclareça as questões relativas às obras feitas em um sítio de Atibaia, que, segundo a acusação, pertenceriam a Lula, que nega ser proprietário. Ele também deve relatar detalhes das viagens feitas ao lado do ex-presidente para países da África e da América Latina. Segundo os procuradores, Lula praticou tráfico de influência em benefício da construtora em troca de vantagens indevidas, o que ele também nega.

Sérgio Luiz Neves
Neves é diretor superintendente da Odebrecht Infraestrutura para Minas Gerais e Espírito Santo. A expectativa dos procuradores é que ele detalhe em sua delação pagamentos e propinas pagos a políticos mineiros. Ele já foi citado pela secretária da empresa Maria Lúcia Tavares – que também colabora com a Justiça – como sendo o responsável pelo pedido de pagamento de 15 milhões de reais para uma pessoa identificada nas planilhas da empreiteira apenas como “Mineirinho” em 2014. Claudio Melo Filho, cuja delação veio a público na semana passada, afirmou que o apelido se refere ao senador e ex-candidato à presidência Aécio Neves (PSDB-MG), que negou.

O ex-funcionário era subordinado a Benedicto Barbosa Júnior, diretor da Odebrecht Infraestrutura e um dos articuladores do setor de operações estruturadas da empreiteira – conhecido como setor de propinas. Ele também pode jogar luz sobre algumas denúncias da Operação Acrônimo, que enredaram a Odebrecht e o governador de Minas, Fernando Pimentel (PT), em um esquema de pagamentos de propina no Estado em novembro deste ano.

A Odebrecht é responsável por uma série de obras de grande porte em Minas Gerais, que vão desde estações de tratamento de água e subestações elétricas. Dentre as principais estão as obras de manutenção do Sistema Rio Manso, responsável pelo abastecimento da Região Metropolitana de Belo Horizonte com água tratada. O contrato para a realização dessa iniciativa foi firmado durante o Governo do agora senador Antonio Anastasia (PSDB), relator da comissão especial do impeachment de Dilma Rousseff no Congresso.

Luiz Antonio Bueno Junior
A delação de Junior, diretor superintendente da Odebrecht Infraestrutura em São Paulo, tem potencial de abordar possíveis malfeitos da empreiteira no Estado. Em março deste ano foi divulgado um documento assinado por ele com o objetivo de aumentar os custos do estádio do Corinthians, construído pela Odebrecht. Por meio de aditivos contratuais, executivos da empreiteira conseguiram subir o valor da obra em 1,2 bilhão de reais. Segundo o procurador Carlos dos Santos Lima, da força-tarefa da Lava Jato, as investigações feitas com base em planilhas da construtora apontam que houve pagamento de propina na obra, mas ainda não se sabia, em março, quais foram os destinatários deste dinheiro.

Uma das obras que também está na mira das autoridades é a construção da Linha 6-Laranja do Metrô de São Paulo

Uma das obras que também está na mira das autoridades é a construção da Linha 6-Laranja do Metrô de São Paulo. A empreiteira integra o Consórcio Move – ao lado de Queiroz Galvão, UTC Participações e Eco Realty Fundo de Investimentos. A Move venceu uma licitação bilionária com custo previsto em 22 bilhões de reais. No entanto, em setembro deste ano o consórcio anunciou a suspensão das obras alegando dificuldades na contratação de crédito. Além disso, obras nas linhas 2-Verde e 4-Amarela também são investigadas por suspeita de propina. Uma série de e-mails e documentos apreendidos pela Lava Jato indicam que a empresa pagou para conseguir vencer as licitações durante governos do PSDB, entre eles o do atual governador Geraldo Alckmin, que pretende disputar a presidência em 2018. No final de novembro, ele defendeu a lava jato e afirmou que não foi beneficiário de nenhum repasse ilegal de campanha
.
João Carlos Nogueira
Ex-diretor da área internacional da Odebrecht, Nogueira conhece bem os negócios da empreiteira firmados em outros países, como Angola, República Dominicana, Cuba, Gana, México e Venezuela. Ele chegou a ser alvo de condução coercitiva em setembro deste ano, alvo da Operação Acrônimo, que investiga pagamentos de propina por parte da empreiteira ao Banco Nacional de Desenvolvimento Social (BNDES). O Ministério Público Federal acredita que Nogueira era um dos responsáveis pelo esquema de pagamentos ilegais em troca de financiamento do banco estatal.

O executivo da Odebrecht Cláudio Melo Filho, cuja delação vazada para a imprensa provocou um terremoto no núcleo duro do Governo, cita Nogueira como sendo um dos funcionários da empresa “que mantinha agenda própria no Congresso Nacional”. Segundo Melo, Nogueira era próximo do Itamaraty e do Ministério da Indústria e Comércio. Entre as obras da construtora no exterior estão Porto Mariel, em Cuba, a Hidrelétrica de Cambembe, de Angola, e o metrô de Caracas, na Venezuela.

João Antônio Pacífico Ferreira
Diretor superintendente para as áreas Norte, Nordeste e Centro-Oeste da construtora, ele deve revelar detalhes de como atuava junto aos políticos para viabilizar obras nessas regiões. Foi citado pelo delator Melo como a pessoa que aprovou pagamentos no valor de 500.000 reais ao presidente do Senado Renan Calheiros (PMDB-AL), que apareceria em planilhas da construtora com o codinome "justiça". Segundo o mesmo executivo, Pacífico teria afirmado para ele que tinha interesse na obra do Canal do Sertão Alagoano, uma espécie de minitransposição do rio São Francisco. "Depois eu fui informado que haviam sido doados 1,2 milhão de reais a título de campanha", afirmou o delator. A obra do canal é feita pelo Governo do Estado, em parceria com o Governo federal, por meio do Programa de Aceleração ao Crescimento (PAC). A Odebrecht é responsável pelo quarto trecho da obra, ainda em construção, que foi, ao lado de outros trechos, questionado por indícios de sobrepreço pelo Tribunal de Contas da União (TCU). A ordem de serviço deste trecho foi emitida em junho de 2013, na gestão do tucano Teotônio Vilela Filho.

Diretor superintendente para as áreas Norte, Nordeste e Centro-Oeste da construtora, ele deve revelar detalhes de como atuava junto aos políticos para viabilizar obras nessas regiões

João Pacífico, como é conhecido, também poderá esclarecer se a construtora pagou propina para realizar as obras do projeto de irrigação Tabuleiros Litorâneos de Parnaíba, no Piauí, executada pela construtora em um consórcio com a Queiroz Galvão. A obra já havia sido apontada em uma lista de obras sob suspeita da Polícia Federal, em setembro deste ano. Na delação de Melo, ele afirma que houve um acerto de pagamento de 3% dos valores repassados para a obra pelo Ministro da Integração, que em 2008, época dos fatos, era Geddel Vieira Lima, que deixou o Governo de Michel Temer por ter seu nome envolvido em outra denúncia.

Leandro Azevedo
Ex-diretor-superintendente no Rio de Janeiro, era considerado o braço-direito de Benedicto Júnior, um dos coordenadores do departamento de propina. Segundo uma reportagem da revista Veja, ele afirma que a construtora pagou 23,6 milhões de reais em dinheiro e 800.000 euros, por transferência bancária no exterior, para a campanha do Governador do Rio, Luiz Fernando Pezão (PMDB). Segundo ele, o governador agiu junto ao BNDES em favor dos interesses da empresa. Ainda segundo a revista, ele teria citado o repasse de dinheiro para o caixa 2 do atual prefeito do Rio, Eduardo Paes (também do PMDB), ex-governador Anthony Garotinho e sua mulher, Rosinha, ambos do PR, e para o senador Lindbergh Farias (PT), além do próprio Pezão. Eles afirmam que só receberam doações regulares.

Dentre as obras sob suspeita estão a Linha 4 do Metrô do Rio e a concessão do Maracanã a Odebrecht. Esta última, segundo reportagem do Fantástico teria envolvido, segundo ele, o pagamento de propina ao atual presidente do Tribunal de Contas do Estado, Jonas Lopes, para que o edital fosse liberado pelo órgão. No último dia 13, ele foi conduzido coercitivamente para a sede da Polícia federal para prestar depoimento. Ele não falou com a imprensa sobre o fato.

Saiba mais

Por Edmilson Moura

Fonte: El Pais

Dona Adelaide Araújo dos Santos completou 09 (nove) décadas de vida e coração amoroso.




                                

                                

No dia 16.12.16, Dona Adelaide Araújo dos Santos, completou 09 (nove) décadas de vida. No decorrer dos seus 90 anos imaginamos o quanto foi difícil vivê - los dia após dia, batalhando arduamente para criar seus 08 filhos e dois netos, lutando sempre para que nada faltasse a nenhum deles e a Matriarca da família. Católica praticante. E para celebrar essa data especial, foi realizada uma Missa em ação de graças, no domingo a tarde, na IGREJA MENINO JESUS DE PRAGA - COHAMA - SÃO LUÍS, motivo de muitas alegrias aos familiares e amigos presentes. 

FRONTEIRA FECHADA! Quase 100 brasileiros tentam sair da Venezuela por fronteira com Roraima



Informações são do vice-consulado do Brasil na Venezuela. Nicolás Maduro determinou fechamento da fronteira até 2 de janeiro.

O vice-consulado do Brasil em Santa Elena de Uairén, cidade venezuelana que faz fronteira com Roraima, informou neste domingo (18) que quase 100 brasileiros estão na fronteira tentando voltar para o Brasil.

O acesso, que fica a 250 KM de Boa Vista, é o único ponto que liga o Brasil com a Venezuela.

Segundo Claudio Bezerra, vice-cônsul do Brasil em Santa Elena, 40 brasileiros já procuraram auxílio do Itamaraty. Entretanto, o órgão tem informações de que existe outros grupos na mesma situação. "O número total é impreciso, mas temos notícias de 100 brasileiros", informou Bezerra.

O vice-cônsul informou ainda que os brasileiros estão preocupados com a situação no país vizinho. "Eles estão preocupados pois estão sem dinheiro, não tem moeda circulando e não há comida".

Apesar disso, ele garante que o Itamaraty está trabalhando para reverter a situação. "Desde sexta-feira (16) estamos tentando articular uma solução com as autoridades venezuelanas para que esses brasileiros retornem, mas ainda não conseguimos".

Neste domingo, o vice-consulado estava aberto e atendendo grupos de brasileiros que procuravam ajuda. "Estamos fazendo esse atendimento para os que buscam o auxílio do Itamaraty".

Saiba mais
Itamaraty
Em nota, o Itamaraty informou que a embaixada brasileira na
Venezuela atua junto ao governo do país para buscar uma solução para os brasileiros que desejam retornar ao Brasil.

Além disso, o Itamaraty reforçou que os brasileiros que estão na Venezuela e que precisarem de assistência devem procurar o vice-consulado do Brasil em Santa Elena de Uairén, que fica na fronteira entre os dois países.

Fronteira fechada
Na terça-feira (13), o presidente venezuelano Nicolás Maduro decretou que as fronteiras da Venezuela com o Brasil e com a Colômbia fossem fechadas. Na quinta (15), o presidente prorrogou a decisão por mais 72h e no
sábado (17) ele anunciou que a medida irá valer até o dia 2 de janeiro.

Segundo o líder chavista, a Venezuela está sendo vítima de um "ataque econômico" contra sua moeda. O fechamento visa combater as "máfias" que entram no país para desestabilizar a economia da Venezuela.

Maduro também decidiu estender a vigência da nota de 100 bolívares, que, como anunciara o governo no domingo passado, deveria ser retirada de circulação na última quinta.

O fechamento das passagens fronteiriças foi estabelecido, ainda de acordo com a visão de Maduro, justamente para evitar que as notas de 100 que tinham sido tiradas do país por grupos ilegais voltassem a circular.

tópicos:

Por Edmilson Moura


Fonte: Do G1 RR

Presente de natal: Deputados que votaram a favor do aumento do ICMS no Maranhão vão receber R$ 1 milhão cada um

 Palácio dos Leões vai pagar R$ 26 milhões aos deputados que votaram pelo aumento do  ICMS. Acordo foi confirmado em reunião com o governador Flávio Dino. Cada  parlamentar vai receber R$ 1 milhão em emendas.


                                      

O Palácio dos Leões vai pagar o total de R$ 26 milhões em emendas aos deputados que votaram a favor do projeto de lei que aumenta alíquotas de ICMS sobre várias faixas de consumo em todo o estado. Na prática, o reajuste do imposto provocará uma pressão sobre os preços das contas de energia elétrica, de combustíveis, de cigarros e de serviços como telefonia e TV por assinatura.
O acerto, de que cada parlamentar será beneficiado com R$ 1 milhão, foi costurado ainda no final de novembro entre líder do governo na Assembleia Legislativa, deputado Rogério Cafeteira (PSB); o secretário-chefe da Casa Civil, Marcelo Tavares; e o secretário de Comunicação e Assuntos Políticos, Márcio Jerry Barroso.
Na calada da noite de quarta-feira 14, em reunião a portas fechadas no Palácio com o próprio governador Flávio Dino (PCdoB), o acordo foi confirmado.
Apenas oito parlamentares foram contrários ao aumento. Outros oito deputados não estavam presentes no momento da votação.
Fonte:  

A PEC 55 FOI APROVADA NO SENADO: 60% dos brasileiros são contrários ao projeto. Apenas 24% se mostraram favoráveis, 4% se disseram indiferentes e 12% não souberam responder.



A PEC 55 FOI APROVADA NO SENADO: 60% dos brasileiros são contrários ao projeto. Apenas 24% se mostraram favoráveis, 4% se disseram indiferentes e 12% não souberam responder.


Proposta de Emenda Constitucional  PEC 55 é aprovada em segundo turno pelo Senado. O Projeto que estabelece teto para os gastos públicos deverá agora ser sancionado por Temer.
 
A PEC 55 (Proposta de Emenda Constitucional), que estabelece um teto para os gastos públicos para os próximos anos, foi aprovada nesta terça-feira dia 13 de dezembro de 2016 pelo Senado Federal em segundo turno. A proposta recebeu o respaldo de 53 senadores, enquanto que 16 a rejeitaram. O projeto – que tramitou na Câmara dos Deputados como PEC 241 – já havia sido aprovado em primeiro turno pelos senadores, no último dia 29 de novembro. Agora, cabe ao presidente Michel Temer (PMDB) sancionar a medida. Trata-se de uma das principais apostas de seu governo para conter os gastos públicos e acalmar os mercados. Entretanto, especialistas e ativistas acreditam que a proposta, que prevê o congelamento dos gastos públicos por até 20 anos, ameaça os investimentos públicos em saúde e educação. Segundo uma pesquisa Datafolha realizada com 2.828 pessoas entre os dias 7 e 8 de dezembro, 60% dos brasileiros são contrários ao projeto. Apenas 24% se mostraram favoráveis, 4% se disseram indiferentes e 12% não souberam responder.

Clique abaixo para entender a PEC 55 e ler as opiniões de especialistas contra e favor da proposta.

Saiba Mais

Por Edmilson Moura

Fonte: El Pais

E SAIBA QUAIS AS PREFEITURAS MARANHENSES QUE CUMPREM A LEI DA TRANSPARÊNCIA

                               

E a administração, administrando com responsabilidade de Dr. Emanoel Carvalho, não faz parte da LEI DA TRANSPARÊNCIA, está IRREGULAR.

De acordo com avaliação feita pelo Tribunal de Contas do Estado (TCE-MA), apenas 33 prefeituras maranhenses das 217 cumprem as exigências legais com relação aos Portais da Transparência.

Há prefeituras que sequer possuem Portal e outras que não disponibilizam as informações no prazo estabelecido, o que prejudica o acompanhamento da gestão.

A avaliação feita pelo TCE visa efetivar justamente o acompanhamento da transparência da gestão pública e contribuir com o controle social. Os dados deverão ser atualizados a cada três meses, segundo o TCE. Click >>> e  (Veja lista completa aqui)

Além das 33 prefeituras consideradas regulares, apenas as câmaras municipais de Balsas e Magalhães de Almeida, segundo o levantamento, estão em conformidade com o Portal da Transparência em todo o estado.

Na avaliação, a existência do Portal da Transparência; nome padronizado, obedecendo a estrutura: www.nomedomunicipio.ma.gov.br; informação disponibilizada em tempo real – não superior a trinta dias; disponibilização da informação em relação aos critérios estabelecidos no Decreto 7.185/10, ou seja, se atende ao Padrão Mínimo de Qualidade estabelecido nesse Decreto foram critérios levados em conta pelo Tribunal.

PREFEITURAS REGULARES:
Açailândia
Apicum-Açu
Arari
Barão de Grajaú
Barra do Corda
Bom Lugar
Buritirana
Cantanhede
Cidelândia
Codó
Coroatá
Dom Pedro
João Lisboa
Lago dos Rodrigues
Matinha
Matões do Norte
Monção
Olho d’Água das Cunhãs
Passagem Franca
Pedreiras
Poção de Pedras
Raposa
Ribamar Fiquene
Rosário
Santo Antônio dos Lopes
São Bernardo
São Domingos do Maranhão
São Luís
São Mateus do Maranhão
Timbiras
Trizidela do Vale
Tuntum
Viana

Por Edmilson Moura


Forte: Tribunal de Contas do Estado (TCE-MA)

E ATENÇÃO PREFEITOS ELEITOS EM 134 CIDADES DO MA: VEJAM A DÍVIDA QUE ESPERA VOCÊS!

                                                 

A Coordenadoria de Precatórios do Tribunal de Justiça do Estado do Maranhão, para prévia ciência dos encargos que 134 prefeitos eleitos em cidades maranhenses deverão considerar no exercício de seus mandatos, que terão início em 1º de janeiro de 2017, informa a todos eleitos ao cargo de Prefeito Municipal o montante consolidado da dívida de cada Município e suas respectivas Autarquias até 31 de dezembro de 2016:

Confira abaixo o valor da dívida efetiva de cada município maranhense (valores calculados até 30/11/2016.
1 Município de Açailândia R$ 1.964.156,26
2 Município de Afonso Cunha R$ 88.697,84
3 Município de Água Doce do Maranhão R$ 81.863,89
4 Município de Alcântara R$ 208.517,94
5 Município de Aldeias Altas R$ 1.166.872,55
6 Município de Alto Alegre do Maranhão R$ 50.241,49
7 Município de Alto Alegre do Pindaré R$ 223.028,92
8 Município de Amapá do Maranhão R$ 464.180,92
9 Município de Anajatuba R$ 389.938,44
10 Município de Anapurus R$ 393.408,07
11 Município de Apicum-Açu R$ 40.607,59
12 Município de Araguanã R$ 657.532,90
13 Município de Araioses R$ 2.046.363,05
14 Município de Arame R$ 299.483,34
15 Município de Axixá R$ 322.520,82
16 Município de Bacabeira R$ 246.551,22
17 Município de Bacuri R$ 186.075,92
18 Município de Balsas R$ 433.314,37
19 Município de Barão de Grajaú R$ 7.446,96
20 Município de Barra do Corda R$ 2.882,64
21 Município de Barreirinhas R$ 73.449,86
22 Município de Bela Vista do Maranhão R$ 586.599,14
23 Município de Bequimão R$ 572.427,01
24 Município de Bernardo do Mearim R$ 42.919,34
25 Município de Bom Lugar R$ 22.269,24
26 Município de Buriti R$ 524.980,20
27 Município de Buriti Bravo R$ 346.444,01
28 Município de Buritirana R$ 167.013,99
29 Município de Cajari R$ 172.135,50
30 Município de Cantanhede R$ 1.243.851,10
31 Município de Carolina R$ 285.681,07
32 Município de Caxias R$ 1.638.984,71
33 Município de Cedral R$ 1.332.509,40
34 Município de Centro do Guilherme R$ 96.445,15
35 Município de Chapadinha R$ 1.033.245,76
36 Município de Cidelândia R$ 63.416,30
37 Município de Codó R$ 36.452,68
38 Município de Colinas R$ 496.254,72
39 Município de Conceição do Lago Açu R$ 67.071,39
40 Município de Coroatá R$ 9.740.917,89
41 Município de Cururupu R$ 149.469,71
42 Município de Davinópolis R$ 558.910,64
43 Município de Esperantinópolis R$ 4.650.149,23
44 Município de Estreito R$ 2.352.682,12
45 Município de Feira Nova do Maranhão R$ 21.704,94
46 Município de Fortaleza dos Nogueiras R$ 328.745,69
47 Município de Fortuna R$ 63.048,85
48 Município de Godofredo Viana R$ 15.972,70
49 Município de Gonçalves Dias R$ 888.637,69
50 Município de Governador Edson Lobão R$ 389.585,55
51 Município de Governador Eugênio Barros R$ 580.491,84
52 Município de Governador Nunes Freire R$ 2.646.773,29
53 Município de Guimarães R$ 111.175,37
54 Município de Humberto de Campos R$ 159.955,67
55 Município de Icatu R$ 296.774,27
56 Município de Igarapé do Meio R$ 214.886,85
57 Município de Igarapé Grande R$ 404.600,12
58 Município de Imperatriz R$ 3.004.056,63
59 Município de Jenipapo dos Nogueiras R$ 296.500,71
60 Município de João Lisboa R$ 2.017.450,84
61 Município de Lago da Pedra R$ 108.019,28
62 Município de Lago Verde R$ 519.818,23
63 Município de Lajeado Novo R$ 63.130,74
64 Município de Lima Campos R$ 144.763,30
65 Município de Loreto R$ 112.409,68
66 Município de Magalhães de Almeida R$ 1.450.023,85
67 Município de Mata Roma R$ 39.828,85
68 Município de Matinha R$ 45.803,95
69 Município de Matões R$ 5.561.281,69
70 Município de Matões do Norte R$ 299.841,90
71 Município de Mirador R$ 614.573,42
72 Município de Miranda do Norte R$ 22.196,98
73 Município de Mirinzal R$ 188.974,86
74 Município de Monção R$ 1.046.308,63
75 Município de Montes Altos R$ 294.520,67
76 Município de Nina Rodrigues R$ 878.799,63
77 Município de Nova Iorque R$ 1.007.487,68
78 Município de Olho D’água das Cunhãs R$ 52.519,91
79 Município de Paço do Lumiar R$ 763.274,74
80 Município de Parnarama R$ 231.952,48
81 Município de Passagem Franca R$ 454.769,68
82 Município de Paulino Neves R$ 26.566,00
83 Município de Pedreiras R$ 879.620,53
84 Município de Pedro do Rosário R$ 32.604,63
85 Município de Penalva R$ 399.112,27
86 Município de Peri Mirim R$ 97.381,90
87 Município de Peritoró R$ 410.648,16
88 Município de Pindaré Mirim R$ 1.522.752,09
89 Município de Pinheiro R$ 2.027.427,80
90 Município de Pio XII R$ 433.170,80
91 Município de Pirapemas R$ 36.686,37
92 Município de Poção de Pedras R$ 245.053,14
93 Município de Porto Rico do Maranhão R$ 91.292,85
94 Município de Presidente Dutra R$ 1.238.032,41
95 Município de Presidente Juscelino R$ 108.103,30
96 Município de Presidente Vargas R$ 283.029,54
97 Município de Primeira Cruz R$ 208.861,75
98 Município de Rosário R$ 958.753,08
99 Município de Sambaíba R$ 426.203,10
100 Município de Santa Inês R$ 100.690,16
101 Município de Santa Luzia R$ 2.592.614,99
102 Município de Santa Luzia do Paruá R$ 121.751,82
103 Município de Santa Quitéria do Maranhão R$ 93.353,44
104 Município de Santa Rita R$ 50.389,61
105 Município de São Benedito do Rio Preto R$ 9.653.959,00
106 Município de São Bento R$ 384.506,65
107 Município de São Domingos do Maranhão R$ 219.416,24
108 Município de São Félix de Balsas R$ 42.813,86
109 Município de São Francisco do Maranhão R$ 204.272,04
110 Município de São José de Ribamar R$ 2.003.995,20
111 Município de São Luís R$ 51.007.938,84 111.1 FUNC-Fundação Municipal de Cultura R$ 59.576,87 111.2 IPAM-Instituto de Previdência e Assistência do Município de São Luís R$ 2.174.677,36
112 Município de São Luís Gonzaga do Maranhão R$ 239.452,16
113 Município de São Matheus do Maranhão R$ 358.592,02
114 Município de São Pedro da Água Branca R$ 102.651,68
115 Município de São Pedro dos Crentes R$ 151.052,32
116 Município de São Raimundo das Mangabeiras R$ 33.644,72
117 Município de São Roberto R$ 797.087,14
118 Município de São Vicente Ferrer R$ 1.328.477,02
119 Município de Senador Lá Roque R$ 22.496,18
120 Município de Sítio Novo R$ 208.106,28
121 Município de Sucupira do Norte R$ 311.775,13
122 Município de Timbiras R$ 620.410,91
123 Município de Timon R$ 2.205.773,04
124 Município de Trizidela do Vale R$ 1.631.080,27
125 Município de Tufilândia R$ 918.785,36
126 Município de Turiaçu R$ 30.102,91
127 Município de Turilândia R$ 30.535,68
128 Município de Tutoia R$ 26.971,17
129 Município de Urbano Santos R$ 135.461,10
130 Município de Vargem Grande R$ 109.435,84
131 Município de Viana R$ 2.162.472,39
132 Município de Vila Nova dos Martírios R$ 187.204,90
133 Município de Vitória do Mearim R$ 607.292,97
134 Município de Zé Doca R$ 2.471.214,86

Por Edmilson Moura


As informações são da Coordenadoria de Precatórios do TJMA

JOÃO CASTELO DEPUTADO FEDERAL VEJA REPERCUSSÃO DA SUA MORTE




O Deputado federal foi  estava internado no Sudeste do país desde 31 de outubro de 2016. E Figuras políticas do Maranhão prestaram condolências à família de Castelo.

A morte do deputado federal do Maranhão, João Castelo (PSDB), neste domingo dia 11 de dezembro de 2016 em São Paulo, repercutiu entre figuras políticas do Maranhão. O governador Flávio Dino solidarizou-se com familiares e amigos do parlamentar, decretando luto oficial de três dias, no Estado. Em nota, o Governo do Estado reconheceu que o deputado federal deixou uma marca na história do Maranhão. (Leia a nota na íntegra)
NOTA
O Governo do Maranhão manifesta pesar pela morte do deputado federal João Castelo Ribeiro Gonçalves, ocorrida neste domingo (4), no Hospital Sírio Libanês, em São Paulo.
Ex-governador do Maranhäo e ex-prefeito de São Luís, João Castelo deixou sua marca na história do Estado. Estava no quinto mandato de deputado federal, além de já ter exercido outros cargos, como senador da República e presidente Empresa Maranhense de Administração Portuária (Emap).
Neste momento de dor, o governador Flávio Dino solidariza-se com familiares e amigos do parlamentar, decretando luto oficial de três dias, no Estado.


Quem também se manifestou quanto à morte de João Castelo foi o prefeito de São Luís,
Edivaldo Holanda Júnior. Em nota, o prefeito manifestou o seu pesar, se solidarizando com familiares e amigos, rogando a Deus que os conforte neste momento de dor. (Leia a nota na íntegra)


NOTA

A Prefeitura de São Luís decretou luto oficial de três dias pelo falecimento do deputado federal e ex-prefeito de São Luís João Castelo Ribeiro Gonçalves (PSDB), que morreu neste domingo (11), aos 79 anos.
João Castelo estava internado desde novembro no Hospital Sírio-Libanês, em São Paulo. Além de prefeito de São Luís entre os anos de 2009 e 2012, já havia exercido os cargos de governador do Maranhão, Senador e presidente da Empresa Maranhense de Administração Portuária (Emap). Atualmente, estava no seu quinto mandato como deputado federal.
O prefeito Edivaldo lamenta e manifesta o seu pesar, se solidarizando com familiares e amigos, rogando a Deus que os conforte neste momento de dor.

O ex-presidente da República, José Sarney expressou sentimentos de pesar para com a família de João Castelo.
A morte do deputado João Castelo deixa uma grande lacuna na política do Maranhão, onde durante 50 anos ele ocupou uma posição de liderança, sendo governador, prefeito de São Luís, deputado federal, senador da República e, ao mesmo tempo, foi responsável por grandes obras e participou ativamente da política do Estado. Nós mandamos à sua família nossos sentimentos de pesares e também a todo o Maranhão pela grande perda que nós acabamos de ter.


Quem também manifestou os pêsames quanto à morte do deputado federal foi o ministro do Meio Ambiente, Sarney Filho.
Eu sempre verifiquei o apoio e o sentimento de bem-querer, de gratidão que o Maranhão tinha para com João Castelo, portanto eu me associo a esses sentimentos desejando à família toda a solidariedade do mundo e tenho certeza de que Castelo0 nos deixará uma grande lacuna. Quero estender o meu abraço a toda a família e a seus amigos mais queridos. Estamos juntos nesse sentimento de pesar.


A ex-governadora do Maranhão,
Roseana Sarney também ofereceu condolências à família do deputado federal. Em nota, Roseana destacou que, ao longo de sua vida pública, João Castelo deu grande contribuição ao desenvolvimento do Maranhão.
Lamento, com muito pesar, a morte do deputado federal João Castelo, que foi governador do Maranhão, prefeito de São Luís e senador da República, e ao longo de sua vida pública deu grande contribuição ao desenvolvimento do nosso estado. Nesse momento de tristeza, quero me solidarizar com a família, a ex-primeira dama Gardênia Castelo, os filhos e amigos. Meus mais sinceros sentimentos.

Posicionamento do Partido Social da Democracia Brasileira do Maranhão
O PSDB do Maranhão manifesta o seu profundo pesar pelo falecimento de João Castelo Ribeiro Gonçalves – o João Castelo, neste domingo dia 11 de dezembro de 2016.
Em seu quinto mandato de deputado federal, o parlamentar trilhou uma rica caminhada política: foi também prefeito, governador e senador, além de ter assumido funções de destaque em órgãos públicos.
O partido solidariza-se com seus familiares e com toda a sociedade maranhense pela perda deste notável homem político.

E QUEM FOI JOÃO CASTELO?!?

Ex-governador, ex-senador e ex-prefeito, o deputado federal falecido neste domingo(11) foi onipresente na política do Maranhão nos últimos 45 anos; e é um dos poucos líderes maranhenses da história com capital eleitoral cativo e consolidado
 
Poucas lideranças políticas maranhenses têm o curriculum do deputado federal João Castelo (PSDB), falecido neste domingo, 11, em São Paulo.
Castelo esteve presente em todas as discussões eleitorais dos últimos 45 anos no Maranhão, sempre com índices altíssimos de intenção de voto. Foi um dos poucos líderes maranhenses com eleitorado cativo e consolidado, que o seguiu em todas as eleições que disputou.
 
Com dona Gardênia ela teve dois filhos Gardeninha e Joãozinho; o terceiro faleceu ainda jovem

Eleito deputado federal pela primeira vez em 1970, reelegeu-se em 74.
Em 1978 foi nomeado governador pelo presidente Ernesto Geisel.
Seu governo é considerado, foi considerado um dos três mais efetivos da história maranhense, ao lado dos governos José Sarney e Roseana Sarney. Juntamente com os dois peemedebistas, o tucano foi um dos responsáveis pela implantação das bases de modernização de São Luís.
 
Como Governador, ajudou a plantar as bases da modernização de São Luís
A força eleitoral de João Castelo era tão consistente que ele se dava ao luxo de passar períodos sem disputar eleições e, mesmo assim, quando voltava, sempre superava a casa do 100 mil votos em qualquer disputa.

Leia também:

O tucano disputou três vezes a Prefeitura de São Luís, antes de ser eleito, em 2008, derrotando o atual governador Flávio Dino (PCdoB).
 
Recebeu o papa João Paulo II, em 1981, em São Luís, quando exercia o governo
Mesmo já idoso e adoentado, o líder tucano continuou a demonstrar força eleitoral nas eleições deste ano, mantendo a segunda colocação enquanto figurou nas pesquisas de intenção de votos.
É certo afirmar, inclusive, que a desistência de Castelo da disputa também influenciou na vitória do prefeito Edivaldo Júnior (PDT).
Castelo estava exercendo o quinto mandato de deputado federal, até sofrer um infarto e ser levado para o Hospital Sírio e Libanês, onde passou mais de 30 dias em coma.

O corpo do deputado federal João Castelo (PSDB) será vai ser velado no plenário da Assembleia Legislativa do Maranhão, em São Luís-MA.

A informação é da assessoria.

Com o seu falecimento, no lugar do tucano, quem ocupará a vaga na Câmara dos Deputados será a mulher do prefeito de Santa Inês, Ribamar Alves (PSB).

Luana Alves, que ficou como primeira suplente da coligação “Todos Pelo Maranhão”, fará parte da composição da bancada do Maranhão na Câmara.

A esposa do prefeito teve 51.418 votos, ficando bem atrás de Castelo, que obteve 52.783 votos.

Por Edmilson Moura



Fonte: Do G1 MA e Marco Aurélio D'Eça

PEDREIRAS-MA! Câmara de Vereadores aprova reajuste de salário do prefeito, vice e vereadores

                                       

A proposta foi aprovada pela Câmara de Vereadores de Pedreiras. E vereador Otacílio Tavares (PDT). Diz  “Gestor tem que ser bem remunerado para não desviar”.

A Câmara Municipal de Pedreiras, distante 245km de São Luís, aprovou o reajuste salarial do prefeito, vice-prefeito e dos vereadores. A medida gerou revolta na população já que grande parte dos moradores vive com menos de um salário mínimo. Pela proposta, o salário de vereador passou de 4 para 6 mil reais e o de prefeito foi de 18 para 22 mil reais.

Os vereadores tiveram ainda um aumento no valor das diárias. A lei é de autoria da Comissão de Orçamento da casa. “Hoje a constituição diz que o município de Pedreiras, como tem 39 mil habitantes, pode ser até 30% do salário do deputado. Se a gente for fazer por essa via de regra, pelos cálculos, o salário poderia chegar até R$ 8.125”, tentou explicar o vereador Otacílio Tavares (PDT).

O vereador afirmou, ainda, que não vê imoralidade pois cada um tem a sua função e responsabilidade para com o cargo que foi eleito. “Eu entendo que o chefe do Poder Executivo precisa ser bem remunerado para que ele não tenha nenhum motivo para desviar o dinheiro público. O salário tem que ser digno e justo para a função que ele vai exercer”, declarou.

Em nota, a prefeitura de Pedreiras se manifestou sobre a polêmica, dizendo que o aumento de salários e diárias dos agentes políticos está previsto na Constituição Federal e na lei orgânica do município. A nota da prefeitura diz ainda que o projeto de reajuste dos salários e diárias foi aprovado dentro da legalidade e legitimidade.

Quanto à contestação de que o aumento é injusto, considerando a crise econômica no país, e em comparação aos salários dos demais servidores municipais, a prefeitura de Pedreiras afirmou que o reajuste dos subsídios é fixado de quatro em quatro anos. Por fim, a prefeitura estranhou a polêmica sobre o assunto, porque reajustes como o aprovado na Câmara Municipal estão ocorrendo em cidades de todo o país, não somente em Pedreiras.

Por Edmilson Moura

Redação/REBELDE SOLITÁRIO.

POIS É O STF CONTRARIOU AS RUAS. AINDA BEM

  

O Supremo Tribunal Federal votou contra as ruas que queriam a cabeça de Renan Calheiros e vai apanhar um bocado por causa disso. O mínimo que se diz nas redes sociais e adjacências é que a suprema corte brasileira entrou no julgamento da liminar do ministro Marco Aurélio rugindo como um leão, vociferando contra a recusa de Renan a ser notificado da decisão sobre seu afastamento, e saiu miando como um gatinho, decidindo exatamente da forma como esperavam o senador e o Palácio do Planalto. Vai ficar difícil explicar que não houve um "acordão" para salvar Renan, a PEC do Teto e a pauta econômica do governo.
   
A crise do momento, que não é a primeira e nem será a última, aparentemente acabou como uma tempestade institucional num copo d'água. O mandato de Renan Calheiros à frente do Senado se encerra em poucos dias, o que serviu para alimentar críticas quanto à intempestividade da liminar de Marco Aurélio e para que muita gente se perguntasse por que, afinal, tanta confusão. Na prática, o senador está também pouco ligando para a proibição de substituir o presidente da República nesse tempo que lhe resta. Mas haverá sequelas.
  
Renan sai vitorioso do confronto institucional mais ostensivo dos últimos tempos, em que levou o Senado a peitar uma decisão judicial e ignorar a notificação que lhe foi levada por um oficial de Justiça. Mas vai comer o pão que o diabo amassou nas investigações dos 12 inquéritos dos quais é alvo no STF. O senador ficou atravessado na garganta de vários dos ministros, e é razoável prever que, mais dia, menos dia, o troco vires.
    
  Já o Supremo dificilmente escapará da imagem de derrotado no episódio. O julgamento serviu até para uma saraivada quase unânime de reações encadeadas contra a atitude inédita e espantosa do Senado diante da decisão judicial e críticas diretas a Renan. O saldo, porém, foi um gordo sapo engolido. Pouco importa se, nos bastidores, a história seja claramente outra, girando em torno de uma disputa interna que pode ter levado um de seus ministros a encenar um voo solo arriscado, com uma liminar disparada em hora institucional e politicamente errada, constrangendo seus pares. .
      
Para efeito de opinião pública, o ministro Marco Aurélio ficou muito bem na foto. Seus colegas, nem tanto. Menos ainda a corte como um todo, que levou muita gente a acreditar que terá mudado de posição diante de novas circunstâncias e novas pessoas. Há poucos meses, não hesitou em afastar Eduardo Cunha. Há um mês, formou uma aparente maioria contra a permanência de um réu no comando de um dos poderes - que acabou se derretendo nesta quarta-feira a partir do voto do decano Celso de Mello.
      
Não é razoável supor que a mais alta corte do país esteja se importando com possíveis arranhões à sua imagem, e nem que vá nortear suas decisões pelos aplausos ou vaias da torcida. É um alívio constatar que não. Mas a dúvida está hoje no centro de um instigante debate: até que ponto o STF deve se deixar influenciar pelas ruas? Ganha um mandado de segurança preventivo para qualquer fim quem conseguir adivinhar o que se passa na cabeça de cada uma daquelas onze ilhas que compõem o Supremo - que, apesar do nome, não fica no céu e é integrado por seres humanos e falíveis.
       
Nesses tempos difíceis, em que as instituições gostam de jogar para a plateia e trombam umas nas outras, é importante que o Judiciário - alçado ao papel de poder moderador - delimite com clareza, em suas decisões, a diferença entre a preservação dos reais direitos e deveres legais da sociedade e a mais simples e pura demagogia. No curto prazo, corre o risco de desagradar a torcida. No longo, garante sua credibilidade.
      
O seriíssimo Teori Zavazski, juiz comandante da Lava Jato na modalidade Brasília, tangenciou o tema na manifestação que precedeu seu voto de ontem ao criticar os juízes que comentam processos em curso e falam sobre decisões de outros juízes, situação cada vez mais corriqueira. Disse isso e, em seguida, votou tranquilamente do jeito que achava melhor, mantendo Renan Calheiros no cargo, proibido apenas de substituir o presidente da República. Não parecia incomodado por contrariar as ruas. Ainda bem.
 
 
Por Edmilson Moura
 
 

Helena Chagas.