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MAU CARÁTER! MAU CARÁTER!’, AFIRMA RENAN SOBRE JANOT



Novos diálogos gravados pelo ex-presidente da Transpetro Sérgio Machado com presidente do Senado, divulgados com exclusividade pela repórter Camila Bonfim, da TV Globo, revelam agressões a procurador-geral da República.
O procurador-geral da República Rodrigo Janot (esq) e o presidente do Senado Renan Calheiros (PMDB-AL) (dir). Novos diálogos da bombástica delação premiada do ex-presidente da Transpetro Sérgio Machado trazem à tona a preocupação e os ânimos exaltados dos políticos diante dos avanços da Lava Jato, maior operação de combate à corrupção já feita no Brasil. Em uma das conversas com o presidente do Senado Renan Calheiros (PMDB), os dois revelam suas impressões sobre o procurador-geral da República, Rodrigo Janot, responsável por conduzir as investigações contra os políticos com foro privilegiado.
“Machado – Agora esse Janot, Renan, é o maior mau-caráter da face da terra.
Renan – Mau caráter! Mau-caráter! E faz tudo que essa força-tarefa (Lava Jato) quer
Machado- É, ele não manda. E ele é mau caráter. E ele quer sair como herói. E tem que se encontrar uma fórmula de dar um chega pra lá nessa negociação ampla pra poder segurar esse pessoal (Lava Jato). Eles estão se achando o dono do mundo.
Renan- Dono do mundo”
O trecho foi revelado nesta quinta-feira, 26, pelo Jornal Hoje, da TV Globo. Renan Calheiros é alvo de ao menos 12 inquéritos no Supremo devido às investigações da Lava Jato e Machado também é alvo de investigações na Corte. Temendo que seu caso fosse enviado para a primeira instância, ao juiz Sérgio Moro, em Curitiba, o ex-presidente da Transpetro acabou aceitando fazer um acordo de delação premiada e entregar os áudios e contar o que sabe à Procuradoria-Geral da República.
Uma de suas conversas gravadas com políticos já levou à queda de Romero Jucá (PMDB) do Ministério do Planejamento. No diálogo revelado na segunda-feira, 23, o senador aparece discutindo propostas para “estancar” a Lava Jato com a saída de Dilma e a chegada de Temer à Presidência. Machado também gravou conversas com o ex-presidente José Sarney (PMDB).

Saiba mais
Machado foi filiado ao PSDB por dez anos, período em que chegou a se eleger senador e virar líder da sigla no Senado. Posteriormente se filiou ao PMDB e, há pelo menos 20 anos, mantém proximidade com a cúpula do partido que chegou à Presidência da República após o afastamento temporário de Dilma Rousseff com a abertura do processo de impeachment no Senado.
A delação do ex-presidente da Transpetro foi homologada nesta semana pelo ministro relator da Lava Jato no Supremo Tribunal Federal Teori Zavascki. Com isso, a partir de agora Janot pode decidir quais serão os próximos passos das investigações e solicitar a abertura de novos inquéritos.
Não é a primeira vez que políticos investigados na operação criticam o procurador-geral. O ex-presidente e também senador Fernando Collor (PTB-AL) já lançou vários xingamentos a Janot, desde “fascista da pior extração” e até de “filho da puta”, na tribuna do Senado. “Trata-se de um fascista da pior extração, e cuja linhagem pode ser perfeitamente traduzida nas palavras de Plutarco: ‘Nada revela mais o caráter de um homem do que seu modo de se comportar do que quando detém um poder e uma autoridade sobre os outros. Essas duas prerrogativas despertam toda a paixão e revelam todo o vício'”, afirmou o parlamentar no ano passado, dois dias antes de Janot ser sabatinado no Senado para ser reconduzido ao cargo.
Collor foi denunciado pelo procurador ao Supremo, teve sua mansão revistada pela Polícia Federal e até seus veículos de luxo chegaram a ser apreendidos a pedido de Janot, que acusa o parlamentar de acumular o patrimônio com dinheiro de propina.
COM A PALAVRA, O SENADOR RENAN CALHEIROS:
“O Senador Renan Calheiros reitera que não tomou nenhuma iniciativa ou fez gestões para dificultar ou obstruir as investigações da operação Lava Jato, até porque elas são intocáveis e, por essa razão, não adianta o desespero de nenhum delator”, escreveu a assessoria do senador.
Na nota, ele ainda confirma que acelerou o processo de cassação do ex-senador Delcídio Amaral, mas alega que o desfecho do processo foi público.
Assim como na primeira nota, divulgada nessa quarta-feira, 25, ele também reafirma que sua opinião sobre a modificação da lei das delações também é de conhecimento público.

Edmilson Moura.

Da serie governando sem compromisso


Vejam mais dinheiro público irresponsavelmente desperdiçado, esse prédio a quase 8 anos de construído já inaugurado umas 5 vezes e nunca funcionou um dia se quer. Alô ministério público vamos dá uma olhadela pro lado desse prefeito que só pensa em seu bolso.  

MINISTRO DO STF DÁ CINCO DIAS PARA TEMER EXPLICAR REFORMA NO GOVERNO INTERINO



Luís Barroso tomou decisão em ação apresentada ao Supremo pelo PDT. Partido afirma que governo Temer é provisório e não pode fazer mudanças.

O ministro Luís Roberto Barroso, do Supremo Tribunal Federal, determinou nesta quinta-feira dia 26 de maio de 2016 que o presidente em exercício, Michel Temer, preste esclarecimentos por escrito em cinco dias sobre a reforma administrativa que realizou no governo.

A reforma, realizada após o afastamento da presidente Dilma Rousseff em razão do processo de impeachment que tramita no Senado, incluiu nomeação de ministros, fusão e extinção de ministérios e alteração da política externa.
A decisão de Barroso foi tomada devido a uma ação apresentada no último dia 23 pelo PDT, que questionou a mudança de projetos e anulação de atos da presidente afastada. O ministro já negou pedido semelhante formulado por um diretório do PT.

O PDT pediu uma liminar (decisão provisória) para suspender as mudanças sob o argumento de que o afastamento de Dilma é temporário (por até 180 dias) e que Temer não poderia mudar o programa de governo da presidente afastada.
Saiba mais
"O vice-presidente da República, que não se encontra investido na titularidade do cargo – pois o exerce temporariamente em razão da admissão do procedimento de impeachment –, atua como se titular fosse e irrogar a si atribuições que sequer poderiam a ele ser delegadas (CF, art. 84, parágrafo único), e o faz com usurpação", diz o texto da ação do PDT.

O ministro Barroso afirmou, na decisão, que existe uma presunção da validade dos atos estatais e por isso Temer deve ser ouvido sobre o pedido do PDT antes de qualquer decisão. Não há prazo para que a ação seja julgada.


No giro da noticia
Do G1, com informações da TV Globo
Edmilson Moura.

MORRE, MORREU EM HOSPITAL DE SÃO PAULO O CANTOR PAPETE



Considerado o melhor percussionista do mundo, por vários anos, o músico e cantor José de Ribamar Viana (Papete) morreu no dia 25 de maio de 2016 em um hospital de São Paulo. Ele foi vítima de câncer de próstata e tinha 68 anos.

Papete era engenheiro ambiental, mas desde cedo sempre se dedicou à música, buscando a descobertas de novos ritmos e sons variados. Ele nasceu em Bacabal-MA e morou por muito tempo no Rio de Janeiro, onde sempre foi requisitado para acompanhar na percussão vários artistas e banda de renome.

Depois Papete voltou ao Maranhão, onde permaneceu gravando e cantando as músicas de compositores da terra ligadas ao nosso folclore.

Papete era, foi reconhecido como o melhor percussionista do mundo, na capital do Mato Grosso do Sul, ao lado de outra fera, o cantor e compositor Almir Satter e da iniciante Tetê Spindola, no início da década de 80.

O Brasil o mundo perdeu um grande percussionista musico e cantor PAPETE.


Edmilson Moura.

E QUEM É SÉRGIO MACHADO, QUE HOJE APAVORA BRASÍLIA



Até pouco tempo, o cearense Sérgio Machado ostentava em seu currículo o “feito” de ser o mais longevo presidente da história da Transpetro, o braço logístico da Petrobras.

A trajetória de 11 anos e 4 meses no comando da estatal foi interrompida em novembro de 2014, quando ele pediu licença do cargo após ter seu nome envolvido no escândalo de corrupção da petroleira, investigado pela Operação Lava Jato. Três meses depois, ele pediu renúncia.

Hoje, entra para a história como o homem cujas gravações (e revelações) apavoram Congresso e Palácio do Planalto.

O ministro do Supremo Tribunal Federal (STF) Teori Zavasckihomologou a delação premiada de Machado. A expectativa é de que os depoimentos apontem detalhes ainda mais graves sobre os bastidores da corrupção no setor público e privado.

Por ora, diálogos gravados por ele mesmo já derrubaram um dos principais ministros do governo interino de Michel Temer(PMDB), o senador Romero Jucá (PMDB), e colocaram o também peemedebista e presidente do Senado, Renan Calheiros, em maus lençóis - no mínimo.

De acordo com coluna do jornalista Lauro Jardim e segundo sugerem as gravações, Machado também teria registrado áudios de conversas privadas com o ex-presidente da República José Sarney, presidente emérito do PMDB e pai de um dos ministros de Temer.

Dado o conteúdo dos diálogos revelados até agora e dos contatos do ex-presidente da Transpetro em Brasília (DF), é de se esperar que mais gente para além de Jucá, Calheiros e Sarney esteja com a pulga atrás da orelha diante do que pode estar por vir.

Trânsito fácil em Brasília
“Renan, eu fui do PSDB dez anos, Renan. Não sobra ninguém, Renan”, afirmou Machado durante encontro com Renan Calheiros, cujo conteúdo foi divulgado nesta quarta-feira pelo jornal Folha de S. Paulo.
Peemedebista desde 2002, a carreira política de Machado começou muito antes da indicação de seu partido para ocupar a presidência da Transpetro em 2003.

Foi no primeiro mandato do tucano Tasso Jereissati como governador do Ceará, no final da década de 1980, que o hoje delator da Lava Jato fez seu debute na gestão pública como secretário de governo. Entre 1991 e 1995, foi deputado federal pelo PSDB. Na legislatura seguinte (1995 – 2002), assumiu uma cadeira no Senado, onde foi líder do governo de Fernando Henrique Cardoso (PSDB).

Já filiado ao PMDB, foi derrotado na disputa pelo governo do Ceará em 2002. O apoio à candidatura de Luiz Inácio Lula da Silva (PT) à presidência e o auxílio de Renan Calheiros, apontado como seu padrinho político, o conduziram à presidência da subsidiária da Petrobras no ano seguinte.

Machado deixou a empresa no final de 2014, depois que a PriceWaterhouseCoopers (PwC), auditora dos resultados financeiros da Petrobras, ter se recusado a aprovar o balanço do terceiro trimestre da petroleira. Um dos motivos seria sua permanência na presidência da Transpetro, já que ele fora citado nas denúncias da operação Lava Jato.
Os investigadores trabalham com a hipótese de que Machado é um elo importante para entender a real atuação do PMDB no esquema de corrupção da Petrobras.
A Lava Jato chegou ao nome do ex-chefe da Transpetro depois que o ex-diretor da petroleira Paulo Roberto Costa relatou ter recebido 500 mil reais das mãos do hoje delator. Ainda segundo Costa, o presidente do Senado só teria mantido Machado no cargo porque a subsidiária da Petrobras teria contratos com valores "canalizados" para o esquema.

Paranoico
A gestão de Machado na Transpetro ficou marcada, entre outras coisas, por sua “paranoia” com grampos. De acordo com relato da coluna Expresso da revista Época, o ex-presidente tinha o hábito de gravar as conversas que considerava como “delicadas”. Já segundo o jornal El País, ele não começava nenhum diálogo sem antes se certificar que não estava sendo gravado.

Depois dos últimos acontecimentos – que envolvem desde os registros de Machado e a gravação que levou o hoje senador cassado Delcídio do Amaral à prisão preventiva -, é de se esperar que Brasília comece a tomar providências semelhantes. 


Da: Exame.com
No giro da noticia.
Edmilson Moura.

Da serie governando sem responsabilidade


Vejam mais dinheiro público atirado no  meio do mato há mais 4 anos esse prédio público foi levantado e em seguida abandonado inconcluso . Alô ministério público vamos dá uma alertada nesse prefeito lerdo

VEJA: Outras bombas que podem estourar no colo de Temer



A queda do ministro do Planejamento, Romero Jucá, marcou o primeiro grande escândalo do governo do presidente interino Michel Temer, que ocupa o cargo há menos de duas semanas.
Aliados de Temer e setores da imprensa brasileira já haviam advertido que Jucá era uma bomba esperando para estourar. Mesmo antes da divulgação do grampo que provocou sua queda, a lista de problemas dele com a Justiça – incluindo seis inquéritos no Supremo Tribunal Federal (STF) – já era conhecida.
A saída de cena de Jucá, no entanto, não significa que o governo Temer tenha se livrado de todas as suas potenciais bombas. Confira abaixo outros personagens enrolados que ainda podem criar problemas para o presidente interino.
Henrique Eduardo Alves
O ministro do Turismo, Henrique Eduardo Alves, é considerado um aliado próximo de Temer. No momento, é alvo de dois pedidos de inquérito na Operação Lava Jato. Em dezembro, seu apartamento foi vasculhado por agentes da Polícia Federal. Mensagens de celular mostraram que o deputado Eduardo Cunha cobrou de Léo Pinheiro, ex-presidente da empreiteira OAS, repasses à campanha de Alves ao governo do Rio Grande do Norte. Outras mensagens, enviadas pelo próprio Alves, despertaram a suspeita de que ele atuou a favor da empresa em tribunais.
Geddel Vieira Lima
O ministro da Secretaria de Governo, Geddel Vieira Lima, também apareceu em mensagens do celular de Léo Pinheiro. Ainda não há um inquérito específico contra o ministro, mas os investigadores suspeitam que ele pode ter usado sua influência para atuar em favor da OAS dentro da Caixa (onde ocupou a vice-presidência) e em outros órgãos. No início dos anos 2000, o ex-presidente Itamar Franco chamou Geddel de "percevejo de gabinete" – um político que busca se aliar com outras administrações para conseguir cargos.
Outros membros do governo
Dois nomes do núcleo duro de Temer, Moreira Franco (assessor especial) e Eliseu Padilha (ministro da Casa Civil) também aparecem em investigações envolvendo Léo Pinheiro e foram citados na delação do ex-senador Delcídio do Amaral. Outros seis ministros – Mendonça Filho (Educação), José Serra (Relações Exteriores), Raul Jungmann (Defesa) Ricardo Barros (Saúde), Osmar Terra (Desenvolvimento Social e Agrário) e Bruno Araújo (Cidades) – aparecem na superplanilha da Odebrecht apreendida na casa de um ex-executivo da empresa
André Moura
Eleito na semana passada líder do governo na Câmara dos Deputados, Moura (PSC-CE) aparece como réu em três ações penais e é investigado em dois inquéritos no STF. Em um dos inquéritos, ele aparece como suspeito de uma tentativa de homicídio; no outro, seu nome está ligado ao escândalo do Petrolão. Partidos aliados, como o DEM e o PSDB, queriam outro deputado para o cargo, mas tiveram que engolir a vitória de Moura. O presidente interino não fez esforços para reverter o resultado.
Cúpula do PMDB no Senado
O caso Jucá evidenciou que Sérgio Machado, ex-diretor da Transpetro, está negociando um acordo de delação premiada. Machado é um velho protegido da cúpula do PMDB no Senado e deve sua indicação ao presidente da casa parlamentar, Renan Calheiros. Ele também é considerado próximo de Edison Lobão e Jader Barbalho. A imprensa brasileira especula que Machado pode ter gravado diálogos com outros senadores além de Jucá, algo que pode atingir em cheio vários caciques do partido do presidente interino.
Baleia Rossi
Escolhido na semana passada para ser o novo líder do PMDB na Câmara, o deputado Baleia Rossi (SP) foi citado na Operação Alba Branca, que investiga desvios em contratos para o fornecimento de merendas para escolas de São Paulo. Em delação premiada, o vice-presidente de uma cooperativa que fornecia alimentos disse ter ouvido que valores desviados das prefeituras de Ribeirão Preto e Campinas foram repassados à campanha de Rossi.

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No giro da noticia.
Edmilson Moura.

Liminar pede interdição imediata do centro cirúrgico do hospital municipal de São Luís Gonzaga do Maranhão



A Promotoria de Justiça da Comarca de São Luís Gonzaga do Maranhão ingressou, em 11 de maio, com uma Ação Civil Pública contra o Município, na qual requer a adoção de uma série de medidas de reforma e adequação do Hospital Municipal Doutor Carlos Macieira. O Ministério Público pediu, em medida liminar, a imediata interdição do centro cirúrgico da unidade de saúde.

Relatórios elaborados pela Promotoria de Justiça e pela Vigilância Sanitária Estadual apontaram situações críticas relativas a equipamentos, estruturas físicas e ambientes em estado precário de conservação. Entre os problemas estão a inexistência de leitos nas enfermarias, ausência de colchões, instalações sanitárias deterioradas, além de rachaduras em paredes e pisos.

Devido à gravidade da situação, a promotora de justiça Cristiane dos Santos Donatini pediu, em medida liminar, a interdição imediata e temporária do centro cirúrgico do hospital. “Resta evidente que as aparelhagens e estrutura física do centro cirúrgico totalmente debilitados trazem prejuízos ao integral funcionamento daquele serviço de saúde, ocasionando sérios riscos à integridade física e até à vida dos pacientes”, explicou.

Além da interdição, o Ministério Público pede que seja garantida a disponibilidade de ambulâncias 24h, para o deslocamento dos pacientes que necessitem de procedimentos cirúrgicos para os centros de referência próximos ao município de São Luís Gonzaga do Maranhão.

Para a completa adequação do prédio, incluindo serviços como a recuperação de forros, móveis e colchões, construção de abrigo para resíduos conforme as normas sanitárias, recuperação da pintura interna e externa, além da aquisição de uniformes e equipamentos de proteção individual (EPIs) para os servidores, o Ministério Público pede que a Justiça determine o prazo de 90 dias. (Com informações de Rodrigo Freitas / CCOM-MPMA).

Governando com irresponsabilidade



Vejam milhares de reais público atirado no meio do mato através da construção de um abatedouro público, que está com mais de 5 anos proto, já foi inaugurado 4 vezes, e nunca foi entregue à população. De tanto abandono já começa a desabar. Alô ministério público vamos chamar a atenção desse gestor negligente. 

OS GOVERNISTAS PEDEM EXPLICAÇÃO A JUCÁ; PT QUER INVESTIGAÇÃO DE MINISTRO



Reportagem da ‘Folha’ divulgou gravação do ministro do Planejamento. À TV Globo, Jucá disse que 'pacto' seria para destravar crise e não Lava Jato.
A revelação de uma gravação pelo jornal “Folha de S.Paulo” nesta segunda-feira dia 23 de maio de 2016, na qual o novo ministro do Planejamento, Romero Jucá (PMDB), sugere ao ex-presidente da Transpetro Sérgio Machado um "pacto" para tentar barrar a Operação Lava Jato gerou repercussão política em Brasília.
Alvo de dois inquéritos no Supremo Tribunal Federal (STF) que investigam suspeita de que ele recebeu propina do esquema de corrupção que atuava na Petrobras, Jucá confirmou à TV Globo que teve a conversa com Machado.
Enquanto o senador Ronaldo Caiado (DEM-GO) afirmou por meio de nota que “atos individuais devem ser tratados longe da administração pública”, o líder do PT na Câmara, Afonso Florence, avaliou ao G1 que o conteúdo “não surpreende” porque a “dimensão conspirativa do golpe era nítida”.
Veja abaixo o que parlamentares afirmaram sobre a gravação de Romero Jucá:
Senador Ronaldo Caiado (DEM-GO), por meio de nota:
“A sociedade brasileira saiu às ruas para conter um processo de corrupção, apoiar a Lava Jato e buscar um novo governo. Se no decorrer deste momento problemas surgirem, deverão ser tratados com rigor. Qualquer denunciado tem a obrigação e o direito de se defender das acusações que recaem sobre ele. Mas esses atos individuais deverão ser tratados longe da administração pública para que a reestruturação e a credibilidade do governo não sejam comprometidas. Só assim teremos as mudanças necessárias e desejadas pela população.”
Afonso Florence (BA), líder do PT na Câmara:
“De alguma forma, a gravação não surpreende, porque a dimensão conspirativa do golpe era nítida. A novidade é que agora está nas palavras dele. […] Ali tem crimes como obstrução da Justiça, ataque à democracia e comprova que foram eles quem lideraram o ataque à Petrobras. Agora, claro, é preciso que observe o processo legal e seja garantido a ele o direito de defesa. […] O ministro deve ter o direito de defesa, não podemos condená-lo previamente nem o partido todo, mas a gravação derreteu a máscara, fez a máscara do golpe cair, esta máscara golpista e impopular que é a cara do governo Temer”.
André Moura (PSC-SE), líder do governo na Câmara:
“Eu tomei conhecimento do conteúdo da gravação somente pela imprensa. Acho que o ministro Jucá terá a oportunidade de se explicar. Não se pode antecipar questões neste primeiro momento, temos de ouvir as explicações e ele as dará, de maneira correta. A nossa preocupação agora é trabalhar para que este fato não contamine o processo de votações tanto na Câmara quanto no Senado. Agora, é aguardar. O ministro Jucá tem posicionamentos firmes e claros e, tenho certeza, dá as explicações para esclarecer esta questão. Cabe a nós, parlamentares, trabalhar para manter a agenda que é importante para o país.”
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O MINISTRO JUCÁ DISSE QUE VAI SE LICENCIAR DO CARGO
Romero Jucá, ministro do Planejamento, disse que vai se licenciar do cargo a partir desta terça feira dia 24 de maio de 2016, até que o Ministério Público federal se pronuncie sobre os áudios em que ele supostamente tenta interferir as investigações da operação Lava Jato. Em seu lugar assume Diogo Oliveira, secretário Executivo da Pasta.

No giro da noticia.
Edmilson Moura

A FORÇA NACIONAL JÁ ESTÁ EM SÃO LUIS-MA



Um Pedido foi feito pelo governador Flávio Dino após ataques a ônibus. A Força Nacional de Segurança Pública (FNSP) já está no Maranhão desde segunda-feira (23), , o governador Flávio Dino (PCdoB) confirmou pelas redes sociais que a Força Nacional deGama (DF) já está, e agradeceu o apoio do Ministério da Justiça. Ao todo, são 128 agentes. O deslocamento é feito em 20 viaturas, um micro-ônibus e um ônibus.

Desde as primeiras horas de domingo dia 22 de maio de 2016, policiais militares, civis e bombeiros reforçam a segurança em pontos estratégicos dos quatro municípios da Região Metropolitana de São Luís (MA), onde foram registrados incêndios e ataques que resultaram em ônibus totalmente ou parcialmente incendiados.

Após dias de medo e violência, usuários e trabalhadores do sistema de transporte público experimentaram algumas horas de tranquilidade na capital maranhense. Os ônibus voltaram a circular no domingo(22). Na noite desse sábado (21), eles haviam sido recolhidos às garagens das empresas pelos motoristas, mesmo sem orientação dos sindicatos dos rodoviários e dos empresários.

De quinta-feira (19) a sábado, foram 14 ataques consolidados e tentativa de ataques a ônibus cometidos. Do total, foram seis casos de coletivos totalmente queimados e outros oito tentativas frustradas ou com veículos parcialmente destruídos neste período. Na tarde de sábado(21), comerciantes fecharam as portas com medo das ameaças de criminosos disseminadas na comunidade do Coroadinho – quarta maior favela do país e a primeira do Norte e Nordeste, segundo o IBGE –, em São Luís.

Na manhã do domingo(22), o governo do Maranhão se reuniu com a direção do sistema de segurança pública, representantes da Prefeitura de São Luís, sindicatos dos rodoviários e empresários para adotar novas medidas de segurança.

Fogo em pneus
Na noite do sábado(21), o Batalhão Tiradentes da Polícia Militar do Maranhão (PM-MA) prendeu um suspeito que atearia fogo a pneus na avenida Jerônimo de Albuquerque, na altura do bairro do Vinhais, em São Luís. À equipe da PM-MA, o suspeito afirmou que não faria um atentado, mas sim um protesto contra a violência.

 “É, no mínimo, esquisito uma pessoa sozinha tocar fogo em vários pneus próximo à um posto de gasolina para protestar contra violência”, disse ao G1 o coronel Marques Neto, comandante do Batalhão Tiradentes. O suspeito foi encaminhado ao 4º Distrito Policial (DP) do Vinhais, para prestar esclarecimentos. O caso será investigado pela Polícia Civil.
Saiba mais

Desde as primeiras horas do domingo(22), policiais militares, civis e bombeiros militares reforçam a segurança em pontos estratégicos dos quatro municípios da Região Metropolitana de São Luís (MA), entre eles os bairros do Coroadinho e Cidade Olímpica; além de pontos de aglomeração, como terminais de integração do transporte público. A folga dos agentes foi suspensa após os ataques a ônibus.

Na noite de sábado(21), o próprio governador do Maranhão,Flávio Dino (PCdoB), acompanhou as operações de policiamento ostensivo. “A polícia está presente para garantir a ordem pública”, disse o governador.

VEJA OS MOTIVOS: Das ações criminosas que foram planejadas desde abril em São Luis-MA e mais de 40 já foram presos.
Desde o mês de abril que os líderes de uma facção criminosa, que estão presos em Pedrinhas, estavam articulando o incêndio a ônibus e toques de recolher nos grandes shoppings por dois motivos: o tratamento duro dado a eles na penitenciária e a forte atuação da polícia no combate ao tráfico de drogas, que desbaratou diversas bocas do mesmo grupo em São Luís-MA.

A dura disciplina vem sendo imposta no sistema carcerário desde o segundo semestre de 2015, cortando mordomias e restringindo o acesso de pessoas aos detentos, notadamente aos líderes. A facção Bonde dos 40 acha que as medidas foram feitas só pra eles. Daí o silêncio da outra facção, o PCM. Mas, na verdade, atinge à todos.
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Edmilson Moura.

A CANTORA MARANHENSE ALCIONE SOLTA A VOZ NA VIRADA CULTURAL DE SP E DIZ QUE FIM DO MINC ERA 'VACILO'



A cantora Alcione se apresentou no Palco Júlio Prestes da Virada Cultural. Cantora aprovou decisão do governo em reativar Ministério da Cultura.


Antes de subir ao palco Júlio Prestes para herdar o público que curtiu o show de Ney Matogrosso na Virada Cultural de São Paulo, a cantora Alcione recebeu a reportagem do G1 no camarim para falar sobre a volta do Ministério da Cultura. Para a "Marrom", a decisão do governo do presidente em exercício Michel Temer em reativar o MinC foi acertada. Transformar o ministério em secretaria, segundo Alcione, era 'vacilo'.
"Não podia nem ter havido a possibilidade e não existir Ministério da Cultura. Somos um país continental com uma diversidade muito grande de cultura que comporta um ministério, e não uma secretaria. Vamos parar com esse vacilo, é Ministério da Cultura. Graças a Deus que eles pensaram bem agora", disse Alcione.
Em seguida, ela subiu ao palco em um vestido vermelho para aquecer o público com sua voz potente. Alcione aproveitou o microfone para falar mais sobre a volta do MinC. Ela fez um breve discurso no palco. "Agora diz que voltou nosso Ministério da Cultura, mas não era nem pra ter saído! Como é que um país com uma diversidade cultural como esse vai ficar sem ministério."
Ela também disse que vai acompanhar a presença de mulheres e negros nesses ministérios. Ela leu cartazes dos "artistas contra o golpe", "nem recatada nem do lar, somos da luta" e afirmou que o país precisa reencontrar o caminho da paz. "Esse país tem que endireitar, tem que fazer as pazes com a paz", disse Alcione.
O cantor Ney Matogrosso abriu a programação de shows da Virada Cultural de  São Pauloneste sábado (21) no Palco Júlio Prestes, no Centro, e ainda presentou o público com um "aperitivo" antes da apresentação oficial.
Ney Matogrosso abriu o show com "Rua de passagem", que casa bem com a relação do paulistano com o trânsito da cidade.:
"Os curiosos atrapalham o trânsito/ Gentileza é fundamental/ Não adianta esquentar a cabeça/ Não precisa avançar no sinal/ Dando seta pra mudar de pista/ Ou pra entrar na transversal/ Pisca alerta pra encostar na guia/ Pára brisa para o temporal /  (...) Todo mundo tem direito à vida/ Todo mundo tem direito igual".
Ney Matogrosso também falou ao G1 sobre a decisão do governo do presidente em exercício Michel Temer de voltar com o Ministério da Cultura, depois de ter transformado a pasta em uma secretaria dentro do Ministério da Educação. "Achei um erro tirar e achei de bom senso voltar. Se volta atrás tudo bem. A gente tem que ter esse entendimento: tirou, errou, consertou", disse Ney Matogrosso..
E Ney Matogrosso abriu a Virada Cultural com a música Rua de Passagem. O Público levou faixas contra o governo Temer na Virada Cultural.


No giro da noticia.
Edmilson Moura.

LULA DIZ: Governo Temer deveria se comportar como interino, diz Lula a canal russo



Ex-presidente classificou o processo de afastamento de Dilma como um "estupro contra a democracia brasileira"
O ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva afirmou, em entrevista ao canal russo RT em espanhol, que o governo do presidente em exercício, Michel Temer, "deveria se comportar como interino", argumentando que o Senado pode ainda mudar de ideia e a presidente Dilma Rousseff voltar ao poder.
Na entrevista disponível no site do canal, Lula criticou o fato de o governo Temer — que na avaliação dele não tem legitimidade — realizar mudanças nesse período em que o afastamento de Dilma não está confirmado. 
— E se daqui a três meses a Dilma conquista a vitória no Senado, terá que refazer tudo, um país não pode suportar isso — avaliou. — O governo interino está atuando com muita falta de respeito àquilo que o Senado lhe deu: uma interinidade.
Lula qualificou o processo de afastamento de Dilma como um "estupro contra a democracia brasileira". Segundo ele, seu desconforto no dia do afastamento ocorreu não apenas porque a presidente deixava o poder de forma abrupta, mas a interrupção de "todo um projeto, de sonhos, de inclusão social". Na entrevista, Lula defendeu seu legado de aumento da classe média e retirada de milhões da miséria.
O ex-presidente disse que, caso houvesse um acordo geral, seria possível convocar eleições gerais e também uma assembleia para realizar uma reforma política, mas rechaçou a administração de Temer. 
— Não se pode conformar é que, em pleno século 21, tenhamos um governo ilegítimo.
Lula diz na entrevista que o Brasil "tem uma democracia muito recente, de apenas 31 anos", mas que "para os conservadores parece que era muito tempo". Ele criticou o impacto desse fato para a imagem do país. Segundo o petista, há muitos brasileiros dispostos a ir às ruas, como "artistas", "intelectuais", "sindicalistas", "os negros".
O ex-presidente disse que Dilma foi vítima de "um boicote dos meios de comunicação e de empresários que não pagaram seus impostos para diminuir a arrecadação do governo". Lula também fez um mea-culpa, ao dizer que é preciso "admitir nossos erros", porque a presidente foi eleita com um discurso, mas depois da vitória "não fizemos o que dissemos". Segundo ele, Dilma é consciente de que "terá de mudar muitas coisas para governar com o apoio da maioria do povo brasileiro".


No giro da noticia.
Edmilson Moura.

APÓS POLÊMICAS, MICHEL TEMER DECIDE RECRIAR O MINISTÉRIO DA CULTURA



Para reduzir ministérios, ele incorporou setor à Educação. Artistas protestaram. O Ministro será Marcelo Calero, que tinha sido anunciado como secretário.

O ministro da Educação, Mendonça Filho, informou neste sábado dia 21 de maio de 2016 que o presidente em exercício Michel Temer decidiu recriar o Ministério da Cultura. (Minc).

O novo ministro será Marcelo Calero, anunciado na última quarta (18) como secretário nacional de Cultura. Com a decisão, a Cultura deixa de ser uma secretaria e não ficará mais subordinada ao Ministério da Educação. Em nota à imprensa, Calero comentou a medida de Temer e afirmou que ela mostra o "protagonismo" do setor.
Mendonça Filho explicou, em sua conta no microblog Twitter, que a recriação do Ministério da Cultura será feita por meio de Medida Provisória e que a posse do novo ministro será na terça-feira dia 25 de maio de 2016. Ainda segundo o ministro, que disse ter conversado com Temer, o compromisso do governo com a cultura é "pleno".
 "A decisão de recriar o Minc é um gesto do presidente Temer no sentido de serenar os ânimos e focar no objetivo maior: a cultura brasileira. [...] Com Marcelo Calero vamos trabalhar em parceria para potencializar os projetos e ações entre os ministérios da Educação e da cultura", publicou o ministro na rede social.

À GloboNews, Mendonça disse ainda que a decisão de Temer foi um gesto de "conciliação" do presidente em exercício porque seu objetivo é promover a cultura e a educação.
O ministro Geddel Vieira Lima (Secretaria de governo) indicou no Twitter ser contra a decisão, mas disse defender a posição do governo. "Fui vencido internamente. Como governo, defendo a decisão adotada", afirmou ele.

A decisão de fundir as pastas de Educação e Cultura foi tomada com base no princípio adotado por Michel Temer ao assumir de reduzir o número de ministérios. O corte da Cultura, contudo, foi alvo de críticas por parte da classe artística.

No dia 20 de maio de 2016, músicos como Caetano Veloso, Erasmo Carlos, Seu Jorge e Marcelo Jeneci participaram de um ato cultural no pilotis do Palácio Gustavo Capanema, no Centro do Rio de Janeiro. O prédio, que já sediou o Ministério da Cultura e hoje abriga a Funarte, está ocupado em protesto contra a extinção da pasta.
Diante dos protestos de parte dos artistas e de servidores do Ministério da Cultura, Temer já havia anunciado que, mesmo como secretaria, a estrutura da pasta seria mantida. Mais nesta sexta-feira dia 20 de maio de 2016,edição extra do "Diário Oficial da União" publicou medida que dava status de "natureza especial" ao cargo de secretário da Cultura.
A decisão de recriar o Minc é um gesto do presidente Temer no sentido de serenar os ânimos e focar no objetivo maior: a cultura brasileira"
Mendonça Filho, ministro da Educação
Agora, o presidente em exercício decidiu reverter a decisão e devolver à Cultura o status de ministério.
No último dia 12 de maio de 2016, ao assumir como presidente em exercício, Michel Temer editou uma medida provisória (726/2016) na qual determinou mudanças na composição do governo.
Entre essas mudanças, a pasta da Cultura foi incorporada pelo Ministério da Educação, que voltou a ser o Ministério da Educação e Cultura, nomenclatura que manteve até 1985, quando o então presidente José Sarney criou o Ministério da Cultura.

Antes de indicação de Calero, a intenção do presidente em exercício era nomear uma mulher para a comandar a área e assim responder às críticas por um ministério exclusivamente de homens.
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Repercussão entre os artistas
Em entrevista ao jornal "O Globo", artistas repercutiram, ao longo deste sábado, a decisão de Temer de recriar o Ministério da Cultura.

A atriz Fernanda Torres, por exemplo, avaliou que o presidente em exercício "deve ter se arrependido".

A empresária e produtora Paula Lavigne, por sua vez, disse estar "contente" e classificou Marcelo Calero como alguém que "chegou bem, procurando as pessoas e querendo conversar".
 
Além delas, Eduardo Barata, presidente da Associação de Produtores de Teatro (APTr), afirmou estar "muito feliz" com a "conquista" da classe artística.
"Achei um erro tirar e achei de bom senso voltar. Se volta atrás tudo bem. A gente tem que ter esse entendimento: tirou, errou, consertou", disse o cantor Ney Matogrosso.

Repercussão política
Líder do governo Dilma na Câmara, o deputado José Guimarães (PT-CE) afirmou ao G1 que a gestão Temer tem um "problema" porque "diz uma coisa de manhã, volta atrás à tarde e recua de novo à noite".

"É um governo que não mantém posições, quer dizer, age conforme a pressão. E agora, naturalmente, vão começar as pressões pelos ministérios das mulheres e do MDA [Desenvolvimento Agrário]. Um governo não pode ficar assim. Quando decidir alguma coisa, decide. Isso mostra que o governo interino tem dificuldades políticas de governar", declarou Guimarães.

Por outro lado, o líder do governo Temer, André Moura (PSC-SE), disse ao G1 que a decisão do presidente em exercício é um "sinal positivo" para a classe artística, pois atende aos pedidos do setor e mostra a "sensibilidade" de Temer ao ouvir a sociedade.

"Acho que o presidente avaliou todas as recentes manifestações, os pleitos e as solicitações em torno do Ministério da Cultura. É uma decisão importante, acho que mostra a importância que o presidente dá à cultura e demonstra a maior característica dele que é de discutir sempre, debater e ser aberto ao diálogo. [...] Mostra ainda a sensibilidade do presidente, que soube ouvir o setor e tomar esta decisão", disse.

Marcelo Calero
O novo ministro da Cultura, o carioca Marcelo Calero, 33 anos, é diplomata, estudou no Colégio Santo Inácio e se formou em direito na Universidade do Estado do Rio de Janeiro (Uerj).

Tem passagens pela Comissão de Valores Mobiliários (CVM) e pela Petrobras. Em 2007, passou a atuar como diplomata e chegou a trabalhar na embaixada do Brasil no México.
Calero trabalhou na assessoria internacional da Prefeitura do Rio e chegou a acumular a Secretaria Municipal de Cultura e a presidência do Comitê Rio450, órgão criado para organizar a celebração do aniversário da cidade.
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Edmilson Moura